Guerra não convencional

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Guerra não convencional é o nome dado ao tipo de combate no qual seus integrantes se utilizam de meios não ortodoxos para atingir objetivos específicos. As Forças Irregulares são conhecidas como Forças Especiais e suas missões abrangem um leque vasto de tarefas, exigindo de seus operadores conhecimentos diversificados, profundo espírito de corpo bem como preparações e adestramentos constantes.

Num ambiente de combate convencional, as forças se opõem umas as outras desdobrando suas unidades em grandes esquemas de manobra e todos os combatentes de cada exército são identificados por seus uniformes.

A guerra não convencional visa a obter vantagens significativas em situações que gerariam combates longos e desgastantes para serem obtidas sem o uso das forças especiais. Seus integrantes podem não andar fardados, às vezes até se passando por pessoas que nao são, realizar ações de grande vulto e grande poder destrutivo dentro de perímetros até então inatingíveis pelas tropas regulares.[1] Podem também assessorar grandes comandos militares identificando lideranças nocivas em meios hostis, podem localizar e balizar alvos compensadores para bombardeios e sabotagens, operar psicologicamente as massas por meio de veículos da mídia, gerando opinião pública tendenciosa e influenciar civis dentro de território inimigo para que gerem insurreições e revoluções armadas.[2]

Referências

  1. Diniz, Fernando (7 de Março 2005). SNIPER: Origens - Desenvolvimento - Técnicas - Emprego atual (em português) Defesanet. Visitado em 14 de fevereiro de 2009.
  2. Major William Brian Downs (26 de Maio 2005). Poder Aéreo Não-Convencional (em português) Air & Space Power Journal em Português. Visitado em 14 de fevereiro de 2009.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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