Hélio do Soveral

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Hélio do Soveral
Nome completo Hélio do Soveral Rodrigues de Oliveira Trigo
Nascimento 30 de setembro de 1918
Setúbal, Portugal
Morte 21 de março de 2001
Brasília, Distrito Federal, Brasil
Nacionalidade Portugal português

Brasil brasileiro

Ocupação Radialista, escritor e roteirista

Hélio do Soveral Rodrigues de Oliveira Trigo,[1] [2] mais conhecido como Hélio do Soveral (Setúbal, Portugal[1] , 30 de setembro de 1918Brasília, Brasil[3] [4] , 21 de março de 2001) foi um prolífico radialista e escritor infanto-juvenil brasileiro, publicou dezenas de livros que se tornaram muito populares nas décadas de 1970 e 1980.

Vida de Hélio do Soveral[editar | editar código-fonte]

Hélio do Soveral Rodrigues de Oliveira Trigo nasceu em Setúbal em 1918, filho de Carlos de Oliveira Trigo e sua mulher, Maria Leonilde de Soveral Rodrigues. Foi para o Brasil, onde casou com D. Celina. Residiu em Copacabana, Rio de Janeiro, por cerca de sessenta anos, até que se mudou para Brasília, onde tinha a companhia da filha Anabelí, funcionária da Câmara dos Deputados. Alguns meses depois de se mudar para a capital, em 21 de março de 2001, Hélio do Soveral morreu atropelado por uma moto, aos 82 anos de idade.

Chegou a escrever cerca de 230 livros, além de várias novelas para o rádio e peças teatrais. Aliás, consta que Hélio foi um dos pioneiros da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Foi também redator de programas de Haroldo de Andrade, no rádio e na televisão.

O escritor[editar | editar código-fonte]

Nos anos 1970, a Editora Tecnoprint (hoje Ediouro) começou a investir bastante em livros com um formato reduzido, conhecidos como livros de bolso, ou edições de bolso. Tais livros nessas edições se tornaram uma verdadeira febre na época, e incontáveis coleções foram lançadas nesse formato. Hélio do Soveral, então, lançou dezenas de livros infanto-juvenis.

Três de suas principais e mais famosas séries, publicadas durante as décadas de 1970 e 1980, são:

  • Os Seis - Série infanto-juvenil, publicada nas décadas de 1970 e 1980, escrita por Hélio do Soveral, que em alguns títulos usa o pseudônimo de Irani de Castro. A série é protagonizada por Zé Luís, Dudu, Marilene, Anete, Beto-Ferrugem e o cãozinho Saci, que juntos formam a "Sociedade Secreta dos Seis" (SS6). No total, foram publicados dezenove livros da coleção Os Seis: em cada livro uma aventura diferente da turma.
  • Missão Perigosa - Outra série infanto-juvenil escrita por Hélio do Soveral, que narrava as aventuras da dupla Ju-Ju – Júlio César e Jussara –, um casal de jovens repórteres brasileiros que fazem a cobertura jornalística de diversos casos misteriosos pelo mundo afora. Ao escrever Missão Perigosa, Hélio do Soveral usou também o pseudônimo de Yago Avenir.
  • A Turma do Posto 4 - Série escrita por ele, a partir de 1973. Era protagonizada por uma turma de garotos: Lula, Príncipe, Pavio-Apagado, Cidinha e Carlão, que, juntos, desvendavam os mais complicados mistérios. Hélio do Soveral usou o pseudônimo de Luís de Santiago ao escrever esta série, que teve 35 títulos diferentes, também em formato "livro de bolso".

Escreveu outros livros como: Bira e Calunga na Floresta de Cimento, sob o pseudônimo de Gedeão Madureira, e Zezinho Sherlock em Dez Mistérios para Resolver.

Hélio também é o criador da série protagonizada por K.O. Durban, o homem que protagonizou as mais inusitadas aventuras de espionagem, na década de 1960.[5] Foi um dos criadores da personagem Brigitte Montfort, com capas e ilustrações desenhada pelo ilustrador Benício[6] .

Bibliografia (parcial)[editar | editar código-fonte]

Série A Turma do Posto Quatro[editar | editar código-fonte]

O autor usou aqui o pseudônimo de Luís de Santiago. Esta coleção foi publicada de 1973 a 1979, contando com 35 títulos diferentes. São eles[7] :

Operação…
  1. Macaco Velho (1973)
  2. Torre de Babel
  3. Fusca Envenenado (1973)
  4. Vikings da Amazônia
  5. A Vaca Vai pro Brejo (1973)
  6. Tarzan do Piauí
  7. Mar Ouriçado (1973)
  8. Tesouro Submarino
  9. Falsa Baiana
  10. Fla-Flu
  11. Curió na Gaiola
  12. Tamanco Voador (1973)
  13. Ilha do Besouro
  14. Escravos de Jó (1974)
  15. Paulistana
  16. Pampa Mia
  17. Inferno Verde (1975)
  18. Eldorado
  19. Mulher Rendeira
  20. Alvorada (1976)
  21. Café Roubado
  22. Barriga Verde (1977)
  23. Guerra das Amazonas (1977)
  24. Jangadeiros (1977)
  25. Cangaceiro Negro (1977)
  26. Rio das Mortes
  27. Barreira do Inferno
  28. Ladrões do Mar
  29. Bafo da Onça (1978)
  30. Seringal dos Afogados (1979)
  31. Mistério dos Cascais
  32. Poço do Agreste
  33. Petróleo Verde
  34. Piratas do Amapá
  35. Cidade-Fantasma

Série Os Seis[editar | editar código-fonte]

Esta coleção começou a ser publicada em 1975, terminando em 1984. Hélio do Soveral também usou aqui o pseudônimo de Irani de Castro. Contou com dezenove títulos. São eles:[8]

  1. Os Seis e o Mistério dos Penhascos (1975): "A mina de cobre que não era cobre; os dois galalaus fingindo de mecânicos; os dois policiais disfarçados de pescadores; a moça de vermelho, forte e feia, que perdeu um sapato, são terríveis mistérios que Zé Luís e sua turma têm de desvendar em plena noite, nos penhascos do Pontão!"
  2. Os Seis e o Tesouro Escondido (1975): "A Sociedade Secreta dos Seis - "SS6" - encontra o mapa de um tesouro enterrado na Baixada de Sepetiba. É um mapa verdadeiro que está sendo disputado por dois caras sinistros. Mas, quando os Seis localizam a "mina", as coisas se complicam e eles têm que lutar para não sofrerem as consequências da ambição..."
  3. Os Seis e a Pérola Maldita (1975): "Uma princesa árabe, hóspede dos pais de um menino rico, perdeu uma pérola negra de grande valor, amaldiçoada pelos sacerdotes egípcios. Quem roubou a pérola maldita, que teria pertencido ao diadema de Cleópatra? O mistério vai aumentando até que Zé Luís, um dos membros da Sociedade Secreta dos Seis - SS6 - encontra a solução para o quebra-cabeça."
  4. Os Seis e a Ilha-Fantasma (1975): "Os membros da Sociedade Secreta dos Seis - SS6 - saem na lancha de um amigo rico para pescar na Baía de Sepetiba e veem-se envolvidos em dois mistérios profundos. Primeiro, uma ilhota azul que aparece e desaparece na bruma; segundo, uma traineira misteriosa, cujos tripulantes gostam de matar os peixes a paulada. Os Seis enfrentam o bando, que, além de matar os peixes, ainda sequestra dois meninos e um cão."
  5. Os Seis e o Casarão em Ruínas (1975): "Quando brincavam de índios na Baixada de Sepetiba, os Seis são surpreendidos por um temporal e vão procurar abrigo num velho solar em ruínas, com fama de mal-assombrado. Coisas estranhas começam a acontecer até que os meninos veem-se diante de um homem de barbicha, armado com um facão, e de uma velha com aparência de bruxa. Cercados pela chuva nas ruínas do casarão, os Seis procuram decifrar dois mistérios ..."
  6. Os Seis e a Mina Abandonada (1976): "Tudo começou quando Zé Luís, o líder da Sociedade Secreta dos Seis, ouviu a conversa entre aqueles dois desconhecidos, que, em atitude suspeita, haviam estacionado o Fusca num local deserto de Sepetiba. E a aventura que ali começava ia conduzir a SS6 a uma mina de carvão abandonada, onde conviviam as ratazanas e os malfeitores."
  7. Os Seis e o Teco-Teco Misterioso (1976): "Zé Luís, Dudu, Marilene, Anete, Beto Ferrugem e o cãozinho Saci passeavam tranquilamente pela Baixada de Sepetiba. De repente, algo chama a atenção deles: um pequeno avião aterriza no leito de uma estrada. A partir daquele momento, os meninos transformam-se na Sociedade Secreta dos Seis, uma organização pronta a esclarecer qualquer mistério; e aquele teco-teco parecia muito estranho, pois, apesar de haver voado, não era tripulado por ninguém!"
  8. Os Seis e o Moinho-Fantasma (1976): "Na Baixada de Sepetiba, havia um velho moinho com uma aterrorizante característica: apesar de abandonado, funcionava toda noite de sexta-feira! Segundo os boatos que corriam, a alma do antigo proprietário, um corcunda, rondava por lá. Mas Zé Luís e a Sociedade Secreta dos Seis não acreditavam nisso, e resolvem enfrentar o moinho-fantasma..."
  9. Os Seis e a Cidade Subterrânea (1977): "Quando Zé Luís sentiu a vibração do walkie-talkie e, em seguida, ouviu a voz de Marilene, a agente Foguinho, falando a senha combinada para aquela semana: "Feijão francês", ele se encontrava exatamente na encosta norte do morro do Ovão e teve que confessar que não avistara qualquer astronauta ou mesmo um simples disco voador. Por que eles esperavam encontrar seres ou objetos tão estranhos? Veja a resposta lendo a mais interessante das aventuras da turma que ninguém consegue segurar..."
  10. Os Seis e o Farol da Ilha Quebrada (1977): "O caiaque em que viajavam os valentes detetives da Sociedade Secreta dos Seis naufragou na baía de Sepetiba. Os meninos foram parar numa ilha deserta onde havia um estranho e misterioso farol. Descubram com eles, ou, se puderem, antes deles, por que o farol piscava quando não deveria piscar!"
  11. Os Seis e o Segredo do Sambaqui (1977): "As cavernas de Minas Gerais tinham tudo para atrair a curiosidade e despertar o espírito de aventuras da Turma dos Seis. E quando souberam que, em uma delas, havia um homem pré-histórico, nada mais pôde impedir que eles empreendessem uma arriscada busca, defrontando-se com ratazanas gigantes nas galerias úmidas e escuras da Caverna dos Esqueletos. E, além do homem pré-histórico, ainda descobriram ladrões e assassinos que, à meia-noite das sextas-feiras, assaltavam parte da gruta, levando o que ela possuía de mais valioso."
  12. Os Seis e o Galeão Espanhol (1977): "Ao encontrarem aquele homem de perna de pau vagando pela praia, os valentes detetives da Sociedade Secreta dos Seis passariam a viver a mais empolgante aventura. E, desta vez, em alto-mar, teriam de enfrentar um grupo de piratas tremendamente sanguinários."
  13. Os Seis e o Pirata de Paquetá (1983): "Enterrado na areia, só com a cabeça de fora, um olho tapado à maneira dos piratas, e contando histórias inverossímeis, aquele homem constituía um caso misterioso a ser desvendado pela Sociedade Secreta dos Seis, que se põe logo em ação."
  14. Os Seis e o Circo do Diabo (1983) (ilustrações de Teixeira Mendes)[9] : "A Sociedade Secreta dos Seis vai assistir a uma função do Circo do Diabo e descobre que a bilheteria está passando notas falsas. A fim de desmascarar os falsários, os Seis enfrentam estranhos artistas de circo, a começar pelo mágico, que mais parece Satanás."
  15. Os Seis e a Granja das Garrafadas (1983): "Desta vez, a Sociedade Secreta dos Seis vai socorrer um vendedor de xaropes de ervas medicinais, cuja granja parece mal-assombrada pelo fantasma de seu antigo proprietário. Como é que os Seis conseguem assustar o fantasma? Isso, vocês só saberão depois de lerem o livro."
  16. Os Seis e o Trem-Fantasma (1983): "No trem-fantasma de um parque de diversões, um casal de noivos é agredido por um monstro cinzento. O rapaz é hospitalizado em estado grave e a polícia não consegue descobrir o agressor. É aí que a Sociedade Secreta dos Seis entra em ação e, depois de alguns sustos e ameaças, acaba desmascarando o verdadeiro monstro."
  17. Os Seis e o Cemitério Clandestino (1983): "A história começa quando os Seis encontram um cemitério clandestino na Baixada de Sepetiba e são assaltados por uma trinca de bandidos. Ao procurarem recuperar os objetos que os marginais lhes roubaram, os meninos ouvem dizer que existe uma porção de joias escondidas numa catacumba daquele cemitério. A partir daí, mocinhos e bandidos se empenham em localizar o tesouro."
  18. Os Seis e a Bomba Atômica (1983): "Um ladrão de automóveis 'puxa' um carro de um professor de física nuclear, no qual está um cofre de chumbo com cinco quilos de urânio 235. O material radioativo representa um perigo para a coletividade! Então, antes que alguém abra inadvertidamente a caixa e contamine a população, a Sociedade Secreta dos Seis entra em ação. Onde estará escondida a bomba atômica? Se você não sabe, leia o livro."
  19. Os Seis e o Sequestro de Saci (1984): "Ao saber que havia uma quadrilha de bandidos alugando menores para roubar, a Sociedade Secreta dos Seis sai à procura dos responsáveis, numa favela carioca. O cachorrinho Saci é sequestrado, Beto Ferrugem tem um grande desgosto e os outros meninos passam alguns apertos - mas, no fim, o chefe da quadrilha mostra o seu verdadeiro rosto. Antes disso, o leitor talvez já saiba quem ele é."

Série Missão Perigosa[editar | editar código-fonte]

Nessa série, o autor usa o pseudônimo de Yago Avenir. São cerca de 13 títulos[10] :

  1. Missão Perigosa em Paris
  2. Missão Perigosa em Londres
  3. Missão Perigosa em Nova Iorque
  4. Missão Perigosa em Roma
  5. Missão Perigosa em Tóquio
  6. Missão Perigosa nas Bermudas
  7. Missão Perigosa em Hollywood
  8. Missão Perigosa no Zaire
  9. Missão Perigosa no México
  10. Missão Perigosa em Madri
  11. Missão Perigosa: o Monstro de Loch Ness
  12. Missão Perigosa no Polo Norte
  13. Missão Perigosa em Chicago

Zezinho Sherlock[editar | editar código-fonte]

Publicada nos anos 1980, sob pseudônimo

  • Dez Mistérios para Resolver

Outros[editar | editar código-fonte]

  • Morte para Quem Ama (Casa Editora Vecchi, 1963)
  • Departamento de Polícia Judiciária

No rádio (parcial)[editar | editar código-fonte]

Rádios[editar | editar código-fonte]

  • Rádio Nacional
  • Rádio Tupi
  • Rádio Mauá
  • Rádio Nacional (1943-1945)

Radioteatro (Teatro de Mistério) de Hélio do Soveral[editar | editar código-fonte]

Entre o fim dos anos 1960 e o início dos anos 1980, a Rádio Nacional do Rio de Janeiro ocupava as manhãs de sábado ou, alternativamente, as noites de segunda-feira com o Teatro de Mistério, de Hélio do Soveral. Mesmo diante da força da TV, muitos jovens ainda paravam em frente ao rádio para ouvir as peças de rádio-teatro que enfocavam histórias de crimes e mistérios investigados pelo Inspetor Santos (Domício Costa) e seu amigo, o japonês Minôro (Cauê Filho). Na internet consegue-se baixar uma centena delas gravadas diretamente da Rádio Nacional, na sua íntegra.

Na Rádio Mauá criou o "Teatro experimental do trabalhador".

Foi produtor do "Programa César de Alencar" na Rádio Nacional. Trabalhou tembém como redator nos programas "Haroldo de Andrade" nas emissoras Tupi e Globo .[1]

Programas[editar | editar código-fonte]

História em quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Soveral chegou a roteirizar histórias em quadrinhos, Trabalhou também na EBAL, onde criou o herói Kung Fu, criado após a editora perder a licença do Mestre do Kung Fu da Marvel Comics[16] [17] , também roteirizou histórias de terror publicadas nas revistas Spektro, Pesadelo, entre outras. Algumas até mesmo desenhadas por Flavio Colin[18] , um dos mais conceituados desenhistas do Brasil. Histórias como "Os Bonecos Africanos", publicada na revista Spektro nos anos 1970, roteirizada por Soveral e desenhada por Colin.

Reconhecimento como "Cidadão do Estado do Rio de Janeiro"[editar | editar código-fonte]

Em 1985, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, foi aprovada na Sessão de 5 de dezembro de 1985 do Projeto de Resolução número 463, de 1985, de autoria do Deputado Messias Soares, a concessão de "Título de Cidadão do Estado do Rio de Janeiro ao Escritor Hélio do Soveral Rodrigues de Oliveira Trigo".[2]

Atualmente[editar | editar código-fonte]

Os livros de Soveral estão atualmente fora de catálogo e já não são mais publicados há algum tempo, mas existem com fartura em sebos. Vários de seus programas de rádio estão sendo restautados e digitalizados por iniciativa de Pedro Salenbauch e Oswaldo Vernet, do Tropix, projeto da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c http://paginas.terra.com.br/lazer/sintonia/personah.htm
  2. a b http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/contlei.nsf/01017f90ba503d61032564fe0066ea5b/500f081cff149df403256751007170f9?OpenDocument
  3. http://web.archive.org/web/20020220090824/http://www2.correioweb.com.br/cw/2001-03-28/mat_32290.htm Correio Braziliense - Crônica da Cidade, 28 de março de 2001 - Por Rogério Menezes (Página só acessível via cache do Google)
  4. http://web.archive.org/web/20011130000004/http://www2.correioweb.com.br/cw/2001-03-21/mat_31452.htm
  5. Dagomir Marquezi. (Maio 1998). "O Ian Fleming de Copacabana". VIP (157): 72 a80. Editora Abril.
  6. Dagomir Marquezi. (1981). "Este Homem Vive de Mistério". Status.
  7. Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI
  8. UNIVALI
  9. http://siaibib01.univali.br/arquivos/150000/153000/125_153065.htm?codBib=
  10. UNIVALI
  11. http://www.dicionariompb.com.br/verbete.asp?tabela=T_FORM_C&nome=R%E1dio+Nacional Dicionário MPB
  12. Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Página visitada em 28 de outubro de 2009.
  13. DEPOTzNET - saude - tecnologia - cultura - ciencia - biblioteca - imagens - música - artes. Página visitada em 28 de outubro de 2009.
  14. http://www.collectors.com.br/download/AcervoRadiofonico.rtf
  15. :: EU AUTOR :: Bem-vindo!. Página visitada em 28 de outubro de 2009.
  16. UNIVERSO HQ. Página visitada em 28 de outubro de 2009.
  17. Cláudio Roberto Basílio (30/11/2006). As Artes Marcias nas HQs - Parte 4 HQManiacs.
  18. Carlos Patati (16/01/2011). Colin, o Gigante Bigorna.net.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]