História da sociologia

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A sociologia surgiu do pensamento iluminista, pouco tempo após a Revolução Francesa, como uma ciência da sociedade positivista. Análise social, entretanto, tem origem no estoque comum do conhecimento ocidental e necessariamente é anterior a essa área. A sociologia acadêmica moderna surgiu como uma reação à modernidade, capitalismo, urbanização, racionalização e secularização, carregando um forte interesse específico na emersão do moderno estado-nação, suas instituições constituintes, suas unidades de socialização e seus meios de vigilância. Uma ênfase no conceito de modernidade, em vez de no de iluminismo, geralmente distingue o discurso sociológico daquele da filosofia política clássica.[1]

Como ciência, a sociologia tem de obedecer aos mesmos princípios gerais válidos para todos os ramos de conhecimento científico, apesar das peculiaridades dos fenômenos sociais quando comparados com os fenômenos de natureza e, consequentemente, da abordagem científica da sociedade. De acordo com Giannoti (IN VALENTIM, 2010): "A Sociologia estuda a sociedade, onde os seres vivos se unem por laços independentes de seus organismos. A Sociologia é vista por Comte como "o fim essencial de toda a filosofia positiva".[2]


Referências

  1. Harriss, John. The Second Great Transformation? Capitalism at the End of the Twentieth Century in Allen, T. and Thomas, Alan (eds) Poverty and Development in the 21st Century', Oxford University Press, Oxford. p. 325.
  2. GIANNOTI apud VALENTIM, Oséias Faustino. O Brasil e o Positivismo. Rio de Janeiro: Publit, p.23. 2010. ISBN 9788577733316


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