Haganá

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes fiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo. Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Combatentes do Haganah em 1947.

O Haganá (em hebraico: ההגנה, "defesa", também conhecida pela grafia inglesa Haganah) foi uma organização paramilitar judaica de cárater sionista, atuante no território do que era então o Mandato Britânico da Palestina, entre 1920 e 1948. Lutou contra a ocupação britânica da região e também contra a população de etnia árabe.

Dela, nasceu a Irgun, também conhecida como Etzel, que pregava a luta armada como única alternativa para a criação do Estado de Israel.

A Haganá também constituiu-se na base para a constituição das Forças de Defesa de Israel, não só pelo treino militar dos seus membros, como também pela sua proximidade com a Agência Judaica, de Ben-Gurion.

Origens[editar | editar código-fonte]

O precursor da Haganá foi a Hashomer (em hebraico: השומר; em português, "o vigilante"), criada em 1909 e cuja antecessora havia sido a Bar Giora (assim chamada em alusão a Simon bar Giora, líder judeu atuante na primeira guerra judaico-romana, no século I), um pequeno grupo de judeus imigrantes que, desde 1907, prestava serviços de segurança aos assentamentos, mediante pagamento de uma taxa anual.

Atuação na Guerra Civil de 1947-1948[editar | editar código-fonte]

Em dezembro de 1947, quando irrompeu a guerra civil na Palestina, a Haganá concentrou-se prioritariamente na proteção dos judeus e de suas propriedades, além de assegurar as principais linhas de comunicação e transporte - enquanto a Etzel se dedicava sobretudo à retaliação de ataques contra civis judeus, alvejando civis árabes.

Mais tarde, a Haganá passou à ofensiva realizando, assim como a Etzel, uma série de operações militares visando a esmagar a resistência árabe e assegurar o território do futuro estado judeu. A Haganá também foi acusada de ter participado de massacres de civis árabes[1] .

Membros destacados[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. MidEast Web Historical Documents. Haifa Refinery Riots - December 1947

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Thierry Nolin (tradução de Maria Luísa Anahory), Haganah, editora Ulisseia, Lisboa (1973)


Ícone de esboço Este artigo sobre história israelense e judaica é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.