Guerra

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Guerra

Os animais lutam, mas não fazem guerra. O homem é o único primata que planeja o extermínio dentro de sua própria espécie e o executa entusiasticamente e em grandes dimensões. A guerra é uma de suas invenções mais importantes; a capacidade de estabelecer acordos de paz é provavelmente uma conquista posterior.
 
Hans Magnus Enzensberger, Guerra Civil


Guerra é um confronto sujeito a interesses da disputa entre dois ou mais grupos distintos de indivíduos mais ou menos organizados. A guerra pode ocorrer entre países ou entre grupos menores como tribos ou facções dentro do mesmo país (confronto interno). Em ambos os casos, pode-se ter a oposição dos grupos rivais isoladamente ou em conjunto. Neste último caso, tem-se a formação de aliança(s).

Diz-se guerra civil a um confronto que provoca uma onda de conflitos armados, programados ou planejados entre facções, partidos ou grupos de um mesmo povo, ou ainda a que ocorre entre povos ou etnias habitantes de um mesmo país. Expressões como "guerra econômica" e "guerra psicológica" designam também os confrontos diretos provocados pelos pequenos conflitos efervescentes, agudos com ações igualmente violentas mas sem o uso de armas, necessáriamente. O confronto ou a guerra pode ter motivos religiosos, étnicos, ideológicos, econômicos , territoriais , de vingança , ou de posse (quando um grupo deseja algo do outro).

Índice

[editar] Tipos de guerras

  • Guerra diplomática - confronto político que considera-se o estado "ideal" da guerra, ou seja, uma guerra em que prevalece a diplomacia ou o entendimento entre os povos, a estratégia e a racionalidade do entendimento, não havendo inspiração de ordem emocional ou moralista. Geralmente encontrada em sistemas internacionais propícios ao equilíbrio de poder (vide relações internacionais), segundo Napoleão I, "...as guerras armadas nascem quando as guerras diplomáticas morrem..."
  • Guerra nupcial, de encadeamento ou vingança - caracteriza-se por compreender uma nação inteira sob o objetivo de vencer uma guerra emocionalmente e psicologicamente envolvidos em um objetivo beligerante, nascido do confronto em si, gerado de disputas muitas vezes históricas ou sociológicas. Envolve a totalidade dos esforços bélicos, ideológicos, comerciais, etc., e inclui necessariamente um elenco subjetivo cultural, histórico e antropológico, nascidos da disputa política anteriores e necessáriamente de um líder constituído para tal fim que incorporiza tal espírito beligerante de um povo historicamente ofendido, quase sempre, como já foi dito de origem histórica, social, cultural, antropológica de justiça ofendida e de paixão culturalmente desenvolvida pelo ódio de classes ou culturas ou religiões tudo concatenado e encadeado num momento histórico, como se fosse uma grade panela de pressão que explodisse, por exemplo: a Alemanha nacional trabalhista de Adolf Hitler, a Itália, e o Japão, nações do chamado Eixo, de mesmo foco político, de Benito Mussoline, que queriam transformar o mundo, durante a Segunda Guerra Mundial,chegando a envolver ou encadear também o Japão, como queriam encadear outros teatros de guerra, nas palavras de Wiston Churchil.
  • Guerra preservativa - ocorre quando uma nação, estando sob a ameaça de outra, não encontra alternativa senão a de tomar a iniciativa do confronto, fazendo isso como forma de defesa. São consideradas "legais", de acordo com a Organização das Nações Unidas(1948) ou Liga das Nações(1918).
  • Guerra de partida ou Ataque é a melhor defesa - a nação antecipa agressivamente o confronto, pelo conflito subversivo efervescente das massas, sem que existam provas consistentes o bastante para o justificar, antes do oponente do confronto. Ex.: invasão do Iraque, que culminou na queda de Saddam Hussein.
  • Guerra por procuração ou Doutrina- nações confrontam-se indiretamente, financiando os conflitos efervescentes subvertendo as massas populares, cujos resultados dizem respeito aos interesses delas. Ex.: ocasião em que os Estados Unidos da América financiaram a Grécia contra o avanço do comunismo (vide Doutrina Truman).
  • Guerra fria- nações digladiam-se através de corrida armamentista e tecnológica, espionagem ou subversão ou guerras por procuração doutrinária; por conflitos indiretos e subversivos com espionagem, sempre evitando o confronto direto, uma vez que este desencadearia uma situação sobre a qual as nações confrontantes não teriam controle, sobre a Guerra Nuclear ou Atômica, evidentemente, Terrorismo - Evidente(fim da Humanidade). Ex.: Estados Unidos da América X União das Repúblicas Socialistas Soviéticas de 1960 a 1984 (vide próximo tipo, "guerra nuclear").
  • Guerra nuclear ou Terror Atômico- também conhecida como "terrorismo - estressante", em que foguetes de alcance mundial são utilizados para causar destruição total e irreversível no oponente(de 1960, John Fitsgerald Kennedy e Nikitta Krubshev em Cuba, Baia dos Porcos e início do bloqueio à queda do muro de Berlim em 1989). Jamais houve esse tipo de guerra na realidade, mas a ameaça do terror eminente, da espada de Demóscristo sobre a cabeça da humanidade sempre existiu, de haver o fim do mundo, o que inspirou de fato e de direito a Guerra Fria entre EUA(seus satélites) e URSS(e seus satélites), havendo o Terceiro - Mundo(em que o Brasil, a França, a Alemanha, Portugal, Espanha e outros países faziam parte). A primeira estratégia sugerida fora a "Destruição Mútua Garantida", ou "Mutual Assured Destruction" (MAD, "louco" ou "estressante"). Esta rezava que, se um lado atacasse, o outro revidaria, havendo apenas vencidos. Outra tática seria proposta pelos EUA: em último caso, atacar preventivamente alguns pontos estratégicos do inimigo, de forma a neutralizar uma possível reação nuclear deste. Esta seria conhecida como "Estratégia de Alvos de Uso Nuclear", ou "Nuclear Utilization Target Strategies" (ou apenas NUTS, "maluco").
  • Guerra biológica- devolve como tática de guerra o uso de agentes biológicos nocivos (vírus, bactérias, doenças, etc). Diz-se ironicamente que a conquista da América inaugurou a guerra biológica do passado, pois os europeus trouxeram consigo doenças que dizimavam as populações nativas das Américas; modernamente, segundo diversas fontes do Pentágono e muitas vezes comprovados com evidências, hoje forças políticas beligerantes, que sonham com outro estado de direito, utilizam-se dessa guerra, no envio de cartas e objetos pelo correio, após o ataque as torres gêmeas em 11 de setembro de 2001.
  • Guerra química - pela primeira vez usada no primeiro confronto mundial de 1914 a 1918 e que envolve a utilização de artefatos químicos, como gases venenosos como o mostarda, venenos ou de efeito moral como napalm. Ex.: Guerra do Irã e Iraque, como parte da Guerra do Vietnam.
  • Guerra subversiva, espionagem ou de guerrilha - é um tipo de guerra não convencional de confronto direto e general, na qual o principal estratagema é a ocultação e a extrema mobilidade de agentes autônomos, dos combatentes em digamos assim "bastidores", chamada mais propriamente de "guerra ou confronto de guerrilheiros" - pois "subversão" é encontrada em toda ou qualquer guerra, pelos próprios agentes de Estado. Ex.: FARC, na Colômbia, e em guerras urbanas modernas, contra os diversos tipos de tráfico ilegal, que confrontam com a sociedade e a cidadania, tentando formar um "Estado Paralelo", no exercício de poder. É utilizado também pelos Estados que pregam a invasão ideológica religiosa.
  • Guerra psicológica ou de propaganda - a população (de qualquer das partes) é manipulada para conseguir obter o seu apoio pela panfletagem e propaganda. A manipulação pode ocorrer mediante a transmissão de informações falsas ou assistência médica,por exemplo. É guerra psicológica, a manobra em que o interessado detém a fidelidade do povo ao suprir-lhes precariamente, suas necessidades básicas sem intenção verdadeira de viabilizar soluções. Aparentando apoio e atenção, sem perder o foco voltado em mantê-lo (o povo) atado e fiel através do medo, ignora o fato que se trata apenas da manutenção de sua miséria sobrevivência. Dessa forma o interessado os mantém calados, passivos, inoperantes e gratificados. Mantendo-os temerosos com seu futuro e ignorantes de cultura e informações da verdade, o interessado não terá oponente, como exemplo temos a guerra psicológica de propaganda de Adolfo Hitler no passado e modernamente na propaganda do tráfego, tentando aliciar os cidadãos de bem em uma aventura duvidosa, temos em Himmler, o ministro da propaganda da nacional socialista trabalhista alemã, "Shults Stafellna(abreviatura partidária)", de Adolfo Hitler, que costumava afirmar sempre em seus discursos de apoio a tal guerra psicológica: "...uma mentira dita várias vezes, acaba se transformando-se em verdade, se não tiver respaldo legal que a negue..." É o princípio norteador da chamada guerra psicológica.


[editar] Motivações

Etnia e Religião- Estas motivações podem ocorrer em conjunto ou separadamente. Conflitos com motivações étnicas e religiosas são o tipo mais antigo e permanecem atuais. O apelo étnico e religioso “justifica” o conflito como um dever histórico, o passado “fundamenta” a guerra no presente. Motivações deste tipo frequentemente geram abusos e genocídios. Sua lógica precede a lógica política e de Estado.

Em geral as nações ocidentais não se orientam por este fator. Falhas graves de análise da complexidade cultural em determinados conflitos geraram alguns dos maiores desastres humanitários do século, como em Ruanda. Geraram também guerras que ao invasor ou à força de paz parecem ilógicas, incompreensíveis ou imprevisíveis. Conflitos deste tipo são encontrados na Ásia e na África em grande quantidade, efeito em parte do imperialismo do séc. XIX..

Política e Economia- Historicamente a Europa e os Estados ocidentais travam este tipo de conflito. Orientados por uma lógica financeira e de Estado, conflitos deste tipo tendem a ser calculados pelos beligerantes em função de seu custo e benefício. Tem por objetivo a conquista de territórios, recursos e mercados ou a eliminação de sistemas políticos rivais. Quando bem planejadas, os alvos são claramente definidos (infra-estrutura) e as ações militares buscam a resolução mais rápida possível, minimizando baixas e custos.


[editar] Tipos

“Guerras Totais”-Travada entre os países europeus com objetivos políticos e econômicos. A Guerra Total é o conflito que envolve todos os recursos de um Estado. Ex: Guerras Mundiais.

Guerras limitadas-Maioria das guerras travadas entre Estados incapazes de sustentar um conflito longo. Campanhas rápidas visam atingir objetivo político ou econômico com o menor desgaste possível. Ex: Guerras árabe-israelenses.

Guerras de libertação ou independência-Travadas com objetivo político claro, opuseram exércitos asiáticos e africanos a europeus.

Guerras político-ideológicas-Em geral opõe grupos revolucionários e partidos a governos devido a divergências políticas. Entre os conflitos ocorridos na América Latina, este é o tipo mais frequente.

Guerras intermitentes ou crônicas-Maioria dos conflitos na Ásia e na África. Raramente atinge objetivos políticos claros ou duradouros. Prolongam-se devido a fatores étnicos ou culturais. Frequentemente explodem após guerras de independência.


[editar] Formas

Guerra Regular-Travada entre exércitos. Característica de Estados organizados e estáveis. Neste tipo de conflito geralmente existe a separação entre civis e soldados, assim como a separação entre territórios. Por se tratar de um conflito entre Estados, algumas regras podem ser seguidas (tratamento de prisioneiros, respeito à população civil, etc). Obedece à doutrinas que se alteram de tempos em tempos.

Guerra Irregular- Travada entre um exército e uma guerrilha, ou entre guerrilhas. Não há campos de batalha definidos, uniformes ou divisões territoriais. Este modo de guerrear não oferece ao inimigo a “batalha decisiva”. A diferenciação entre civis e soldados torna-se mais difícil ou mesmo inexistente. Abusos contra civis são comuns.

Guerra Simétrica- Guerra em que os oponentes apresentam equivalência técnica e numérica, bem como equivalência de meios e objetivos. Algumas guerras regulares encaixam-se neste perfil. Ex: Guerras Mundiais, Guerra Irã-Iraque, Guerra da Coréia.

Guerra Assimétrica-Guerra em que os oponentes apresentam diversas diferenças, tais como: nível de organização, objetivos, recursos financeiros, recursos militares, comportamento-obediência a regras. Em geral são guerras irregulares (guerrilhas), insurrecionais ou entre potências e Estados pequenos. As ações do mais fraco são geralmente indiretas e visam desgastar o mais forte. Quando há vitória, esta geralmente não é militar, mas é alcançada pelo desgaste militar.


[editar] Os conflitos no tempo

Guerras Mundiais 1914-1945

Guerras na Europa, com repercussões nas colônias.

Conflitos regulares, simétricos e político-econômicos. As raízes do primeiro conflito encontram-se nas disputas imperialistas do séc. XIX. Militarmente a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) não teve uma solução, o armistício foi assinado sem que houvesse uma vitória real de um dos lados do conflito. A Revolução Russa ocorre neste período, bem como a Crise de 1929 e o surgimento do Fascismo. Estes novos fatores somados a questões não resolvidas em 1918 levam à Segunda Guerra Mundial (1939-45).

Guerra Fria1945 – 1989/91


Europa: “coexistência pacífica”, as principais crises foram o Bloqueio de Berlim em 1948 e as intervenções da URSS na Tchecoslováquia e na Hungria.

Ásia e África: descolonização. Guerras contra os dominadores europeus e entre os grupos locais. Neste período ocorreram as guerras de independência ou descolonização, gerando conflitos de alta complexidade em que questões étnicas locais somam-se a fatores políticos e econômicos dentro de fronteiras artificiais traçadas por potências estrangeiras a partir do séc. XIX. Conflitos em geral irregulares e assimétricos. Exceções: Coréia, Índia e Paquistão, árabes e israelenses.

América: conflitos político-ideológicos, guerrilhas de esquerda contra os governos apoiados pelos EUA. Ditaduras militares ocorreram na maioria dos países.


Nova Ordem Mundial 1991 – Hoje

Pulverização dos conflitos pelo mundo. Predomínio da guerra irregular e assimétrica. Fragmentação da URSS e fim da Guerra Fria: nacionalismos étnicos dentro da Rússia, no Cáucaso e na Ásia Central. Continuidade na África dos choques pós-descolonização, incluindo as questões étnicas. Ondas de refugiados. Aumento dos choques culturais Islã-Ocidente. Aumento da presença militar dos EUA no mundo. Intervenções dos EUA no Oriente Médio: fragmentação do Iraque e possível instabilidade regional ampliada. Conflitos entre Estados e grupos autônomos. Israel e Hizbollah, EUA e Talebã – Al Qaeda.


[editar] Níveis técnicos

Pré – 1914 Combate próximo, com mistura de armas de fogo e cargas de baioneta. Uso de cavalaria para reconhecimento e eventuais cargas rápidas. Artilharia como apoio à tropa. No mar, grandes encouraçados e duelos de artilharia.

Guerras Mundiais 1914-1945 Início da mecanização da guerra, com o desenvolvimento de tanques de guerra e outros carros de combate. A Primeira Guerra foi basicamente uma guerra de posições (trincheiras). A Segunda Guerra foi uma guerra de manobras. O desenvolvimento dos veículos permitiu mais mobilidade, a força aérea iniciou os bombardeios estratégicos. Apesar das diferenças táticas e tecnológicas, os conflitos foram bastante semelhantes, com muito contato próximo.

Guerra Fria Neste período foram aperfeiçoadas diversas invenções da Segunda Guerra, tais como: mísseis balísticos, propulsão a jato, helicópteros e o armamento nuclear. Os conflitos deste período apresentam grande variedade técnica. Países pobres ou grupos guerrilheiros utilizaram armamento pouco superior ao visto no período anterior. Armas leves, minas terrestres e técnicas de guerrilha foram comuns. Países ricos mantiveram seu arsenal atualizado e adaptaram suas táticas e estratégias aos novos armamentos disponíveis. Televisão e satélites passaram a influenciar os conflitos. As imagens mobilizaram a opinião pública, os satélites revolucionaram a análise de dados e a captação de informações.

Nova ordem mundial O colapso soviético gerou a desmobilização de diversos exércitos, mas também causou conflitos. Informática, armamento nuclear tático, mísseis e bombas “inteligentes” guiados por satélite, GPS ou laser, passaram a ser usados para reduzir o custo humano entre os exércitos de países ricos. A tendência para estes países é abandonar os grandes contingentes visando maior utilização das chamadas “tropas especiais” ou “tropas de elite”. Estas tropas atuam em números menores, amplamente amparadas pela tecnologia e são treinadas especialmente para missões em guerras irregulares. Para os países pobres continuam valendo os níveis técnicos inferiores. Não há uma regra, conflitos podem ser travados com facões ou metralhadoras, mas raramente apresentam blindados, aviação e marinha. Tais elementos aparecem apenas em pequenas quantidades.


[editar] Questões humanitárias

A Primeira Guerra Mundial matou 10 milhões de pessoas. A Segunda Guerra, mais 50 milhões. As guerras da Guerra Fria, outros 20 milhões.

A quantidade de conflitos e o grande desenvolvimento dos meios de comunicação no séc. XX permitiram sensibilizar populações de diversos países sobre os problemas ocorridos principalmente durante a Guerra Fria e nos anos que a seguiram. Missões de paz tornaram-se cena comum, apesar dos diversos problemas enfrentados.

Hoje o principal produto das guerras, além da destruição, é o grande número de refugiados. A situação dos refugiados nos seus próprios países é precárias e insegura. Quando chegam a outros países são vítimas de preconceito e exclusão social.


“Entre 1740 e 1974, o planeta teve 13 bilhões de habitantes e assistiu a 366 guerras de grandes dimensões, ao custo de 85 milhões de mortos. O resultado dessas guerras parece ter sido um prêmio à agressão, pois em dois terços delas o agressor saiu-se vencedor e, quanto à duração, 67% terminaram em prazo inferior a quatro anos” Francisco Doratioto, Maldita Guerra





[editar] Curiosidades bélicas

Zonas do Mundo onde ocorrem conflitos armados
  • Alexandre, o Grande, ordenou que todos os seus soldados raspassem a cabeça e o rosto. Ele acreditava que a barba e cabelos longos poderiam facilitar a tentativa de uma degolada.
  • No Japão feudal, o exército Imperial tinha soldados especiais cuja a única missão era contar o número de cabeças de inimigos cortadas em cada batalha, para fins matemáticos e estatísticos censitários - estratégicos.
  • O lixo nuclear de usinas nucleares pode ser usado para revestir mísseis e bombas, causando danos ao adversário que durarão 2 mil anos. É usado em diversas armas recentes.
  • A guerra mais rápida da história durou 37 minutos. Uma esquadra inglesa decidiu ancorar no porto de Zanzibar, na África, em 1896, para assistir a uma partida de críquete. O sultão de Zanzibar não gostou e mandou que seu único navio atacasse os ingleses. Quando o navio abriu fogo, os ingleses o afundaram rapidamente e ainda destruíram o palácio do sultão, matando quinhentos soldados. Zanzibar se rendeu na hora e o sultão fugiu para a Alemanha.
  • Na Primeira Guerra Mundial, canários e ratos foram usados como cobaias pelos aliados sempre que se cavava um túnel nas proximidades da linha dos inimigos. Era para detectar a presença de algum gás, principalmente o Gás Mostarda, devido à guerra química que se iniciava.
  • o fósforo branco, agente químico que faz pessoas se inflamarem ao contato com o ar, continua sendo usado como arma até o dia de hoje mesmo por países desenvolvidos, apesar do Protocolo de Genebra.
  • Em 1969, eclodiu uma guerra entre El Salvador e Honduras durante um jogo eliminatório para Copa do Mundo de Futebol (a guerra do futebol)

[editar] Etimologia

O substantivo "guerra" deriva do vocábulo da língua gótica e saxônica wirro, que significa "Confronto"[1].

[editar] Ver também

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[editar] Referências

  1. Verbete "guerra" do dicionário Priberam

[editar] Ligações externas

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