Gramática transformacional

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A gramática transformacional é uma teoria gramatical lançada por Noam Chomsky em 1957. Trata do aspecto criativo da faculdade da linguagem e aborda os processos de transformação pelos quais passa o sintagma. A gramática transformacional é um tipo particular de gramática generativa, noção introduzida na linguística na década de 1950 por Noam Chomsky, que renovou completamente a investigação nesta área do conhecimento. É possível conceber tipos diferentes de gramática ge(ne)rativa, e o próprio Chomsky definiu e discutiu vários tipos diferentes em seus primeiros trabalhos. Mas, desde o início, ele próprio defendeu um tipo particular, ao qual deu o nome de gramática transformacional ou GT; a gramática transformacional foi chamada às vezes gramática gerativa transformacional, ou GGT.

História[editar | editar código-fonte]

Foi nos EUA, no fim dos anos 50, que surgiram as críticas ao distribucionalismo americano que poriam em questão os fundamentos teóricos do movimento estruturalista.

Um dos discípulos de Harris, Noam Chomsky trabalhava com ele numa formalização lógico-matemática dos métodos distribucionais e, na sua extensão, à sintaxe. Está na origem de mudanças que marcaram profundamente a orientação da pesquisa em linguística.

Na obra As Estruturas Sintáticas, publicada em 1957, Noam Chomsky apresenta essencialmente uma crítica ao distribucionalismo, ao mesmo tempo que introduz as primeiras transformações na descrição sintática.

Em 1965, a obra Aspectos da Teoria da Sintaxe sintetiza os problemas abordados desde 1957. Os conceitos de competência e de performance (desempenho) da estrutura de superfície (realizar frases) e da estrutura profunda (caminho a seguir para criar frases), constituem-se numa nova teoria do conjunto dos fenômenos linguísticos. Nasceu um novo movimento designado: Linguística gerativa, no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).

A rápida difusão do movimento gerativista na Europa pode explicar-se não só como uma tendência muito geral de abertura da Europa às concepções americanas, mas igualmente por certos aspectos da própria teoria generativa. Por exemplo, o fato de retomar algumas tradições antigas da gramática, ao mesmo tempo que redescobre, sob novas formas, conceitos ligados ao desenvolvimento da linguística estrutural europeia.

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