Gnaisse

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Gnaisse

Gnaisse é uma rocha de origem metamórfica, resultante da deformação de sedimentos arcósicos ou de granitos. Sua composição é de diversos minerais, mais de 20% de feldspato potássico, plagioclásio, e ainda quartzo e biotita, sendo por isso considerada essencialmente quartzofeldspática.

Sua granulação situa-se frequentemente entre média e grossa; a estrutura é muito variável, desde maciça, granitoide e com foliação (dada pelo achatamento dos grãos) até bandada, com bandas geralmente milimétricas a centimétricas alternadas com outras mais máficas, derivadas de processos de segregação metamórfica que culminam em rochas magmáticas.

Estatueta "Idolo de Iguape", descoberta em Iguape em 1906, pelo pesquisador Ricardo Krone.[1]

Algumas das rochas mais antigas do mundo são gnaisses. Um exemplo de formação rochosa em gnaisse é o Pão de Açúcar, localizado na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Outro exemplo é a Pedra do Ingá, Monumento Nacional no agreste da Paraíba, ou ainda a estatueta encontrada em um sambaqui em Iguape em 1906, pelo pesquisador Ricardo Krone, a qual faz parte do acervo do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, em São Paulo (cidade). O bairro Beira Rio, em Cataguases, também tem várias estruturas compostas por esse mineral. A Pedra Azul, ponto turístico localizado em Domingos Martins (ES) é outra notável formação de gnaisse.

Devido à sua grande variação mineralógica e seu grau metamórfico, é amplamente empregada como brita na construção civil e na pavimentação, além do uso ornamental.

Referências

  1. Boletim Geográfico, Ano II, N° 21, dezembro de 1944.', acervo da biblioteca do IBGE. Página visitada em 23 de maio de 2010.

Bibliográficas[editar | editar código-fonte]

  • KRONE, Ricardo. O Idolo antropomorfo de Iguape: sua relação com os sambaquis e pré-história brasileira, Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, vol. XVI, pp. 227–233, 1911.

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