Gor Mahia Football Club

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Gor Mahia
Nome Gor Mahia Football Club
Fundação 1968
Estádio Nairobi City Stadium
Capacidade 15.000
Competição Quénia Campeonato Queniano
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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O Gor Mahia Football Club é um clube de futebol do Quênia, da cidade de Nairobi. Suas cores são verde e branco.

O clube tradicionalmente representa a tribo dos Luo, grupo étnico presente no Quênia, leste de Uganda e norte da Tanzânia.

História[editar | editar código-fonte]

O Gor Mahia foi fundado em 1968, como resultado da fusão de dois clubes: Luo United e Luo Sports Club (também conhecido como Luo Stars). O nome, Gor Mahia, é uma homenagem ao famoso médico homônimo que viveu no distrito de Homa Bay, no século XIX.

Em 1979, além do vencer o campeonato nacional queniano, o clube chegou nas finais da Copa das Confederações da CAF, quando foi derrotado pelo Canon Yaoundé, de Camarões. Na ocasião, o Gor Mahia viu 5 de seus jogadores serem afastados do grupo por terem aceito suborno da equipe camaronesa. O time-base do Gor Mahia naquele ano estava assim escalado: Dan Odhiambo, Paul Oduwo "Cobra", Otieno Bassanga, John "Bobby" Ogolla, Mike Ogolla, Tim Ayieko, Sammy Owino "Kempes", Allan Thigo, Andrew Obunga, George Yoga e Nashon Oluoch "Lule".

No ano seguinte, o clube foi campeão da Copa Interclubes da CECAFA, após vencer o coterrâneo Abaluhya por 3x2, na final em Blantyre (Malawi), sendo dois gols marcados por William Obwaka. Repetiu o feito em 1981, batendo o Simba, da Tanzânia, por 1x0, em Nairobi. Em 1984, perdeu o título para AFC Leopards, também do Quênia, por 2x0. Neste ano, o clube foi eliminado da Copa das Confederações da CAF após seus jogadores agredirem o juiz. Durante a segunda fase da competição, na partida de ida, disputada no Cairo, Abass Magongo, do Gor Mahia, tentou fazer falta em um jogador do Zamalek, do Egito, próximo da grande área. O jogador egípcio caiu dentro da área e o árbitro, do Sudão, marcou pênalti e expulsou Abass Magongo. Os jogadores do Gor Mahia desferiram socos e chutes no árbitro, que então encerrou a partida. Além de eliminado da competição, o Gor Mahia foi suspenso pela CAF por 2 anos de seus campeonatos, além de 6 jogadores (Abbey Nassur, Otieno Solo, Abass Magongo, Onyango Fundi, Bobby Ogolla e Abdallah Shebe) e mais o técnico Len Julians sofrerem a mesma punição.

Apesar de banido da principal competição africana, o Gor Mahia estava apto a participar da Copa Interclubes da CECAFA de 1985, disputada no Sudão. Sem 6 de seus melhores jogadores e o técnico suspensos, o clube não esperava ir longe na competição. Porém, o time comandado pelo interino Maurice Ochieng vingou-se da derrota na final da edição anterior da competição, e sagrou-se campeão sobre o mesmo AFC Leopards e devolvendo-lhe o mesmo placar.

Em 1987, o clube conquistou o maior título de sua história: a Copa das Confederações da CAF, vencendo também a Copa Presidente do Quênia e o Campeonato Queniano. Além disso, o Gor Mahia cedeu 8 jogadores à Seleção Queniana que foi vice-campeã dos Jogos Pan-africanos daquele ano, o melhor resultado da história do país no futebol.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Internacionais[editar | editar código-fonte]

Nacionais[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Bandeira de QuéniaSoccer icon Este artigo sobre clubes de futebol quenianos é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.