Graça (Ceará)

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Município de Graça

Igreja Matriz de Graça - Ceará
Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida Brasão desconhecido
Hino
Aniversário 15 de abril 26 Anos
Fundação 15 de abril de 1987
Gentílico gracense
Lema O Futuro Começa Agora
Prefeito(a) Maria Iraldice de Alcântara (PRB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Graça
Localização de Graça no Ceará
Graça está localizado em: Brasil
Graça
Localização de Graça no Brasil
04° 02' 45" S 40° 45' 10" O04° 02' 45" S 40° 45' 10" O
Unidade federativa  Ceará
Mesorregião Noroeste Cearense IBGE/2008[1]
Microrregião Sobral IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Norte: Ibiapina, Mucambo Leste: Pacujá, Reriutaba Sul: Guaraciaba do Norte Oeste: São Benedito
Distância até a capital 255 km
Características geográficas
Área 281,890 km² [2]
População 15 052 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 53,4 hab./km²
Altitude 179 m
Clima 23° e 34° Moderado
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,593 baixo PNUD/2000[4]
PIB R$ 43 441,247 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 2 739,74 IBGE/2008[5]
Página oficial

Graça é um município brasileiro do estado do Ceará.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localização: Noroeste Cearense

Distância em linha reta a capital: 255 km

Área: 282 km2

Latitude: 4º 02’ 46’’

Longitude(WGr): 40º 45’ 10’’

Limites: Norte: Pacujá, Mucambo e Ibiapina Sul: Guaraciaba do Norte e Reriutaba Leste: Reriutaba e Pacujá Oeste: São Benedito

Altitude (m): 174,8

Clima: Tropical Subquente Úmido e Tropical Quente Úmido

Pluviosidade (mm): 1.507,2

Temperatura Média (Cº): 26° a 28°

Período Chuvoso: Janeiro a Maio

Relevo: Depressões Sertanejas

Solos: Solos Litólicos, Podzólico Vermelho- Amarelo e Latossolo Vermelho- Amarelo

Vegetação: Caatinga Arbustiva Aberta, Floresta Caducifólia Espinhosa, Floresta Subcaducifólia Tropical Pluvial e Floresta Subperenifólia Tropical Pluvio- Nebular

Região Administrativa: 6

Macrorregião de Planejamento: Sobral/Ibiapaba

Mesorregião: Sopé da Ibiapaba - Noroeste Cearense

Microrregião: Sobral

População: 15.297 habitantes (IBGE 2007)

História[editar | editar código-fonte]

Século XVII - Indígena

Na procura aos índios, feita pelos portugueses, cujos índios pertenciam a família Tabajara, que habitavam as regiões: Planalto da Ibiapaba e Sertões do Jaibára. Nesta Jaibára foi encontrada pelos portugueses uma mulher indígena que estava acompanhada por uma criança fêmea de quatro anos, aproximadamente. Ao deparar-se com os portugueses, a índia procurou livrar-se dos mesmo tentando subir a serra rapidamente, levando com ela sua pequena filha. Porém a fuga não deu certo, a infeliz mulher, índia foi presa pelos portugueses na “quebrada da serra”, na localidade conhecida hoje por Santos Cosmo ou Parada do Quatro. Ao ser dominada pelos seus inimigos a referida mulher não resistiu a prisão e faleceu no período da noite. A pequena criança ficou em poder dos portugueses e por eles foi levada para Portugal e entregue à família real que adotou e civilizou a menina. Como a criança não tinha nome, levaram-na a pia batismal e deram-lhe o nome de Lucrécia. Ao tornar-se adulta, os mandatários mandaram-na de volta às terras onde nasceu: Brasil – Ceará, Graça. Lucrécia procurou o lugar onde sua mãe morreu, juntamente com o seu marido Belchior Correia de carvalho, também vindo de Portugal, e construiu um cemitério em sua homenagem. O casal Belchior e Lucrécia constituiu a maior e mais ilustre família de nossa região. Lucrécia tornou-se a primeira mulher civilizada gracense. Do referido casal nasceram três filhos, duas fêmeas e um macho,sendo eles: Francisca Correia de Carvalho, casada com Domingos Gonçalves Lemos, Paula Correia de Carvalho, casada com José Craveiro Ferraz, no dia 04 de junho de 1760, e Francisco Correia de Carvalho. Mais tarde Lucrécia fica viúva e logo se casa com o Sr. Manoel Correia Lourenço. Deste casal nasceram duas filhas: Maria Correia Lourenço, casada com Estevão Gomes da Silva, e Angélica Correia Lourenço , casada com Francisco de Assis Brito. O casal Belchior e Lucrécia foi beneficiado com um patrimônio de 30 léguas de terras, doado pelo reinado de Portugal. A terra doada abrange vários lugarejos, sítios e cidades. Tais como: Fazenda Criminoso, Genipapo, Pirituba, Taquarí, Tapiranguara, quase Dodô sopé da serra da ibiapaba , todos os municípios de: Graça, Santo Amaro, Guaraciaba do norte , Monte belo, Pacujá, Riachão, Cariré, entre muitos outros lugares. A partir daí vem toda a descendência da índia Lucrécia formando a maioria das famílias gracenses.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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