Guerra dos Bárbaros

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A Guerra dos Bárbaros foram os conflitos, rebeliões e confrontos envolvendo os colonizadores portugueses e várias etnias indígenas tapuias que aconteceram nas capitanias do Nordeste do Brasil, a partir de 1688.[1] [2]

Com a expulsão dos holandeses do território brasileiro em 1654[3] , os portugueses puderam retomar o avanço em direção ao interior nordestino, expandindo as fazendas de gado e perseguindo as etnias indígenas. Porém a resistência de diversas etnias indígenas, que tinham sido aliados dos holandeses, foi um elemento-surpresa para os lusos.

Os portugueses fortificaram o efetivo militar, inclusive com a vinda de bandeirantes paulistas como Domingos Jorge Velho. Já as etnias indígenas tapuias do interior nordestino, como os janduís, paiacus, caripus, icós, caratiús e cariris, uniram-se em aliança e confrontaram os portugueses nas tentativas de dominar as terrras dos nativos. A aliança das tribos tapuias, denominada pelos portugueses como Confederação dos Cariris ou Confederação dos Bárbaros, foi derrotada somente em 1713.[2] O resultado desse período foi a extinção de várias etnias indígenas tapuias[4] [5] [6] e a ocupação portuguesa no interior nordestino.

Referências

  1. Aragão, R. B, Indios do Ceará e topônimos indígenas, Fortaleza, Barraca do Escritor Cearense. 1994
  2. a b BUENO, E. Brasil: uma história. Segunda edição. São Paulo: Ática, 203. p.66
  3. Revista de História - USP. Visitado em 15 de abril de 2010.
  4. [1]
  5. [2]
  6. [3]
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