Gramática funcional

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde dezembro de 2013).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.

O funcionalismo vê a língua com uma estrutura maleável, sujeita às pressões de uso e constituída de um código não totalmente arbitrário.[carece de fontes?]

Princípios Básicos[editar | editar código-fonte]

O Princípio da Marcação, o Princípio da Iconicidade e o Princípio da Gramaticalização

O Princípio da Marcação[editar | editar código-fonte]

Diz respeito à presença versus ausência de uma propriedade nos membros de um par contrastante de categorias lingüísticas.

Complexidade Estrutural: a estrutura marcada tende a ser mais complexa (ou maior) que a estrutura não marcada.

Distribuição de Freqüência: a estrutura marcada tende a ser menos freqüente que a estrutura não marcada.

Complexidade Cognitiva: a estrutura tende a ser cognitivamente mais complexa do que a estrutura não marcada correspondente.

Princípio da Iconicidade[editar | editar código-fonte]

Relação motivada, isomórfica, de um para um, entre forma e conteúdo.

Subprincípio da Quantidade: quanto maior a quantidade de informação maior a quantidade de forma, de tal modo que a estrutura de uma construção gramatical indica a estrutura do conceito.

Subprincípio da Integração: os conteúdos mais próximos cognitivamente também estarão integrados no nível da codificação – o que está mentalmente junto, coloca-se sintaticamente junto.

Subprincípio da Ordenação Linear: a informação mais importante tende a ocupar o primeiro lugar na cadeia sintática, a ordem de elementos revela a ordem de importância do falante.

Gramaticalização[editar | editar código-fonte]

Focaliza a emergência, ao longo do tempo, de novas estruturas morfossintáticas e suas funções semânticas ou pragmáticas correspondentes.

Freqüência de uso: traço caracterizador do processo de regularização lingüística. Quando uma forma inesperada passa a ser considerada normal e despercebida no discurso.

Interdependência: entre língua e fala, estrutura e uso, categórico e menos categórico na língua.

Pancronia: perspectiva diacrônica que envolve a mudança lingüística e perspectiva sincrônica que envolve a variação.