Guido Mantega
| Guido Mantega | |
|---|---|
| Guido Mantega | |
| Ministro da Fazenda do |
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| Mandato | 27 de março de 2006 até atualidade |
| Antecessor(a) | Antonio Palocci |
| Sucessor(a) | — |
| Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão do |
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| Mandato | 1 de janeiro de 2003 até 18 de novembro de 2004 |
| Antecessor(a) | Guilherme Gomes Dias |
| Sucessor(a) | Nelson Machado |
| Vida | |
| Nascimento | 7 de abril de 1949 (62 anos) Gênova, |
| Nacionalidade | |
| Ocupação | Economista |
Guido Mantega[1] (Gênova, 7 de abril de 1949) é um economista brasileiro nascido na Itália. Foi ministro da Fazenda e ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão do Governo Lula e é o atual ministro da Fazenda do Governo Dilma.
Índice |
[editar] Biografia
É formado em economia pela Universidade de São Paulo, com doutorado e especialização em sociologia. Foi professor de economia no curso de mestrado e doutorado da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, de 1982 a 1987. Teve entre seus alunos Demian Fiocca.[2] e José Márcio Rego. É professor licenciado da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas.
Foi assessor de Paul Singer na Secretaria Municipal de Planejamento de São Paulo durante a administração da prefeita Luiza Erundina (1989-1992).
Como ex-membro do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), teve o prefácio de seu primeiro livro, Acumulação Monopolista e Crise no Brasil, assinado por Fernando Henrique Cardoso. Seu livro com José Márcio Rego "Conversas com Economistas Brasileiros II" teve prefácio do economista Luiz Gonzaga Belluzzo.
A partir de 1993, trabalhou como assessor econômico do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2002, foi um dos coordenadores do programa econômico do Partido dos Trabalhadores (PT).
[editar] Governo Lula
Com a posse de Lula, assumiu a pasta do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (responsável por gerenciamento e cortes na máquina pública), sendo depois transferido para a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), após a renúncia de Carlos Lessa.
Em 27 de março de 2006, assumiu o Ministério da Fazenda, substituindo Antonio Palocci. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes de 2009.[3]
[editar] Governo Dilma
Em 24 de novembro de 2010, foi indicado para continuar no cargo de ministro da Fazenda durante o governo da presidente eleita, Dilma Rousseff, sendo o primeiro ministro confirmado. Sua permanência, segundo nota oficial da presidente eleita, tem o objetivo de continuidade da política econômica.[4]
Referências e notas
- ↑ A sílaba tônica de seu sobrenome é a primeira. Em seu prenome a letra "u" é pronunciada: Güido.
- ↑ http://www.terra.com.br/istoedinheiro/446/economia/bndes.htm
- ↑ Os 100 brasileiros mais influentes de 2009 (em português). Revista Época (5 de dezenbro de 2009). Página visitada em 20 de dezembro de 2009.
- ↑ Lima, Luciana (24 de novembro de 2010). Dilma diz que escolha da equipe econômica tem objetivo de continuidade (em português). Agência Estado. Página visitada em 26 de novembro de 2010.
[editar] Ver também
[editar] Ligações externas
- Curriculum Vitae (em português) no sítio do Ministério da Fazenda
| Precedido por Guilherme Gomes Dias |
Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão do Brasil 2003 — 2004 |
Sucedido por Nelson Machado |
| Precedido por Carlos Lessa |
Presidente do BNDES 2004 — 2006 |
Sucedido por Demian Fiocca |
| Precedido por Antonio Palocci |
Ministro da Fazenda do Brasil 2006 — atualidade |
Sucedido por — |
- Ministros do Governo Lula
- Ministros do Governo Dilma Rousseff
- Ministros da Fazenda do Brasil
- Ministros do Planejamento do Brasil
- Economistas do Brasil
- Ex-alunos da Universidade de São Paulo
- Presidentes do BNDES
- Professores da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
- Membros do Conselho Monetário Nacional
- Membros do Partido dos Trabalhadores
- Naturais de Gênova
- Ítalo-brasileiros
- Judeus do Brasil
- Judeus da Itália
- Cidadãos naturalizados do Brasil