Gugu Liberato

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Gugu Liberato
Gugu Liberato
Augusto Liberato, o Gugu
Nome completo Antônio Augusto de Morais Liberato
Nascimento 10 de Abril de 1959 (50 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidade Brasil Brasileiro
Ocupação Apresentador


Gugu Liberato, nome artístico de Antônio Augusto de Morais Liberato, (São Paulo, 10 de abril de 1959) é um apresentador de televisão brasileiro.

Filho de pais portugueses, Gugu escrevia cartas para Sílvio Santos sugerindo programas, o que o levou a ser contratado pelo apresentador e empresário: Começou na televisão aos quatorze anos como assistente de produção do programa Domingo no Parque, apresentado por Sílvio Santos no SBT.

Índice

[editar] Família

Gugu Liberato é filho de Maria do Céu, e Claudino Augusto, tem dois irmãos Aparecida Liberato e Amândio Liberato ambos mais velhos, cinco sobrinhos, Rodrigo, Alice, Amanda, André e Alexandre, sendo dois filhos da numeróloga Aparecida Liberato e Antônio Caetano (Rodrigo e Alice) e três do administrador de empresas Amândio Liberato e Sílvia Liberato (Alexandre, André e Amanda). Em 2001, tornou-se pai, no dia 10 de novembro nasceu João Augusto, e em 2003, nasceram as gêmeas Sofia e Marina, filhos que teve com a médica Rose Miriam Di Matteo..

[editar] Carreira

Gugu cursou Odontologia, mas desentendimentos com um professor, que chegaram a agressões físicas gerando um processo judicial levaram-no a desistir do curso e tentar a carreira de seminarista. Um ano depois de entrar no seminário, percebeu que tinha talento para comunicação devido a vários elogios que recebia de seus professores padres por sua eloqüência ao ler suas redações e fazer apresentações no seminário. Sua criatividade e empenho levaram Gugu a deixar o seminário e assumir um posto em frente às câmeras. Foi contratado pelo SBT em 1981. Um de seus primeiros programas foi a Sessão Premiada paulista - a versão carioca era apresentada por Paulo Barboza. Em 1982 o dono da emissora pediu que Nelly Raymond, uma importante diretora argentina, criasse um programa para os sábados a noite. Era o Viva a Noite, que no início era dividido em várias partes, e apresentado também por nomes como Ademar Dutra e Jair de Ogum[carece de fontes?]. Depois de algumas mudanças de formato, Gugu permaneceu sozinho no comando do programa,posteriormente dirigido por Homero Salles .

Depois do sucesso do grupo Menudo, que foi exaustivamente promovido pelo Viva a Noite em 1984, lançou grupos musicais brasileiros do mesmo formato, como Dominó e Polegar, se tornando um empresário de sucesso. Sua produtora, a GGP, é responsável pela gravação de comerciais, programas e séries.

Em agosto de 1987, no auge do sucesso do Viva a Noite, Gugu assina um contrato com a Rede Globo. Porém, no sábado de Carnaval de 1988, Sílvio Santos foi pessoalmente à sala do dono da emissora carioca, Roberto Marinho, no jornal O Globo, pedir a liberação do apresentador para permanecer no SBT. Silvio iria se submeter a uma delicada cirurgia e fez uma proposta milionária a Gugu, oferecendo grande parte da programação dominical. Para se ter uma idéia, o salário do apresentador aumentou em dez vezes, fora os ganhos com publicidade. Mas o maior sucesso veio a partir de 17 de janeiro de 1993, com o programa Domingo Legal, uma mescla de jornalismo e variedades criada para combater o Domingão do Faustão, conseguindo, por algum tempo, superá-lo.

Fez filmes ao lado de Xuxa, Angélica, Os Trapalhões e lançou uma série de brinquedos com seu nome.

[editar] Programas no SBT

[editar] Programas na Record

[editar] Investimentos em mídia

[editar] Televisão

Em 1997, Gugu se associou a empresários de Cuiabá (Mato Grosso) para formar uma rede de televisão, sediada naquela cidade. De acordo com levantamento da repórter Elvira Lobato da Folha de São Paulo, o animador ficou com 49% das ações da Pantanal Som e Imagem. O caso veio a público durante a campanha presidencial de 2002, quando Gugu apresentava o programa de TV do então candidato do PSDB, José Serra.

A concessão do canal chegou a ser anulada pelo então ministro das Comunicações, Juarez Quadros. Mas, em fevereiro de 2007, após uma longa disputa judicial, Gugu conseguiu ter de volta a concessão da TV Pantanal. Pelos planos do apresentador, a emissora se tornaria um canal de notícias, espécie de "CNN".

[editar] O negócio com a TVJB

Um mês após reaver a concessão da Pantanal Som e Imagem, Gugu fechou um acordo de cessão dos estúdios de TV da GGP para a produção paulista da programação da Rede JB (antiga CNT). O site de fofocas O Fuxico, do qual o animador é parceiro, continua a funcionar na sede da produtora, no bairro de Alphaville (Barueri).

[editar] Ida para a Rede Record

No dia 25 de junho de 2009 assinou um contrato de oito anos com a Rede Record.

O apresentador Gugu Liberato e o SBT decidiram encerrar de maneira amigável o contrato de ambos, cerca de nove meses antes de seu término. Em reunião ocorrida em 6 de Julho de 2009 no Complexo Anhanguera, na qual participaram também Silvio Santos e Guilherme Stoliar, ficou acertado o fim do vínculo entre as partes. Com isso, Gugu não foi ao ar no Domingo 12 de Julho e já está liberado para começar a trabalhar na Record. [1] Na mesma reunião, Silvio Santos, segundo Gugu, disse: "Sinceramente, desejo a você todo sucesso na Record, Gugu. Mas, se não der certo, as portas do SBT estarão abertas."[2]

Com um salário de R$ 3 milhões, Gugu irá comandar um programa aos domingos na Rede Record e ainda pode ganhar um programa diário.

A proposta que a Record fez a Gugu Liberato incluiu uma série de benefícios, com destaque para uma maior presença na programação da emissora.[3]

[editar] Escândalo do PCC

A imagem do apresentador foi duramente atingida pelo escândalo do PCC. Gugu contou a um repórter da Revista Veja que, até hoje, não se sabe se tais indivíduos realmente pertenciam ou não ao PCC. Entretanto, o apresentador confirma que a sua reputação e sua audiência foram afetadas. "Eu não estava lá no momento daquela entrevista. E quem fez a reportagem jura até hoje que aquelas figuras eram realmente do PCC. Quando tive de depor, dois anos depois, eu fui à delegacia dirigindo meu carro. Os demais envolvidos foram escoltados porque estavam presos por outros delitos. Então, levanto a pergunta: como se prova se eles eram ou não do PCC? Tem de mostrar carteirinha? É impossível saber ao certo. Mas a imprensa martelou o caso durante dois meses em função da audiência que tínhamos naquela época."[4]

Referências

[editar] Ligações externas

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