História da Copa Libertadores da América

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A Copa Libertadores da América é a mais importante competição de clubes de futebol da América do Sul, e sua história é longa e notável. Em toda a história do torneio, 22 equipes de sete países já venceram essa competição.

A primeira edição de uma competição continental de clubes, o Campeonato Sul-Americano de Campeões, foi realizado em 1948, concorreu com os campeões da primeira divisão do ano anterior de todos os países membros da CONMEBOL. Foi realizada em Santiago no Chile, e foi vencida por um campeão brasileiro, O Clube de Regatas Vasco da Gama (CRVG Clube de Vasco da Gama). Este torneio é considerado pela CONMEBOL como a precursora da Copa Libertadores da América entretanto, não foi realizada novamente no ano seguinte.

Finalmente, em 1958, o concurso foi chamado de Copa Libertadores da América, a fim de dar homenagem aos libertadores na história da América do Sul, e foi jogado pela primeira vez em 1960

1960 a 1961 - Primeiro sucesso do Peñarol[editar | editar código-fonte]

A revista argentina El Gráfico colocou Pelé na capa como a principal preocupação do Boca na disputa da final contra o Santos em 1963

A primeira sessão do torneio foi realizada em 1960 com sete equipes participantes. Um dos campeões, o Peñarol derrotou o Olimpia e foi coroado campeão da competição.

No próximo ano, nove equipes foram os concorrentes de Peñarol que foi suficientemente forte para defender o seu título. O time uruguaio ainda enfrentou novamente o Olímpia do Paraguai nas semifinais desta vez, criando uma das primeiras rivalidades na Copa Libertadores na história. [1] No final, Peñarol derrotou o Palmeiras.

1962 a 1963 - O desafio do Santos[editar | editar código-fonte]

Durante os primeiros anos, Peñarol foi dominando o futebol sul-americano, e conseguiu chegar à final para o terceiro ano consecutivo, quando eles enfrentaram os campeões brasileiros, o Santos. Nessa altura, Santos foi conduzido pelo lendário Pelé e derrotou o Peñarol em um play-off e ganhou o seu primeiro título.

Santos, com Pelé e outros grandes jogadores de futebol como o Coutinho, venceu o torneio de novo no próximo ano derrotando Boca Juniors. Nos primeiros anos, era mais fácil de ganhar o bi-campeonato, porque eles entravam automaticamente na semi-final ou na segunda fase do torneio.

1964 a 1965 - Os dois primeiros títulos do Independiente[editar | editar código-fonte]

Uma equipe argentina anotava o seu nome na história do torneio pela primeira vez em 1964. O Independiente derrotou o então bi-campeão Santos nas 2 partidas das semi-finais, acabando depois por conquistar seu 1º título ao derrotar o Nacional do Uruguai na Final.

Em 1965, o Independiente, que mais tarde se tornaria a mais bem sucedida equipe na história da copa, ganhou seu segundo título, batendo outra equipe uruguaia na final, o Peñarol.

Peñarol ganhar a Copa Libertadores da América 1966

1966 - A vingança do Peñarol[editar | editar código-fonte]

Peñarol perdeu para o argentino Independiente, nas finais do ano anterior. Em 1966, eles ficaram com sucesso após derrotar outro time argentino, o River Plate, em um play-off e conquistou o seu segundo título.

1967 - O segundo argentino campeão[editar | editar código-fonte]

O Peñarol no campeonato de 1966 não impediu que argentina "dominasse a época". Em 1967, outra equipe argentina venceu o título: o Racing Club. Eles derrotaram os uruguaios do Nacional por 2-1, em um play-off e foram coroados os campeões do torneio sul-americano pela primeira vez.

1968 a 1971 - A era do Estudiantes[editar | editar código-fonte]

Estudiantes, a equipe vencedora da Copa Libertadores da América 1968

A partir de 1968, a era de outro time argentino começou. Não sendo um dos tradicionais "cinco grandes" do futebol argentino, Estudiantes quebrou o domínio dos "cinco grandes" da Argentina em 1967 ao vencer seu primeiro título da liga nacional. Em 1968 venceram a Copa Libertadores da América derrotando o Palmeiras na final. Apesar de não terem ganho Campeonato Argentino de Futebol nos anos seguintes, continuaram com seu sucesso no torneio continental. Orientados por Osvaldo Zubeldía, que levou a estrela jogadores como Carlos Bilardo, Juan Ramón Verón e Oscar Malbernat, que venceram a Libertadores 1969, e novamente em 1970, vencendo as 2 principais equipes uruguaias, respectivamente Nacional e Peñarol, tornando-se a primeira equipe a conquistar o título por três anos consecutivos.

Em 1971, eles entraram na final do torneio pelo quarto ano consecutivo, e enfrentou o Nacional do Uruguai. No entanto, eles não conseguiram o título novamente, e foi derrotado por 2-0 em jogo de play-off da final.

1972 a 1975 - a volta do Independiente[editar | editar código-fonte]

Em 1972, o time argentino Independiente conseguiu o título novamente. Com a estrela de jogadores como Francisco Sá, José Omar Pastoriza, Ricardo Bochini e Daniel Bertoni, mais uma vez, eles foram coroados campeões depois de sete anos desde seu último campeonato. Com seu forte esquadrão, eles ganharam ainda a Libertadores de 1973,ganhando do Colo Colo na final, conquistaram a taça de 1974, batendo o time do São Paulo Futebol Clube, após um melhor de três muito disputado, e ganharam o título de 1975, vencendo o Unión Española, do Chile, fechando assim, o tetra campeonato em sequência da Libertadores da América.

1976 - O Cruzeiro conquista seu primeiro título[editar | editar código-fonte]

Equipes brasileiras não tinham ganho um título desde 1963. Em 1976, o Cruzeiro quebrou a seqüencia do time argentino que dominava o campeonato. O River Plate não foi capaz de conquistar o primeiro título continental da história do clube. O Cruzeiro de Raul Plassman,Wilson Piazza e Joãozinho derrotou o River Plate de Fillol e Roberto Perfumo, após três jogos históricos,e foi coroado como o novo campeão.O primeiro jogo foi no Mineirão, o Cruzeiro ganhou por 4 x 1, em uma grande exibição. O segundo jogo foi na Argentina,o River Plate ganhou por 2 x 1, em um jogo que os mineiros alegam terem sido prejudicados pela arbitragem.O terceiro e último jogo,foi decidido em campo neutro,e o Cruzeiro conseguiu o gol da vitória no final do jogo,com um gol histórico do ponta-esquerda Joãozinho,de falta, dando a vitória ao Cruzeiro por 3 x 2, e garantindo o título da Libertadores para o Brasil.O Cruzeiro se tornou o único clube brasileiro a conquistar a Libertadores depois do Santos de Pelé, e ainda o único time brasileiro a conquistar a Libertadores em toda década de 70.

1977 a 1978 - O bi-campeonato do Boca Juniors[editar | editar código-fonte]

O Cruzeiro novamente foi a final, desta vez em 1977. No entanto, o time mineiro não conseguiu conquistar o bi-campeonato, sendo derrotado por uma equipe argentina, o Boca Juniors, após um duelo muito equilibrado,onde o Boca venceu o primeiro jogo, por 1 x 0, gol de Veglio, e o Cruzeiro venceu o segundo jogo, no Mineirão, também por 1 x 0, gol de falta de Nelinho, forçando o terceiro jogo, este último foi decidido nos pênaltis, tendo o Boca conseguido converter cinco penalidades e o Cruzeiro, quatro.O time mineiro foi prejudicado pela arbitragem, o juiz mandou voltar uma cobrança após o jogador do Boca desperdiçar a primeira batida,jogando na trave, um lance polêmico. Foi a primeira Libertadores decidida nos pênaltis. Boca voltou a ganhar o título em 1978 após ganhar do Deportivo Cali, o primeiro time colombiano nas finais da competição.

1979 - Olimpia quebra a dominância[editar | editar código-fonte]

Antes de 1979, outros países além Argentina, Brasil e Uruguai nunca haviam ganho um título. No entanto, em 1979, o Olimpia trouxe o troféu de volta para Paraguai. Eles derrotaram o Boca Juniors, os campeões dos dois anos anteriores, no final e se tornou o primeiro campeão não provenientes dos três países mencionados acima. A conquista do Olímpia quebrou de uma vez o domínio argentino da competição.

1980 a 1983 - A concorrência entre as equipes brasileiras e uruguaias[editar | editar código-fonte]

Apesar de o Olimpia ter vencido o torneio, não alterou o predomínio das equipes dos países mais tradicionais. De 1980 a 1983, os títulos foram ganhos por equipes brasileiras e uruguaias.

Em 1981, o Flamengo foi o campeão, vencendo o Cobreloa, do Chile, em 3 jogos marcados por extrema violência dos chilenos. Dois anos depois, em 1983, foi a vez do Grêmio, que venceu na final os uruguaios do Peñarol.

Nacional e Peñarol também conseguiram trinfar nessa época. O Nacional venceu em 1980, e o Peñarol em 1982.

1984 a 1986 - a Argentina voltou[editar | editar código-fonte]

Tendo não vencendo o torneio, durante cinco anos, as equipes argentinas dominaram a competição novamente por três anos. Os ex-campeões Independiente ganhou o título novamente em 1984.

Argentinos Juniors, uma "pequena equipe", da Argentina, venceu o torneio continental uma única vez na história, em 1985, derrotando o colombiano América de Cali na final.

River Plate, outro time tradicional da Argentina, passou a ser o campeão sul-americano pela primeira vez em 1986. O time colombiano, América de Cali, perderam novamente a final.

1987 a 1988 - Os uruguaios voltam[editar | editar código-fonte]

América de Cali entrou na final pelo terceiro ano consecutivo. No entanto, eles novamente perderam o título. Em 1987, os uruguaios foram campeões com o Peñarol fazendo 2-0 no play-off.

Nacional, o rival do Peñarol, seguiu o exemplo, no ano seguinte. Eles ganharam seu terceiro título ao derrotar Newell's Old Boys, por 3 a 1 na final.

Até hoje, esses são os dois últimos títulos que as equipes uruguaias venceram.

1989 a 1991 - Campeões de outros países[editar | editar código-fonte]

Antes de 1989, para além de clubes argentinos, uruguaios e brasileiros, times de outros países ganharam apenas um título, isto já aconteceu em 1979, quando Olimpia do Paraguai ganhou o troféu. No entanto, a partir de 1989 a 1991, três equipes quebrado o predomínio e tornaram-se a campeões continentais.

Em 1989, Atlético Nacional da Colômbia se tornou o primeiro colombiano campeões continental. Eles ganharam do Olimpia, na final.

Olimpia continuou lutando por seu segundo título depois de 1979. Eles entraram em uma final, mais uma vez, em 1990, e liderada por jogadores como Raúl Vicente, Gabriel González e Ever Hugo Almeida ganhou o troféu vencendo o Barcelona Sporting Club por 3-1 na final.

Em 1991, foi o terceiro ano em que a final não envolveu equipes da Argentina, Brasil ou Uruguai. Olimpia foi um dos finalistas de novo, mas dessa vez eles foram derrotados pelo Colo-Colo, a primeira e única equipe chilena a conquistar um título continental, por 3-0 na final.

1992 a 1999 - A época do Brasil[editar | editar código-fonte]

Antes de 1992, os times brasileiros não foram muito bem sucedidos na competição. Eles tinham somente 5 títulos, em comparação com os 15 títulos da Argentina e 8 títulos do Uruguai. No entanto, a situação havia mudado em 1992. Equipes brasileiras entraram na final do torneio de oito vezes a partir de 1992 a 2000, e ganhou seis campeonatos.

De 1992 a 1993, o São Paulo com Telê Santana da Silva como o treinador, e jogadores como estrela Müller, Raí, Cafú e Palhinha, o antigo clube de Leônidas e Tomás Soares da Silva ganhou seu primeiro título internacional em 1992, buscando assim o título perdido em 1974, na disputadíssima final contra o Independiente da Argentina.E com muita competência, eles repetiram os seus sucesso novamente em 1993, tornando-se o primeiro time brasileiro a defender o título com sucesso desde o Santos FC em 1963.

Eles foram mais uma vez um dos finalistas na edição de 1994, mas desta vez eles perderam contra Vélez Sársfield, liderada por José Luis Chilavert, Christian e Omar, no final.

O Grêmio conquistou seu segundo título em 1995, liderado pela dupla de atacantes Jardel e Paulo Nunes, o time gaúcho venceu o Atlético Nacional da Colômbia e trouxe mais um título para o Brasil.

Além de São Paulo e Grêmio, Cruzeiro,conquistou seu bicampeonato em 1997,com destaques para o goleiro Dida, batendo o Sporting Cristal, do Peru,na final e Vasco da Gama, em 1998, ganha seu primeiro título,batendo o Barcelona de Guayaquil. A edição de 1999 pode ser destacada por ser a edição em que o Palmeiras veio a conquistar seu primeiro título da competição, batendo o Deportivo Cáli,nos pênaltis.O Palmeiras já havia chegado a duas decisões ainda na década de 60, tendo ficado com o vice campeonato nas duas ocasiões, e depois de mais de 30 anos chega ao sonhado título de campeão da América.

Durante este período, apenas duas equipas argentinas, Vélez Sársfield e River Plate, quebraram o predomínio dos brasileiros e ganharam o título em 1994 e 1996.

Em 1998, a competição acrescentou a Toyota Motor Corporation como seu principal patrocinador, resultando em uma mudança do nome da competição: "Copa Toyota Libertadores".

2000 a 2004 - Boca Juniors volta[editar | editar código-fonte]

Time do Olimpia que ganhou a Libertadores 2002

Desde 1978, Boca Juniors não tinha ganho o campeonato, já fazia 22 anos. No entanto, a partir de 2000 a 2004, o retorno do Boca foi visto. Tendo grandes nomes internacionais, tais como Walter Samuel e Martín Palermo, e orientadas por Carlos Bianchi, oVirrey(o Vice-Rei), eles entraram na final do torneio quatro vezes nestes cinco anos, e se tornando os campeões três vezes em 2000, 2001 e 2003. Em 2004, eles também entraram na final, mas perdeu para o Once Caldas da Colômbia nos pênaltis.

Em 2002, o Olímpia impediu uma final entre os brasileiros Grêmio e São Caetano, o time paraguaio eliminou os gaúchos em um jogo muito emparelhado. A final foi entre Olimpia e São Caetano. O Olimpia ganhou o seu terceiro título no ano do seu 100 aniversario.

2005 a 2006 - Os brasileiros nas finais[editar | editar código-fonte]

Em 2005 e 2006, o torneio foi novamente dominado por equipes brasileiras.

Em 2005, foi a primeira vez na história da copa em que uma final foi feita pelos clubes do mesmo país. Nessa edição, São Paulo derrotou Atlético-PR na final e foram coroados campeões pela terceira vez.

São Paulo entrou na final outra vez em 2006. Desta vez, a final novamente foi brasileira e o São Paulo competiu contra o Internacional, o clube gaúcho conquista seu primeiro título da Copa Libertadores da América.Para o Internacional, o título teve um gosto de resgate, já que em 1980 o time de Falcão perdera o título na final contra o Nacional do Uruguai.

2007 - o hexa do Boca Juniors[editar | editar código-fonte]

Internacional de Porto Alegre ganhou o título em 2006, e o Grêmio também de Porto Alegre queria repetir o mesmo sucesso que os seus rivais no ano anterior. Foi a primeira vez que as duas equipes participavam da Libertadores juntas, no entanto, com o mesmo número de pontos o Grêmio se classificou enquanto o Internacional de Porto Alegre caiu na primeira fase,Román Riquelme estava em sua melhor forma e contribuiu para o Boca Juniors conseguir seu sexto título ao vencer o Grêmio em casa e fora também, por 2 a 0 e 3 a 0.

2008 - o primeiro título do Equador[editar | editar código-fonte]

LDU Quito foi a primeira equipe do Equador que ganhou a Copa Libertadores da América. Eles ganharam do Fluminense depois de uma decisão nos pênaltis. O goleiro José Francisco Cevallos salvou três pênaltis.A edição 2008 também marcou a mudança de denominação da "Copa Toyota Libertadores" para "Copa Libertadores Santander" devido a um novo contrato com o banco espanhol Santander. E também um fato curioso, nesta partida aconteceu algo que jamais aconteceu antes, o jogador Thiago Neves do Fluminense marcou três gols (o famoso Hat Trick) coisa jamais ocorrida e virou o maior número de gols marcado em uma final de Copa Libertadores da América .

2009 - o retorno do Estudiantes[editar | editar código-fonte]

Neste ano a Libertadores parecia estar nas mãos dos brasileiros, pois Grêmio, Palmeiras, Cruzeiro e São Paulo chegaram às quartas-de-final. Foi a primeira vez em que um país foi representado por tantos times nessa fase. No entanto, os times brasileiros foram caindo e somente o Cruzeiro chegou à final. O adversário foi o Estudiantes, que tinha como principal jogador o meia Verón.

Os times já haviam se enfrentado na primeira fase com uma vitória para cada. No primeiro jogo da decisão, em La Plata, o resultado foi 0 a 0. Em Belo Horizonte o Cruzeiro abriu o placar, mas o Estudiantes virou o jogo e voltou a conquistar a Libertadores após 39 anos.

2010 - O supersticioso bicampeonato do Internacional[editar | editar código-fonte]

A edição de 2010 da Copa Libertadores da América consagrou como campeão o Internacional que num ano cheio de surpertições venceu o Chivas na final em Porto Alegre.

A fantástica arrancada do Internacional começou ainda nas quartas de final com um gol marcado no final do segundo tempo, por Giuliano contra o Estudiantes. O próximo adversário o São Paulo cairia diante do Internacional com um gol qualificado no Morumbi e assim como em 2006 o placar de 2 a 1 na primeira partida da final, levou o Internacional para Porto Alegre com a missão de apenas empatar. O Internacional venceu por 3 a 2, na soma total 5 a 3 e se tornou bicampeão da Copa Libertadores da América.

2011 - Terceiro título do Santos[editar | editar código-fonte]

Após 48 anos do bicampeonato da competição, o Santos voltou a ganhar o título da Copa Libertadores da América com um time comandado pelos jovens craques Neymar e Paulo Henrique Ganso além do experiente Elano, titular da Seleção Brasileira da Copa de 2010. A final foi contra o tradicional Peñarol do Uruguai, repetindo a de 1962 também vencida pelo Santos em seu primeiro título.

2012 - Primeiro título do Corinthians[editar | editar código-fonte]

A data de 4 de julho de 2012 ficou conhecida como o dia da libertação da fiel torcida. A equipe alvinegra conquistou o seu primeiro título da Libertadores de maneira invicta e diante do maior algoz dos brasileiros. O embate final aconteceu contra o time argentino Boca Juniors no estádio do Pacaembú, onde o Corinthians triunfou com o placar de 2x0. O time mais tradicional da Argentina não foi páreo para o Corinthians e os 40 mil fieis presentes no grande palco da final. Desde 1978, quando o mesmo Boca foi campeão, nenhum time tinha conseguido a façanha de conquistar a Libertadores de maneira invicta.

2013 - Primeiro título do Atlético[editar | editar código-fonte]

Em uma emocionante partida, O Atlético, ou simplesmente Galo, ganhou nos pênaltis do Olímpia, no dia 24 de Julho de 2013. O Galo fez a melhor campanha da fase de grupos e a partir das quartas de final passou por sufoco. Após perder o primeiro jogo por 2 a 0 no Paraguai, contra o tradicional Olímpia, o Galo passou o primeiro tempo sem fazer gols, para desespero da torcida, cujo lema era "EU ACREDITO".Logo no primeiro minuto do segundo tempo de jogo Jô marcou para o Atlético após bobeada do meio - campo Pittoni. Com a pressão do Galo em um perigoso contra-ataque Ferreyra perdeu um gol incrível e aos 42 do segundo tempo Leonardo Silva marcou para o Galo de cabeça. Depois do empate de 0 a 0 na prorrogação a decisão foi para os pênaltis. Victor pegou o primeiro pênalti e após vários acertos, o quinto pênalti do Olímpia cobrado por Giménez parou na trave fazendo o Atlético campeão e libertando a torcida para gritar É CAMPEÃO da América pela primeira vez.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]