Heráldica portuguesa

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A heráldica portuguesa tem sido utilizada pelo menos desde o século XII.

O sistema português de heráldica tem os seus fundamentos na regulamentação de D. Manuel I. Na heráldica portuguesa, como na de outros países europeus, as armas concedidas ao chefe do nome e título de cada família são-lhe exclusivas, sendo transmitidas apenas por linha varonil e à descendência feminina directa. Os filhos do chefe usam em vida deste último brasões diferenciados das armas puras do pai por uma brisura, cujos pendentes, pelo seu número ou forma indicam o número de genitura. Descendentes não directos de um ou mais chefes de nome e título, em razão da sua ascendência familiar tendiam a receber armas diferenciadas com as armas recebidas ou por referência heráldica aos diversos costados familiares. Uma vez que, ao contrário do que frequentemente se pensa, não existem armas de família, e todas as armas concedidas são exclusivamente individuais, a própria existência de diferenciação na partição do escudo era tradicionalmente decidida por um Rei d'Armas Portugal.

D. Afonso V restringiu uso de armas pela burguesia no uso de esmaltes, a que se seguiu no reinado de D. Manuel I a sua inteira proibição, à excepção apenas de titulares, [1] proibição que haveria de durar até à Implantação da República de 1910.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Stephen Slater: The Complete Book of Heraldry. Lorenz Books 2002, p. 204
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