Hipótese de Sapir-Whorf

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Nos anos 1930, dois lingüistas, Edward Sapir e Benjamin Lee Whorf, chegaram à formulação de uma tese que constituiu durante muito tempo uma referência para o relativismo lingüístico. Conhecida sob o nome de hipótese Sapir-Whorf, ela reza mais ou menos isto: as pessoas vivem segundo suas culturas em universos mentais muito distintos que estão exprimidos (e talvez determinados) pelas diferentes línguas que falam. Deste modo, também o estudo das estruturas de uma língua pode levar à elucidação de uma concepção de um mundo que a acompanhe. Esta proposição suscitou o entusiasmo de uma geração inteira de antropólogos, de psicólogos e de lingüistas americanos e, em menor escala, europeus, nos anos 1940 e 50, antes de ser enfraquecida pela corrente cognitivista[necessário esclarecer]. Ela influenciou um pouco o estruturalismo francês e, apesar das refutações formuladas, principalmente, por etnólogos e sociolingüistas[quais?] neste meio-tempo, sua existência persiste até hoje[1] .

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