Guaratinguetá

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Município de Guaratinguetá
Praça Doutor Homero Ottoni, Centro Histórico
"Capital do Fundo do Vale"

" Atenas do Vale do Paraíba"

Brasão de Guaratinguetá
Bandeira de Guaratinguetá
Brasão Bandeira
Hino
Aniversário 13 de junho
Fundação 13 de junho de 1630
Gentílico guaratinguetaense
Lema Paulistarum Arx
"Eu sou o baluarte dos Paulistas"
Prefeito(a) Antônio Gilberto Filippo Fernandes Junior (DEM)
Localização
Localização de Guaratinguetá
22° 48' 57" S 45° 11' 34" O22° 48' 57" S 45° 11' 34" O
Estado São Paulo
Mesorregião Vale do Paraíba Paulista
Microrregião Guaratinguetá
Região metropolitana
Municípios limítrofes Campos do Jordão, Delfim Moreira, Piquete (N), Cunha, Lagoinha, Aparecida, Potim (S), Pindamonhangaba (O) e Lorena (L)
Distância até a capital 176 quilômetros
Características geográficas
Área 751,443 km²
População 107.895 hab. cont. IBGE/2007 [1]
Densidade 150,4 hab./km²
Altitude 530 metros
Clima tropical de altitude
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,818 (71° ) - elevado PNUD/2000
PIB R$ 2.106.142.648,00 IBGE/2007
PIB per capita R$ 16.847,52 IBGE/2007

Guaratinguetá é um município brasileiro do estado de São Paulo, localizada na região do Vale do Paraíba, sede de microrregião e um dos pólos sub-regionais do Brasil. Sua microrregião vive um processo de urbanização e pode ser elevada a Região Metropolitana. A cidade é uma das mais importantes do Vale do Paraíba e é um município turístico, industrial e comercial[2]. A cidade é a mais antiga do Vale do Paraíba; nasceram no município várias personalidades tais como: Frei Galvão, primeiro santo brasileiro, Dilermando Reis, músico e violinista, Rodrigues Alves, ex-presidente da República, Euríclides de Jesus Zerbini, médico cardiologista e pioneiro no transplante de coração no Brasil; nas terras de Guaratinguetá foi achada a imagem de Nossa Senhora de Aparecida, o local hoje deu origem à cidade de Aparecida. É conhecida na região pela tradição da comemoração do Carnaval, com desfile de escolas de samba e blocos canavalescos. A cidade abriga também a Escola de Especialistas de Aeronáutica, um dos mais importantes centros de aviação do país.

Índice

[editar] Visão Geral

Rua no Centro de Guaratinguetá.
Rua no Centro de Guaratinguetá.

Guaratinguetá é a cidade mais velha do Vale do Paraíba, fundada em 1630[3]. Já foi o maior município da região do Vale em tamanho e em população[3]. Hoje é a segunda cidade mais importante da região, atrás apenas de São José dos Campos; passando a frente de cidades maiores como Taubaté, Jacareí e Pindamonhangaba [4].

Guaratinguetá é a 65º melhor cidade para se viver no Brasil [5], é considerada a mais tranqüila do Vale do Paraíba, além de ter o melhor índice de distribuição de renda de sue mesorregião[5]. É também considerada a cidade mais rica em história e cultura do Vale[3], Guaratinguetá é um importante centro de comércio local, abastecendo os municípios vizinhos e o Sul de Minas Gerais [2]. Guaratinguetá abriga o maior complexo químico da América Latina [6], a BASF, além de ter em seu território diversas indústrias. Também fazem parte do setor econômico a Agropecuária e o Turismo, o último se intensificou após a canonização de Frei Galvão como o primeiro santo brasileiro.

A cidade é recortada pelo Rio Paraíba do Sul, e pelo Ribeirão de Guaratinguetá, o último responsável pelo abastecimento de água do município. A urbanização no município aumento após a inauguração da Rodovia Presidente Dutra que recorta a cidade[3]; que vive hoje um intenso processo de urbanização, que acaba muitas vezes gerando problemas urbanos. Com uma taxa de crescimento anual de 1,27%[7], Guaratinguetá mostra que no decorrer dos séculos sua importância regional não diminuiu.

[editar] História[3]

Desde de o início de seu povoamento, em 1600, Guaratinguetá teve em seu território uma grande quantidade de garças que marcavam a paisagem[3]. Os índios dominavam as terras da cidade até a chegada dos brancos; estes chegam à cidade em 1628, através da doação a Jacques Félix e seus filhos, de terras no Vale do Paraíba. Em torno da antiga capela de Santo Antônio (hoje Catedral), é que se desenvolveu a cidade de Guaratinguetá. No ano de 1651, foi elevada a Vila, pelo Capitão Domingos Luiz Leme.

[editar] Século XVIII[3]

Por sua localização, Guaratinguetá era ponto de passagem para Minas Gerais e para as vilas de Taubaté e São Paulo, além de ser ponto de partida para Parati. Durante as primeiras décadas do século XVIII, a cidade teve importante participação no ciclo do ouro em Minas Gerais. Foi o principal centro abastecedor do território mineiro, e para lá mandou vários bandeirantes, juntamente com os bandeirantes de Taubaté e de Pindamonhangaba. Nessa época a cidade recebeu uma Casa de Fundição de Ouro, que mais tarde foi transferida para Parati. A economia da cidade, porém era pequena, e a cidade não era grande; todo setor econômico era voltado para o comércio de beira de estrada. Em 1765, Morgado de Mateus, Governador da Capitania na época, nomeou Guaratinguetá para ser sede do Segundo Grupo de Infantaria e do Segundo Corpo de Dragões de Guaratinguetá e Vilas do Norte. No século XVIII, também foi achada no Rio Paraíba a imagem de Nossa Senhora Aparecida, hoje Padroeira do Brasil. Em 1739, nasce em Guaratinguetá Antônio Galvão de França – Frei Galvão, primeiro Santo brasileiro. Durante o século XVIII novos templos religiosos se ergueram na cidade como é o caso da igreja de Nossa Senhora do Rosário. No final do século XVIII, Guaratinguetá perde uma grande parte de seu território, com a emancipação de Cunha. Também no final do século, a economia da cidade começa a crescer, juntamente com a produção da Cana-de-Açúcar, que passa a ser a principal fonte de renda de Guaratinguetá. E com a sua grande produtividade de açúcar, a cidade se torna na época uma das principais vilas da Capitania de São Paulo.

[editar] Século XIX[3]

No século XIX, o Príncipe Dom Pedro pernoita na cidade em 19 de agosto de 1822, durante sua caminhada para a Independência do Brasil. O Café entra no século XIX como a principal economia da cidade, do Vale do Paraíba e Brasil, já que os engenhos de cana-de-açúcar começam a entrar em declínio. O desenvolvimento do café atinge em 1886, apenas em Guaratinguetá, 350 mil arrobas anuais. Junto com o progresso do café, vem o desenvolvimento econômico, político, social e urbano á vila, que em 1844 era elevada a categoria de cidade, e logo depois no ano de 1852 a categoria de comarca . A população da cidade aumentou com a vinda de escravos, que trabalhavam nas plantações. A cidade começou a viver um período de embelezamento com a iluminação das ruas através dos lampiões, e perto da Matriz, atual Catedral, foi instalado um gasômetro para a iluminação do templo. Nessa época chegam a cidade as primeiras escolas para moças, e em 1858 é inaugurado o jornal “O Mosaico”, tornando Guaratinguetá a primeira cidade do Vale do Paraíba a ter um jornal. O comércio teve grande desenvolvimento, trazendo mercadorias importadas da Europa para a cidade, mercadorias trazidas através do porto de Parati . Por duas vezes a cidade foi visitada pela Família Imperial, em 1868 e em 1884. Em 1860, a cidade envia para a Guerra do Paraguai voluntários da Pátria, Guardas Nacionais e escravos oferecidos a serviço de guerra.

Estação Ferroviária de Guaratinguetá, agora em reformas.
Estação Ferroviária de Guaratinguetá, agora em reformas.

Em 1869, Guaratinguetá recebe a Santa Casa de Misericórdia, regida na época pela Irmandade dos Passos, que também em 1855 tinha dado origem ao Cemitério dos Passos. A estrada de Ferro é inaugurada na cidade em 1877, ligando Guaratinguetá à Corte do Rio de Janeiro e a São Paulo. Data da mesma época a criação de um Clube Republicano, junto à intensa atividade abolicionista. Funda-se em 1882 o Clube Literário de Guaratinguetá e a Banda Municipal da União Beneficente. Com a abolição da escravatura, o município busca a colaboração estrangeira para o cultivo do solo. Em 1892 ocorre a instalação da Colônia do Piagüí, com a integração de mão de obra de imigrantes italianos, austríacos, alemães, suecos, belgas, franceses e poloneses. No final do século XIX, a cidade contava com duas agências consulares, uma da Itália e a outra de Portugal. Nesta mesma época, ocorre a inauguração do Teatro Carlos Gomes (atual prefeitura), a construção da ponte metálica, que ligava a cidade ao bairro do Pedregulho, a inauguração do Banco Popular, do Mercado Municipal, da Caixa d’Água e da rede de esgoto urbano. Nessa mesma época, é fundado na cidade o primeiro Grupo Escolar, no edifício Dr. Flamínio Lessa.

[editar] Século XX[3]

O século XX inicia-se com o alteamento das torres da Catedral. Em 1901, é construída a igreja de Nossa Senhora da Piedade no distrito de Roseira, que fazia até então parte de Guaratinguetá. No ano de 1902, ocorre à instalação da Escola Complementar e depois da Escola Normal, para a formação de professores. Nesta época também há a criação do Ginásio Nogueira da Gama e do seu internato. A Escola de Comércio, Escola de Farmácia e a de Odontologia, são fundadas na cidade. Com a abertura das escolas, principalmente, da Escola Normal, Guaratinguetá torna-se na época, um importante centro de cultura, pois atraia para a cidade estudantes e professores vindos de diversas regiões do estado e de Minas Gerais . A rede de energia elétrica é inaugurada na cidade, em 1905, e com isso é instalado uma linha de bonde elétrico, ligando Guaratinguetá até o seu antigo distrito de Aparecida, o bonde deixa de funcionar em 1952. Por volta de 1915, são inauguradas na cidade mais duas casas de espetáculos, o Parque-Cinema e o Cine Homero Ottoni. Ocorre também a criação do Cine Teatro Central, e a formação da Associação Esportiva de Guaratinguetá, a criação do Clube de Regatas (onde hoje é a Câmara Municipal), além de um Derby e um Jockei Clube. No século XX, também ocorre o decline da produção de café no Vale do Paraíba. A cultura cafeeira cede lugar à prática da agropecuária extensiva. Começa a pecuária leiteira no município, e em poucas décadas, Guaratinguetá se torna uma das maiores bacias leiteiras do Brasil. No ano de 1928, Guaratinguetá perde os territórios de Aparecida e de Roseira, e no ano de 1991, perde seu ultimo distrito, o de Potim. O desenvolvimento da economia do município, fez com que surgissem na cidade as primeiras associações de classe, como a Associação dos Empregados do Comércio, a Associação Comercial e Industrial de Guaratinguetá, a União Produtora de Laticínios, a Cooperativa de Laticínios de Guaratinguetá, a Associação Agro-Pecuária, além da fundação de uma Loja Maçônica e de uma Caixa Rural. No século XX a cidade começa seu processo de industrialização, com a fundação da Fábrica de Cobertores e Companhia de Fiação e Tecidos de Guaratinguetá, em 1914. Em 1920, Monsenhor Filippo, funda a União dos Operários Católicos, e ainda a Sociedade Operária de Guaratinguetá. A atividade industrial cresce em Guaratinguetá com a abertura da Rodovia Presidente Dutra, em 1950. No parque industrial da cidade, juntamente com as industrias de laticínios, de fiação e de tecelagem, desenvolveram-se industrias de produtos químicos, de mecânica pesada, de papel, entre outras. Na área educacional, chegam à cidade o SENAC “Nelson Antônio Mathídios dos Santos”, a FATEC (Faculdade Tecnológica), ocorre a criação dos Museus Frei Galvão e Rodrigues Alves. No final do século, com a Beatificação de Frei Galvão, a atividade turística, começa a aumentar no município.

[editar] Toponímia

Escultura de garças no Centro Expandido de Guaratinguetá
Escultura de garças no Centro Expandido de Guaratinguetá

De origem indígena, Guaratinguetá significa "Terra das Garças Brancas". Muitos confundem o significado do nome com "Reunião das Garças Brancas", o que é errado. Recebeu esse nome pela grande quantidade de garças existente nos domínios da cidade. Guaratinguetá, mais conhecida como "Guará", também é facilmente confundida com o município de Guará no interior do Oeste paulista.

[editar] Geografia

[editar] Clima

O clima é tropical de altitude com inverno seco (Köppen: Aw), com temperatura média mínima de 19,2° e máxima de 30,5°.

Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura Máxima (média) °C 30,4 30,5 30,1 28,3 26,3 25,1 25,4 27,5 28,4 29,0 29,6 29,6 28,4
Temperatura Mínima (média)°C 19,0 19,2 18,4 15,7 13,0 11,6 11,0 12,4 14,4 16,0 17,0 18,3 15,5
Chuvas mm 209,0 187,0 195,1 72,5 48,0 30,9 25,3 29,7 55,8 117,4 142,2 199,1 1312,0
Fonte: - Unicamp - Cepagri

A cidade é considerada a mais quente do Vale do Paraíba por muitos. Possui uma temperatura média de 25° [8] e o clima é seco e quente na área urbana, e ameno e úmido nas áreas rurais.

[editar] Relevo

Guaratinguetá está assentada sobre terreno arqueano, formado do grande galho da Serra do Mar que parte do espigão principal nas cabeceiras do Paraíba. Para margem do Paraíba o que se estende pela cidade está sobre formação moderna considerada como terciária com uma sobre-capa de quaternário. A cidade cresceu a beira do Rio Paraíba do Sul, também se estendeu sobre colinas e morros que recortam o município. Guaratinguetá localiza-se a 530 metros de altitude em relação ao nível do mar. A área urbana se localiza praticamente toda em região de planície. Morros recortam a cidade entre as Zonas Norte e Oeste, entre o Centro Expandido e a Zona Sul e entre a Zonas Sul e Leste.

[editar] Vegetação

Nas montanhas mais altas como a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira, a vegetação é formada por uma mata densa nas áreas mais altas, contrastando com a vegetação da parte mais baixa repleta de plantas miúdas e retorcidas, típicas de áreas frias. A região onde hoje se encontra a cidade era composta pela mata ciliar do rio Paraíba hoje, praticamente devastada em muitas partes. Também havia ocorrência de áreas de campos, com uma vegetação mais espaçada. A vegetação no município foi muito devastada desde a época do café. Hoje com a ajuda da iniciativa privada[9], a cidade vem passando por um processo de reflorestamento da mata ciliar do rio Paraíba e de alguns ribeirões.

[editar] Hidrografia

Rio Paraíba do Sul e seus afluentes principais, como os ribeirões de Guaratinguetá, dos Lemes, dos Motas, Gomeral, São Gonçalo, e Pilões, entre outros. É do Ribeirão de Guaratinguetá que sai a água que abastece a cidade. A empresa SAAEG (Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Guaratinguetá), que fornece o abastecimento de água na cidade utiliza a água desse afluente, que segundo estudos é mais limpa que a do Paraíba, tornando a água da cidade de Guaratinguetá a mais limpa do Vale do Paraíba.

[editar] Demografia

[editar] Dados Importantes

Mapa de IDH da área urbana de Guaratinguetá
Mapa de IDH da área urbana de Guaratinguetá

Grau de Urbanização do Município (em %): 95,56

Densidade demográfica (hab./km²): 151,34

Mortalidade infantil até um ano (por mil): 8,50

Expectativa de vida (anos): 76,69

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,08

Taxa de Alfabetização: 95,32%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,818

  • IDH-M Renda: 0,773
  • IDH-M Longevidade: 0,761
  • IDH-M Educação: 0,920

(Fonte: IPEADATA)

[editar] Composição da população

Histórico populacional
ano População

1920 20.440
1930 26.895
1940 28.566
1950 31.265
1960 54.200
1970 60.636
1980 72.598
1991 85.692
2000 98.313
2002 101.023
2004 103.632
2005 107.369
2006 113.996
2007 107.895

Dados do Censo - 2000

A população é predominantemente branca, sendo os pardos o segundo maior grupo étnico da cidade. Em números arredondados, os brancos significam 80.117 habitantes, os pardos 23.413 habitantes, os negros representam 3.345 habitantes, amarelos 485 habitantes e indígenas também 485 habitantes; num total de 107.895 habitantes.

  • Etnias
Cor/Raça Porcentagem
Branca 74,3%
Negra 3,1%
Parda 21,7%
Amarela 0,2%
Indígena 0,2%

Fonte: Censo 2000

[editar] Crescimento Populacional

População por Sexo (Censo 2000)
Sexo Habitantes

Homens 52.895
Mulheres 55.000

A taxa de crescimento populacional é de 1,27%[7] ao ano, uma das maiores taxas do Vale do Paraíba. O maior crescimento da cidade ocorreu entre 1960 e 1950, onde a cidade teve um acréscimo populacional de 22.935 habitantes, já o menor período de crescimento da cidade foi entre 1930 e 1940 onde a população aumentou em apenas 1.671 habitantes.

População Total: 107.895 (População estimada 2007 em 01.07.2007 - Fonte - IBGE)

  • Urbana: 119.012
  • Rural: 6.000

[editar] Pirâmide Etária

A pirâmide etária da cidade de Guaratinguetá segue a tendência da pirâmide etária nacional: um estreitamento da base e um alargamento do topo. Isso mostra uma diminuição da taxa de natalidade e um aumento da expectativa de vida. Através da pirâmide percebemos que as mulheres são maioria na terceira idade e entre as faixas etárias de 30 a 59 anos; enquanto os homens são maioria nas faixas etárias de 0 a 29 anos.

[editar] Economia

Pioneira na Industrialização, hoje Guaratinguetá mantêm sua grande importância econômica [5]. Foi eleita a 90º melhor economia do Brasil, a 24º do estado de São Paulo e a 2º melhor do Vale do Paraíba[4].

Composição da economia de Guaratinguetá em 2006[7]
Comércio e Serviços
72,56%
Indústria
19,96%
Construção Civil
3,90%
Agropecuária
3,58%

[editar] Comércio

Burti Shopping Guará, na Avenida Juscelino Kubitschek, Zona Sul .
Burti Shopping Guará, na Avenida Juscelino Kubitschek, Zona Sul .

Considerada a segunda cidade mais importante do Vale do Paraíba[4], Guaratinguetá abastece o comércio de sua microrregião administrativa e de todo fundo do vale. A cidade de Guaratinguetá, desde de o seu início, apresenta uma vocação comercial[3]. Hoje, o comércio que antes era feito na beira de estrada, se modernizou com o passar dos anos. O setor de serviços também cresce na cidade, e pela qualidade dos serviços de saúde, educação, entre outros, Guaratinguetá é procurada por moradores de cidades vizinhas, como Aparecida e Potim [2]. Algumas avenidas da cidade vivem o processo de comercialização, como é o caso da Avenida João Pessoa, na Zona Oeste, e a Avenida Juscelino Kubitschek, na Zona Sul da cidade. A abertura do Shopping Center em Guaratinguetá fez com que aumentasse o número de pessoas que procuram a cidade para fazer compras, e acaba incentivando a comercialização da Zona Sul.

[editar] Indústrias

Mais antiga indústria de Guaratinguetá. Zona Oeste.
Mais antiga indústria de Guaratinguetá. Zona Oeste.

A mais antiga indústria de Guaratinguetá é a Fábrica de Cobertores e Companhia de Fiação e Tecidos de Guaratinguetá, fundada em 1912. No fim do século XIX, já estão instaladas Guaratinguetá algumas pequenas fábricas e fabriquetas, mas elas começam a surgir, com mais freqüência, nas primeiras décadas do século XX[10], algumas se perpetuam até os tempos de hoje. O processo de industrialização pode ser marcado em 1920, pela criação da União dos Operários Católicos, pelo monsenhor João Filipo, e pela Sociedade Operária de Guaratinguetá. A industrialização se concretiza com a inauguração da Rodovia Presidente Dutra, em 1950. Marco arquitetônico da rodovia foi à construção do Hotel Clube dos 500, com o projeto assinado por Oscar Niemeyer e pleno urbanístico de Prestes Maia, tendo seu restaurante enriquecido por um grande afresco de Di Cavalcanti. A vocação industrial de Guaratinguetá esteve e esta muito voltada para o setor alimentício e de laticínios, mas há um grande número de industrias de outros ramos como, por exemplo, indústria têxtil, de fiação, tecelagem, químico, e metal-mecânico.

  • Algumas indústrias são:
* Companhia de Fiação e Tecidos de Guaratinguetá
* Indústria de Papel
* Lucchesi
* Danone(antiga Leite Paulista)
* Val Guará
* Montik
* Café Rosa de Ouro
* ABC Retifica de Motores
* Basf
* EATON
* Tekno
* Metalúrgica Guará
* Stollberg
* Termosinter
* Top Mix
* Eletrons Gem
* Liebherr
* Unimol Brasil
* CCDL
* Engimac Logística

[editar] Agropecuária

Plantação de arroz no Cinturão Verde da cidade, após a Zona Norte.
Plantação de arroz no Cinturão Verde da cidade, após a Zona Norte.

A agricultura e a pecuária estão ligadas ao setor econômico de Guaratinguetá desde de o começo da história do município, hoje, ainda contribuem para a economia do município, mas de forma menos expressiva. Na agricultura, destaca-se a plantação de arroz [11], que se concentram no entorno das Zonas Norte e Leste, no chamado Cinturão Verde da cidade. Nessas regiões, e também na Zona Rural, vem ocorrendo um aumento na quantidade de frutas, verduras e legumes produzidos, ou seja, a agricultura aponta uma tendência de crescimento no setor de hortifrutigranjeiros[11].

Produção Agrícola de Guaratinguetá[2].
Produto Quantidade
Cana 72,0 mi.ton.
Arroz 9,7 mi.ton.
Frutas 35,0 mi.ton.
Mandioca 0,7 mi.ton.
Milho 0,6 mi.ton.

Já na pecuária a produção de bovinos, suínos, eqüinos e ovinos, ganham destaque[11]. Com a pecuária extensiva que começou no município nos anos 50, Guaratinguetá, chegou a ser uma das principais bacias leiteiras do país[11].

Pecuária em Guaratinguetá[2].
Rebanho Quantidade
Bovino (Leite) 17 mil.
Bovino (Corte) 6 mil.
Suinos 2.012 mil
Eqüinos 1.998

[editar] Negócios e investimentos

Localizada no eixo RioSão Paulo, Guaratinguetá é considerada a segunda melhor economia do Vale do Paraíba para se investir[4] e a segunda em importância na região. Com grande crescimento dos setores Indústrias e Comerciais, a cidade vem vivendo um grande crescimento em seu setor econômico.

[editar] Turismo

Casa onde Frei Galvão nasceu, hoje, um Museu em sua homenagem. É um dos principais pontos de visita da cidade.
Casa onde Frei Galvão nasceu, hoje, um Museu em sua homenagem. É um dos principais pontos de visita da cidade.

O turismo na cidade de Guaratinguetá se desenvolveu com o passar dos anos, e é hoje, um dos principais meios lucrativos do município. O turismo religioso é talvez o principal e o que mais atrai visitantes para a cidade, houve um aumento ainda maior nesse setor após a canonização de Frei Galvão. Os turismos urbanos, históricos e ecológicos também atraem visitantes e lucro para o município [12]. O desenvolvimento desse setor teve início no final do século XX, mas ganhou força no século XXI. Em parceria com o Sebrae e as cidades de Aparecida e Cachoeira Paulista, Guaratinguetá lançou um pacote de turismo, chamado de Circuito da Fé, envolvendo visitas a pontos turísticos dos três municípios[13].

O turismo urbano e histórico prevalece na região central da cidade, com visitas a antigos casarões construídos na época do café, visitas a Estação Ferroviária de Guaratinguetá e ao Mercado Municipal. No turismo Ecológico, o bairro do Gomeral, das Pedrinhas, do Taquaral e dos Pilões são os roteiros principais, já que ficam nas bases de montanhas como a Serra da Mantiqueira e da Serra do Mar[12].

O turismo religioso envolve visitas à casa de Frei Galvão, ao seminário do Santo, a Igrejas como a Catedral de Santo Antônio e a Igreja de Frei Galvão [12].

[editar] Rede hoteleira

A cidade possui mais de 70 hotéis e mais de 2.500 leitos.[14]

[editar] Estrutura Urbana

[editar] Região Metropolitana

A conurbação de Guaratinguetá com cidades vizinhas como Aparecida, Potim, Roseira, Lorena, Cruzeiro e Cachoeira Paulista é visível a todos que passam pela região. Apesar deste processo se dar de forma lenta, a população da área conurbada gira em torno de 430 mil habitantes.

Mapa da futura Região Metropolitana de Guaratinguetá, inclui os municípios previstos e não previstos na Lei.
Mapa da futura Região Metropolitana de Guaratinguetá, inclui os municípios previstos e não previstos na Lei.

A Microrregião de Guaratinguetá inteira possui por volta de 500 mil habitantes, e um grande potencial agrícola e industrial, além do turismo. Guaratinguetá se une à cidade de Aparecida pela Zona Sul, com Lorena pela Zona Leste, com Potim pela Zona Oeste, pela Zona Norte não a conurbação direta; mas a região se liga indiretamente com o município de Lorena.

Ao observar o projeto de lei[15] (utiliza os dados do Censo 2000), que pretende criar regiões metropolitanas no interior paulista, nota-se a exclusão de alguns municípios que na época não haviam se conurbado com a cidade de Guaratinguetá, como é o exemplo da junção física de Potim e Roseira e da junção econômica com Cruzeiro. Contando apenas os municípios incluídos na Lei Estadual, a Região Metropolitana de Guaratinguetá teria 273.582 habitantes; agora se contarmos com a realidade atual da junção física e econômica de Guaratinguetá com as cidades de Potim, Roseira e Cruzeiro, passaríamos a ter 376.839 habitantes.

Município População Legislação
Guaratinguetá (sede) 107.895 habitantes Projeto de Lei Complementar nº 33/2005
Aparecida 35.903 habitantes Projeto de Lei Complementar nº 33/2005
Lorena 79.317 habitantes Projeto de Lei Complementar nº 33/2005
Cachoeira Paulista 31.674 habitantes Projeto de Lei Complementar nº 33/2005
Canas 4.318 habitantes Projeto de Lei Complementar nº 33/2005
Piquete 14.475 habitantes Projeto de Lei Complementar nº 33/2005
Roseira 9.016 habitantes Não incluído, porem está conurbado com Guaratinguetá.
Potim 18.143 habitantes Não incluído, porém está conurbado com Guaratinguetá.
Cruzeiro 76.098 habitantes Não incluído, porém está conurbado com Guaratinguetá.
Total: 376.839 habitantes


[editar] Divisão político-administrativa

Divisão por Zonas Urbanas de Guaratinguetá
Divisão por Zonas Urbanas de Guaratinguetá

A cidade de Guaratinguetá é dividida em cinco regiões:

  • Zona Norte (no mapa - verde)
  • Zona Leste (no mapa - azul)
  • Zona Oeste (no mapa - vermelha)
  • Zona Sul (no mapa - amarela)
  • Centro (no mapa - rosa)

Alguns dividem o Centro da cidade em centro histórico e centro expandido. As zonas que mais crescem na cidade são, a Zona Norte (frente residencial) e a Zona Sul (frente comercial). Observa-se na Zona Oeste da cidade uma tendência à comercialização, principalmente nos arredores da Avenida João Pessoa. A Zona Leste da cidade abriga os Pólos Industrias I, II, III e IV; notamos também a formação de um V Pólo Industrial, ainda não reconhecido pela prefeitura. Entre as Zonas Sul e Leste e as Zonas Norte e Leste, existe o intitulado "Cinturão de Pobreza"; essa região é considerada a mais pobre da cidade e sofre de falta de rede de esgoto e água encanada. Na região central da cidade os setores de comércio e serviço predominam.

[editar] Bairros

Estátua do Conselheiro Rodrigues Alves, na Praça em sua homenagem no Coração de Guaratinguetá.
Estátua do Conselheiro Rodrigues Alves, na Praça em sua homenagem no Coração de Guaratinguetá.
  • Zona Norte: Parque das Alamedas, Mirante, Portal das Colinas, Parque do Sol, Beira Rio I e II, Jardim do Vale I e II, Jardim Esperança, Nova Guará, Vila Paraíba, Jardim Pérola, entre outros.
  • Zona Sul: São Benedito, Campinho, Santa Rita, Vila Santa Rita, Campo do Galvão, Pedreira, Chácaras Selles, Jardim Tamandaré, Vila Santa Maria, Residencial Augusto Filippo, entre outros.
  • Zona Oeste: Pedregulho, Vila Comendador, Parque das Árvores, Jardim Rony, Vila Mollica, Vila Indiana, Parque São Francisco, Jardim Independência, Vila Comendador, Matadouro, Parque Santa Clara, Vila Municipal I e II, Vila dos Funcionários, entre outros.
  • Zona Leste: Vila Rosa, Vila Guará, Vila Santa Mônica, Vila Angelina, Chácaras Patury, Clube dos 500, Jardim Primavera, Vila Brasil, Engenheiro Neiva, Nova República, entre outros.
  • Centro: centro histórico e o centro expandido.

[editar] Avanço urbano

Com o crescimento da cidade, cada região de Guaratinguetá se especializa em um determinado setor econômico:

  • Zona Norte: avanço residencial
  • Zona Leste: avanço industrial
  • Zona Oeste: avanço comercial
  • Zona Sul: avanço comercial
  • Centro: avanço do setor de serviços

[editar] Infra-estrutura

Dados de Guaratinguetá em relação a infra-estrutura urbana, no ano de 2000. [16]

  • Domicílios com espaço suficiente: 93,89%
  • Domicílios com infra-estrutura interna urbana adequada: 96,50%
  • Coleta de lixo, nível de atendimento: 99,80%
  • Abastecimento de água, nível de atendimento: 99,71%
  • Coleta de esgoto sanitário, nível de atendimento: 97,63%
  • Nível de esgoto sanitário tratado: 40%
  • Lixo domiciliar/comercial destinado às formas sanitáriamente recomendáveis: 100%

[editar] Transportes

Ônibus da TUG em Guaratinguetá, empresa que opera nas linhas Urbanas.
Ônibus da TUG em Guaratinguetá, empresa que opera nas linhas Urbanas.

Guaratinguetá está às margens da rodovia Presidente Dutra e tem dentro do território da cidade a linha Férrea Central do Brasil. Disponibiliza grande rede viária, com largas avenidas e grande número de vias públicas asfaltadas. Está sendo construído na cidade um anel viário. Caso seja construído o "trem-bala", que ligará a cidade de São Paulo ao Rio de Janeiro, este passaria pela cidade.

[editar] Frota

A frota total de veículos de Guaratinguetá em 2006 era de 33.491 [17].

[editar] Rodovias

No acesso rodoviário destaca-se a rodovia Presidente Dutra, agora administrada por um grupo de empresas privadas (Nova Dutra) que vem realizando uma série de investimentos, melhorando sensivelmente as condições de segurança desta Rodovia, a mais movimentada do Brasil.

Frei Galvão: está estatua está presente em uma das entradas da cidade, perto da Rodovia Presidente Dutra.
Frei Galvão: está estatua está presente em uma das entradas da cidade, perto da Rodovia Presidente Dutra.

A rodovia estadual SP-171 é pavimentada e liga Guaratinguetá à Estância Climática de Cunha (SP) e à divisa com o estado do Rio de Janeiro, podendo-se prosseguir viagem em estrada de terra até Parati, Monumento Histórico Nacional. A estrada SP-62 faz a ligação entre Guaratinguetá e Lorena e com o acesso ao Sul do estado de Minas Gerais através da BR-459, passando por Itajubá, Pouso Alegre até Poços de Caldas. Na tentativa de desafogar o trânsito na Av. João Pessoa (Zona Oeste)e o trafego na Avenida J.K.(Zona Sul), está sendo criado na cidade o Anel Viário Mário Covas, que deverá unir as duas avenidas e desafogar o trânsito intenso de carros na ponto Dona Rosinha Filippo. A previsão do término das obras do Anel Viário se estende até julho de 2008.

[editar] Ferrovias

Em tempos mais antigos a ferrovia servia para transporte de passageiros, hoje serve as industrias como rota de saída de produtos. A Ferrovia recorta a cidade nas áreas residenciais, industriais e comerciais.

[editar] Aeroporto

Ver artigo principal: Aeroporto de Guaratinguetá

O Aeroporto Edu Chaves ou Aeroclube de Guaratinguetá comporta vôos leves e médios, além de helicópteros de porte médio. A pista do Aeroporto é asfaltada. Está localizado na Zona Oeste da cidade.

[editar] Cultura

Guaratinguetá, durante muitas décadas, em especial, no período de 1920 a 1960, foi conhecida em todo Brasil, como a “Atenas do Vale do Paraíba[11]. Este título estava ligado a instalação da Escola Normal, uma das únicas existentes na época, no interior do Brasil, atraindo professores e estudantes para a cidade[11]. Enquanto as demais cidades do Vale do Paraíba viviam um período de estagnação econômica e social[11], Guaratinguetá se reorganizava com os estudantes, pensões, cabarets, serenatas, pequenos e grandes jornais, com o Clube Literário e Recreativo, Centro Social, Grêmios, Teatross, Cinemas, Hipódromo, entre outros estabelecimentos, que levaram Guaratinguetá, ser chamada na época de Capital Cultural do Interior[11].

[editar] Festas

São inúmeras, as festividades em Guaratinguetá, destacando-se as festas religiosas. Tais como:

E destacam-se também as festas juninas que sempre estiveram presentes nos bairros da cidade, reunindo as pessoas para dançar quadrilha e tomar quentão.

[editar] Arte

Terra do violinista Dilermando Reis, e abrigando grandes nomes da música, tais como: Benedito Cipólli e Bonfiglio de Oliveira. Com grandes pintores e poetas, Guaratinguetá pode ser considerada uma das cidades mais ricas na área artística, no Vale do Paraíba.

[editar] Música

Nesta categoria artística Guaratinguetá teve seu maior número de representantes, alguns como:

[editar] Pintura

Grandes artistas, cada um na sua especialidade, dignificaram bem Guaratinguetá. Conquanto alguns tivessem de borrar paredes para a necessária subsistência, tiravam algumas horas para as suas concepções de estudo. Destacam-se:

[editar] Poesia

Na poesia, a cidade foi representada por José Nogueira, autor do livro de versos "Penumbras", Benedito Diógenes da Costa (Domingos Camará), um sonetista, Nero de Almeida Sena, conhecido pelo uso das redondilhas, Luiz Freire, poeta dos vilancetes e dos triolés e Candido Dinamarco, mais um sonetista.

[editar] Teatro

Antigo Teatro Municipal, hoje sede da Prefeitura.
Antigo Teatro Municipal, hoje sede da Prefeitura.

O antigo Teatro Municipal de Guaratinguetá, hoje, sede da prefeitura, era considerado o mais belo Teatro do Interior Paulista[18]. Os assentos da platéia tinham a forma de uma “ferradura”, as cadeiras eram feitas de palhinha austríaca legítimas e contavam-se quinhentas cadeiras, em cima os camarotes de primeira e de segunda classe. A frontaria do palco, apresentava nas colunas laterais os emblemas da música e da comédia e no frontão um escudo com a divisa de Domenico “Castigat rideno mores”. O plano de boca pintado pelo cenógrafo europeu Camões; a pintura era o jardim de um palácio. A caixa do Teatro era a maior do Brasil [19] na época, e foi à única no país que possibilitou a representação completa de “Zazá”. Quando o Teatro foi transformado em prefeitura, as pessoas tradicionalistas da cidade foram contra tal ato, segundo dizem, condenaram o feito um ‘crime’ contra a cultura.

Biblioteca Municipal de Guaratinguetá
Biblioteca Municipal de Guaratinguetá

[editar] Bibliotecas

Guaratinguetá conta com a Biblioteca Municipal Doutor Diomar Pereira da Rocha, instalada no Centro Expandido da cidade. Outras bibliotecas de portes menores estão instaladas nas Pirâmides do Conhecimento, distribuídas nas zonas Norte, Sul, Leste e Oeste.

[editar] Museus

A cidade possui três importantes Museus, e alguns Centros de Artes. Na cidade existem também alguns mini - Museus, criados pelos moradores do município[20].

Museus
Casa do Artesão no Centro Histórico de Guaratinguetá.
Casa do Artesão no Centro Histórico de Guaratinguetá.
  • Museu Frei Galvão – Praça Conselheiro Rodrigues Alves – Centro Histórico
  • Museu Conselheiro Rodrigues Alves - Centro Histórico
  • Museu Histórico Casa de Frei Galvão - Centro Histórico

Alguns espaços artísticos da cidade são, por exemplo:

  • Espaço VivArte – Zona Oeste da cidade
  • Sede Histórica do Itaguará Country Club (onde ocorrem apresentação musicais) – Zona Oeste
  • Auditório do Museu Frei Galvão – Centro Histórico
  • Casa do Artesão – Centro Histórico
  • Casa E - Zona Oeste
  • Estação Cultura – Centro Histórico

[editar] Carnaval

O bloco da Banda Mole, fundado em 1975, desfila com suas marchinhas irreverentes e é soberano no sábado de Carnaval. Concentra-se a partir das 13h no centro da cidade e inicia seu desfile a partir das 19h, quando o prefeito entrega a chave da cidade ao Rei Momo e sua Corte. Ultimamente tem reunido em torno de 10 mil participantes, em sua grande maioria fantasiados e travestidos (homem de mulher e mulher de homem).

Blocos de Embalo são agremiações ligadas a bairros ou a instituições da cidade sem compromisso organizacional e que desfilam sem competição. A característica principal é o uso de uma camiseta padrão que, a cada ano, é ligada a um tema e se utilizam músicas inéditas para seus desfiles, sejam marchinhas ou sambas. Com 500 componentes, em média, esses blocos têm em comum a distribuição gratuita de bebidas para seus integrantes durante o desfile.

A Liga das Escolas de Samba do 2º Grupo de Guaratinguetá (LESAG) representa as seis escolas do 2º grupo (GRCES); Verde Rosa, Pires Barbosa, Princesa do Vale, Climério Galvão, Unidos do Parque e Unidos do São Dimas. A Liga tem como objetivo principal promover eventos carnavalescos que representem a cultura e o folclore de nossa cidade. Cada bloco desfile com cerca de 300 componentes, divididos em diversas alas, com enredos inéditos a cada ano.

As escolas de samba do 1º Grupo, em Guaratinguetá, são seis, cada uma com cerca de 800 componentes. Apresentam seus enredos inéditos, com carnavalescos, cantores, mestres-salas e porta-bandeiras e até mesmo alas que desfilam nos carnavais de Grupo Especial de São Paulo e Rio de Janeiro. O luxo, a criatividade, e os compromissos com a harmonia e evolução garantem espetáculos grandiosos a cada ano. A agremiação mais antiga, que surgiu como bloco, é a Escola de Samba Boneco