Haakon, o Vermelho

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Haquino, o Vermelho,[1] segundo a tradição, foi um rei sueco que governou aproximadamente entre 1070 a 1079. Ele deve o seu sobrenome O vermelho à cor do seu cabelo.

Ascendeu ao poder real depois que o rei anterior, Alsteno, se negou a realizar sacrifícios aos deuses nórdicos. A Suécia nesse tempo se encontrava dividida entre religiões: os suecos pagãos, os suecos cristãos e os suecos cristão de Västergötland.

Possivelmente, ao mesmo tempo que Haquino, havia outro rei, Anundo Gårdske, que haveria governado os suecos pagãos na primeira metade da década de 1070, enquanto Haquino era rei dos suecos cristãos e Alsteno, junto com seu irmão, Ingo, governavam Västergötland

Pouco se sabe da família de Haquino, apenas que era possivelmente um filho ilegítimo do rei Stenkil, e que se casou com a viúva do rei Érico, o Pagão.

Em uma pedra rúnica na ilha de Adelsö, no Lago Mälaren, é mencionado o nome do rei Haquino e é a primeira vez que a palavra rei é documentada na Suécia.

Referências

  1. Martín 1999, p. 83

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Martín, Antonio Pérez. El derecho procesal del "ius commune" en España. [S.l.]: EDITUM, 1999. ISBN 8483710870
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Precedido por
Anundo o Russo
Reis da Suécia
1075-1079
Sucedido por
Ingo I