Giovanni dalle Bande Nere
| Giovanni de Médici | |
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Retrato de Giovanni por Gian Paolo Pace, Galeria Uffizi, Florença. |
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| Conhecido(a) por | dalle Bande Nere |
| Nascimento | 5 de abril de 1498 Forlì |
| Morte | 30 de novembro de 1526 (28 anos) Mantua |
| País | Estados Pontifícios |
| Anos em serviço | 1516 - 1526 |
| Hierarquia | condottiero |
| Batalhas/Guerras | Guerras Italianas Batalha de Pavia |
Giovanni de Médici, mais conhecido por Giovanni dalle Bande Nere (5 de Abril de 1498 - 30 de Novembro de 1526) foi um condottiero italiano do Renascimento.
Biografia [editar]
Nasceu em Forlì, filho de Giovanni de Médici (il Popolano) e Catarina Sforza, uma das mulheres mais famosas do Renascimento.
Já desde uma idade pequena mostrou uma grande aptidão para as atividades físicas e de combate; logo aprende a esgrima e hipismo. Aos 12 anos cometeu seu primeiro assassinato e devido ao seu comportamento foi por duas vezes expulso de Florença.
Casou-se com Maria Salviati e teve um filho, Cosme I de Médici (1519-1574), que chegou a ser Grã-Duque de Florença.
Giovanni fez-se condottiero, prestando seus serviços ao Papa Leão X - Giovanni Lorenzo de Médici, primo de sua mãe - e recebeu seu "batismo de fogo" aos dezoito anos, na guerra contra Francesco Maria della Rovere, Duque de Urbino, que venceu em 22 dias.
Em dezembro de 1521, com a morte de Leão X, Giovanni acrescentou a suas insígnias umas palas (bandas) negras, em sinal de luto por seu protetor e parente. Daí vem seu apelido, em italiano "dalle Bande Nere" e de seu batalhão de mercenários, os Bandas Negras.
Depois de uma curta mas ilustre vida militar, Giovanni morreu em consequência de uma gangrena, em Mantua, a 30 de novembro de 1526, quatro dias após ter recebido um golpe de falconete, numa batalha próximo a Governolo, contra os lansquenês do Sacro Império Romano-Germânico. A prematura morte de Giovanni marcou o fim da era dos condottieri e suas táticas de guerra, muito focadas na cavalaria pesada, que haviam perdido para a artilharia móvel. Giovanni é lembrado, assim, como o último grande condottiero. Sua reputação deve-se, em parte, a Pietro Aretino, seu amigo íntimo e autor de versos eróticos muito comentados na época. Aretino esteve presente em seu leito de morte e numa famosa carta descreveu a cena - foram necessários 10 homens para segurá-lo enquanto lhe amputavam a perna - e a coragem do amigo ante a morte.