Guarda Municipal do Rio de Janeiro

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Torre da Inspetoria da GM do Bairro do Catete

A Guarda Municipal do Rio de Janeiro (GM-Rio) é uma instituição do município do Rio de Janeiro, criada pela Lei Municipal nº 1.887, de 27 de setembro de 1992 e oficialmente implantada pelo Decreto Municipal n° 12.000, de 30 de março de 1993, com a finalidade de "proteger bens, serviços e instalações municipais, contribuindo para a qualidade de vida da população".[1]

Estrutura[editar | editar código-fonte]

A Guarda Municipal conta com 15 Inspetorias, as IGMs e 8 UOPS(Unidade de Ordem Pública) distribuídas por pontos estratégicos da cidade, de forma a cobrir todos os seus bairros. O seu efetivo de 8.000 guardas desenvolve um patrulhamento urbano próprio à sua finalidade, utilizando-se de veículos motorizados, bicicletas,Segways e carros elétricos.

Grupamentos especiais[editar | editar código-fonte]

Viatura da GM-RIO.

Com o objetivo de desenvolver missões específicas, foram criados 10 grupamentos especiais:

  • GOE - Grupamento de Operações Especiais
  • GAT - Grupamento de Apoio ao Turista
  • GRE - Grupamento de Ronda Escolar
  • GCG - Grupamento de Cães de Guarda
  • GTM - Grupamento Tático Móvel
  • GDA - Grupamento de Defesa Ambiental
  • GEP - Grupamento Especial de Praia
  • 1º GET - Grupamento Especial de Trânsito
  • 2º GET - Grupamento Especial de Trânsito
  • 3º GET - Grupamento Especial de Trânsito

Comando da GMRJ[editar | editar código-fonte]

O atual comandante da Guarda Municipal é o Capitão Leandro Matielli, que era ajudante de ordens do prefeito, com dez anos de experiência no quadro de oficiais da Polícia Militar . Foi escolhido pelo atual prefeito, Eduardo Paes.

Operação choque de ordem[editar | editar código-fonte]

Posto de vigilância operado pela Guarda Municipal - Parque do Flamengo.

É um conjunto de ações da Secretaria Especial de Ordem Pública, criada no início de 2009 pelo atual prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, onde a Guarda Municipal em conjunto com outros órgãos de fiscalização e limpeza como o Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro-RJ) e a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), visa percorrer alguns bairros da cidade, recolhendo lixos, mercadorias ilegais de ambulantes, e também pessoas que estejam morando nas ruas.

Procurando suplementar as exigências de uma administração municipal deficitária, agora com interesse voltado para as Olimpíadas de 2016, a operação choque de ordem faz um rodízio em bairros como Barra da Tijuca, Copacabana, Tijuca, Flamengo, Botafogo, Centro, se estendendo aos tradicionais bairros da zona norte e suas favelas no entorno como Morros dos Macacos e Encontro na divisa do Engenho Novo, à Favela da Maré, à Vila do João, também conhecida como inferno colorido, à Nova Divinéia, à Mangueira, à Cidade de Deus e outras integrantes dos bairros da zona oeste e sul como Rocinha, Vidigal, Chapéu Mangueira e Ladeira dos Tabajaras.

O programa Choque de Ordem é criticado por impedir a atuação de artistas de rua e vendedores autônomos ambulantes, executar o recolhimento forçado ilegal de moradores de rua[2] e dificultar o uso da rua pela população como espaço público e democrático. [3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Prefeitura do Rio (12/01/2010). Guarda Municipal do Rio de Janeiro - GM-Rio. Página visitada em 22/10/2013.
  2. [1]MP pede cassação do prefeito Eduardo Paes por remoções compulsórias
  3. [2] Operação Choque de Ordem: gestão urbana ou repressão?

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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