História de Jerusalém

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A cidade de Jerusalém tem uma história que data do 4º milênio a.C., tornando-a uma das mais antigas do mundo.[1] Jerusalém é a cidade santa no Judaísmo e o centro espiritual dos judeus desde o século X a.C.[2] contém um número de significativos lugares antigos cristãos, e é considerada a terceira cidade santa no Islão.[3]

Surgimento[editar | editar código-fonte]

Muro de Jebusita, na cidade de Davi

Cerâmicas indicam a ocupação de Ophel, dentro da atual Jerusalém, desde a Idade do Cobre, ao redor do Quarto milênio a.C.,[1] [4] com evidências de assentamentos permanentes durante o começo da Idade do Bronze, 3000-2800 a.C.[4] [5] Os Textos de Execração (c. do século XIX AC), que se referem a uma cidade chamada Roshlamem ou Rosh-ramen[4] e as Cartas de Amarna (c. século XIV a.C.) podem ser os primeiros a falar da cidade.[6] [7] Alguns arqueólogos, incluindo Kathleen Kenyon, acreditam que Jerusalém como cidade foi fundada pelos povos Semitas ocidentais com assentamentos organizados em cerca de 2600 a.C..

Segundo a tradição judaica, a cidade foi fundada por Shem e Eber, antepassados de Abraão.[carece de fontes?] Segundo James Ussher, Jerusalém foi fundada pelos hicsos, após estes terem sido expulsos do Egito por Tutmosis (ou Amosis) em 1825 a.C..[8]

Nas narrativas bíblicas, Jerusalém era uma cidade Jebusita até o século X a.C., quando Davi conquistou-a e fez dela a capital do Reino Unido de Israel e Judá (c. 1000s a.C.).[9] [10] recentes escavações de uma grande estrutura de pedra são interpretadas por alguns arqueólogos como crédito à narrativa bíblica.[11]

Períodos Templários[editar | editar código-fonte]

O rei Davi reinou até 970 a.C. Ele foi sucedido pelo seu filho Salomão,[12] que construiu o Templo Sagrado no Monte Moriá. Após a morte de Salomão (c. 930 a.C.), as dez tribos do norte se uniram para formar o Reino de Israel. Sob a liderança da Casa de David e Salomão, Jerusalém continuou a ser a capital do Reino de Judá.[13]

O Templo de Salomão (mais tarde conhecido como o Primeiro Templo), passou a desempenhar um papel central na história judaica como o lugar onde estava guardada a Arca da Aliança.[14] Ao longo de mais de 600 anos, até à conquista babilônia, em 587 a.C., Jerusalém foi a capital política e religiosa dos judeus.[15] Este período é conhecido na história como o Período do Primeiro Templo.[13]

A Torre de Davi como pode ser visto a partir de Vale Hinnom.

Quando a Assíria conquistou o Reino de Israel, em 722 a.C., Jerusalém foi fortalecida por um grande afluxo de refugiados provenientes do norte do reino. O Primeiro Período Templario acabou em cerca de 586 a.C., quando os Babilônios conquistaram Judá e Jerusalém, e devastaram o Templo de Salomão.[13] Em 538 a.C., após cinquenta anos do exílio na Babilônia, o rei aquemênida Ciro, o Grande convidou os judeus a regressarem à Judá e Jerusalém e reconstruíram o Templo. A construção do Segundo Templo de Salomão foi concluído em 516 a.C., durante o reinado de Dario, o Grande, setenta anos depois da destruição do Primeiro Templo.[16] [17] Jerusalém retomou o seu papel de capital de Judá e centro de culto judaico. Quando o comandante grego Alexandre o Grande conquistou o império persa, Jerusalém e Judeia caíram sob controle grego, e em seguida sob a dinastia ptolomaica sob Ptolomeu I. Em 198 a.C., Ptolomeu V perdeu Jerusalém e a Judeia para o Selêucidas sob Antíoco III. A tentativa Selêucida de retomar Jerusalém do dominio grego teve sucesso em 168 a.C. com a bem sucedida revolta macabeia de Matatias, o Sumo Sacerdote e os seus cinco filhos contra Antíoco Epifanes, e a criação do Reino Hasmoneus em 152 a.C., novamente com Jerusalém como capital.[18]

Guerras Romano-Judaicas[editar | editar código-fonte]

Cerco romano e a destruição de Jerusalém (David Roberts, 1850)

Conforme o Império Romano se tornou mais forte, ele colocou Herodes como um rei cliente. Herodes o Grande, como ele era conhecido, dedicou-se a desenvolver e embelezar a cidade. Ele construiu muralhas, torres e palácios, e expandiu o Templo do Monte, reforçou o pátio com blocos de pedra pesando até cem toneladas. Sob Herodes, a área do Templo do Monte dobrou de tamanho.[12] [19] [20] Em 6 CE, a cidade, assim como grande parte da região ao redor, entrou sob controle direto dos romanos como na Judeia[21] Herodes e seus descendentes até Agripa II permaneceram reis-clientes da Judeia até 96 d.C. O domínio romano sobre Jerusalém e região começou a ser contestada a partir da primeira guerra judaico-romana, a Grande revolta judaica, que resultou na destruição do Segundo Templo em 70 d.C. Em 130 d.C. Adriano romanizou a cidade, e ela foi renomeada para Élia Capitolina.[22] Jerusalém, mais uma vez serviu como a capital da Judeia durante o período de três anos da revolta conhecida como a Revolta de Bar Kokhba. Os romanos conseguiram recapturar a cidade em 135 d.C. e como uma medida punitiva Adriano proibiu os judeus de entrarem nela. Adriano rebatizou toda a Judeia de Síria Palaestina numa tentativa de des-judaizar o país.[23] [24] A proibição sobre os judeus entraram em Élia Capitolina continuou até o século IV d.C.

Nos cinco séculos seguintes à revolta de Bar Kokhba, a cidade permaneceu sob domínio romano, até cair sob domínio bizantino. Durante o século IV, o Imperador romano Constantino I construiu partes católicas em Jerusalém, como a Igreja do Santo Sepulcro. Jerusalém atingiu o pico em tamanho e população no final do Segundo Período Templário: A cidade se estendia por dois quilômetros quadrados e tinha uma população de 200 mil pessoas[23] [25] A partir de Constantino até o século VII, os judeus foram proibidos em Jerusalém.[26]

Guerras Romano-persas[editar | editar código-fonte]

No período de algumas décadas, Jerusalém trocou de mãos entre persas e romanos, até voltar à mão dos romanos mais uma vez. Depois, do avanço do comandante Sassânida Khosrau II no inicio do século VII sobre os domínios bizantinos, avançando através da Síria, os generais Sassânidas Sharbaraz e Sain atacaram a cidade de Jerusalém (persa: dej Houdkh), então controlada pelos bizantinos.[27]

Na Destruição de Jerusalém em 614, após passarem 21 dias cercando a cidade, Jerusalém foi capturada dos persas e isso resultou na anexação territorial de Jerusalém. Depois que o exército sassânida entrou em Jerusalém, a sagrada "Vera Cruz" foi roubada e enviada de volta para a capital sassânida como uma relíquia sagrada da guerra. A cidade conquistada e a Santa Cruz, permaneceriam nas mãos dos Sassânidas por mais quinze anos, até o Imperador Bizantino Heráclio recuperá-la em 629.[27]

Estado Islâmico[editar | editar código-fonte]

Cúpula da Rocha visto através do Portão do Algodão.

Em 638, o Califado islâmico alargou a sua soberania para Jerusalém. Neste momento, Jerusalém foi declarada a terceira cidade mais sagrada do Islã após Meca e Medina, e referido comoal Bait al-Muquddas. Mais tarde, ele era conhecido como al-Qods al-Sharif.[28] Com a conquista árabe, os judeus foram autorizados a regressar à cidade.[29] O califa Rashidun Omar ibn al-Khattab assinou um tratado com o patriarca Cristão Monofisista Sofrônio, assegurando-lhe que os lugares sagrados cristãos de Jerusalém e a população cristã seriam protegidos ao abrigo do Estado muçulmano.[30] Omar foi conduzido à Pedra Fundamental no Monte do Templo, no qual ele claramente recusou, pois se preparava para construir uma mesquita. De acordo com o bispo gaulês Arculf, que viveu em Jerusalém a partir de 679 a 688, a Mesquita de Omar era uma estrutura retangular de madeira construído sobre ruínas que poderia acomodar 3000 seguidores.[31] O califa Omíada Abd-el-Melek encomendou a construção da cúpula da Rocha no final século VII.[32] O historiador do século X El Muqadasi escreveu que Abd-el-Melek construiu o santuário, a fim de competir na grandeza das monumentais igrejas de Jerusalém.[31] Durante as quatro próximas centenas de anos, a proeminência de Jerusalém foi diminuída pelos poderes árabes na região que brigavam pelo controle da cidade.[33]

Cruzadas, Saladino e os Mamelucos[editar | editar código-fonte]

Ilustração medieval da captura de Jerusalém durante a Primeira Cruzada, 1099

Em 1099, Jerusalém foi conquistada pelos Cruzados, que massacraram a maior parte dos habitantes muçulmanos e os resquícios dos habitantes judeus. A maioria dos cristãos foram expulsos e a maioria dos habitantes judeus já tinha fugido, no início de junho de 1099, a população de Jerusalém tinha diminuído de 70.000 para menos de 30.000.[34] Os sobreviventes judeus foram vendidos na Europa como escravos ou exilados na comunidade judaica do Egito.[35] Tribos árabes cristãs estabeleceram-se na destruída Cidade Velha de Jerusalém.[36] Em 1187, a cidade foi arrancada da mão dos Cruzados por Saladino permitindo que os judeus e os muçulmanos pudessem voltar e morar na cidade.[37] Em 1244, Jerusalém foi saqueada pelos Tártaros Kharezmian, que dizimaram a população cristã da cidade e afastou os judeus, alguns dos quais foram reinstalados em Nablus.[38] Entre 1250 e 1517, Jerusalém foi governado pelos mamelucos, que impuseram um pesado imposto anual sobre os judeus e destruíram os lugares sagrados dos cristãos no Monte Sião.[39]

Domínio Otomano[editar | editar código-fonte]

Em 1517, Jerusalém e região caiu sob domínio Turco Otomano, que permaneceu no controle até 1917.[37] Como em grande parte do domínio Otomano, Jerusalém permaneceu um provincial e importante centro religioso, e não participava da principal rota comercial entre Damasco e Cairo.[40] No entanto, os turcos muçulmanos trouxeram muitas inovações: sistemas modernos de correio usado por vários consulados, o uso da roda para modos de transporte; diligências e carruagens, o carrinho de mão e a carroça, e a lanterna a óleo, entre os primeiros sinais de modernização da cidade.[41] Em meados do século XIX, os otomanos construída a primeira estrada pavimentada de Jaffa a Jerusalém, e em 1892 a ferrovia havia atingido a cidade.[42]

Com a ocupação de Jerusalém por Muhammad Ali do Egito em 1831, missões e consulados estrangeiros começaram a se estabelecer na cidade. Em 1836, Ibrahim Paşa permitiu aos judeus reconstruírem as quatro grandes sinagogas, entre eles a Hurva.[43]

O controle turco foi reinstalado em 1840, mas muitos egípcios muçulmanos permaneceram em Jerusalém. Judeus de Argel e da África do Norte começaram a instalar-se na cidade, em um número cada vez maior.[44] Ao mesmo tempo, os otomanos construíram curtumes e matadouros perto dos lugares sagrados judeus e cristãos "para que um mau cheiro, sempre pesteie os infiéis".[45] Nas décadas de 1840 e 1850, os poderes internacionais iniciaram um "cabo-de-guerra" na Palestina, uma vez que tentaram ampliar sua proteção ao longo do país para as minorias religiosas, uma luta realizada principalmente através de representantes consulares em Jerusalém.[46] De acordo com o cônsul prussiano, a população em 1845 era de 16.410, 7120 judeus, 5.000 muçulmanos, 3390 cristãos, 800 soldados turcos e 100 europeus.[47] O volume de peregrinos cristãos aumentou sob o domínio dos otomanos, dobrando a população da cidade em torno da época da Páscoa.[48]

Na década de 1860, novos bairros começaram a surgir fora dos muros da Cidade Velha para aliviar a intensa superlotação e o pobre saneamento na cidade intramuros. O Composto Russo e Mishkenot Sha'ananim foram fundados em 1860.[49]

Mandato Britânico e a Guerra de 1948[editar | editar código-fonte]

Em 1917 após a Batalha de Jerusalém, o exército britânico, liderado por General Edmund Allenby, capturou a cidade.[50] E, em 1922, a Liga das Nações sob a Conferência de Lausanne confiou ao Reino Unido a administração da Palestina.

De 1922 a 1948 a população total da cidade passou de 52.000 para 165.000, sendo dois terços de judeus e um terço de árabes (muçulmanos e cristãos).[51] A situação entre árabes e judeus na Palestina não foi calma. Em Jerusalém, em especial nos motins ocorridos em 1920 e em 1929. Sob o domínio britânico, novos subúrbios foram construídos no oeste e na parte norte da cidade[52] [53] e instituições de ensino superior, como a Universidade Hebraica, foram fundadas.[54]

A medida que o Mandato Britânico da Palestina foi terminando, o Plano de Partilha das Nações Unidas de 1947 recomendou "a criação de um regime internacional, em especial na cidade de Jerusalém, constituindo-a como uma corpus separatum no âmbito da administração das Nações Unidas".[55] O regime internacional deveria continuar em vigor por um período de dez anos, e seria realizado um referendo na qual os moradores de Jerusalém iriam votar para decidir o futuro regime da cidade. No entanto, este plano não foi implementado, porque a guerra de 1948 eclodiu enquanto os britânicos retiravam-se da Palestina e Israel declarou sua independência.[56]

A guerra levou ao deslocamento das populações árabe e judaica na cidade. Os 1.500 residentes do Bairro Judeu da Cidade Velha foram expulsos e algumas centenas tomados como prisioneiros quando a Legião Árabe capturou o bairro em 28 de maio.[57] Moradores de vários bairros e aldeias árabes do oeste da Cidade Velha saíram com a chegada da guerra, mas alguns permaneceram e foram expulsos ou mortos, como em Lifta ou Deir Yassin.[58] [59] [60]

Divisão e a controversa reunificação[editar | editar código-fonte]

Policiais israelenses encontram um legionário jordaniano perto do Portão de Mandelbaum.

A guerra terminou com Jerusalém dividida entre Israel e Jordânia (então Cisjordânia). O Armistício de 1949 criou uma linha de cessar-fogo que atravessava o centro da cidade e à esquerda do Monte Scopus como um exclave israelense. Arame farpado e barreiras de concreto separaram Jerusalém de leste a oeste, e caçadores militares frequentemente ameaçaram o cessar-fogo. Após a criação do Estado de Israel, Jerusalém foi declarada a sua capital. A Jordânia anexou formalmente Jerusalém Oriental, em 1950, sujeitando-a à lei jordaniana, em uma atitude que só foi reconhecido pelo Paquistão.[56] [61]

A Jordânia assumiu o controle dos lugares sagrados na Cidade Velha. Oposto aos termos do acordo, foi negado o acesso dos israelitas aos locais sagrados judaicos, muitos dos quais foram profanados, e apenas permitiram o acesso muito limitado aos locais sagrados cristãos.[62] [63] Durante este período, a cúpula da Rocha e a Mesquita de al-Aqsa sofreram grandes renovações.[64]

Mapa mostrando q divisão leste-oeste de Jerusalém.

Durante a Guerra dos Seis Dias em 1967, Israel ocupou Jerusalém Oriental e afirmou soberania sobre toda a cidade. O acesso aos lugares sagrados judeusfoi restabelecido, enquanto a Esplanada das Mesquitas permaneceu sob a jurisdição de um islâmico waqf. O bairro marroquino, que era localizada adjacente ao Muro das Lamentações, foi desocupado e destruído[65] para abrir caminho a uma praça para aqueles que visitam o muro.[66] Desde a guerra, Israel tem expandido as fronteiras da cidade e estabeleceu um "anel" de bairros judeus em terrenos vagos no leste da Linha Verde.

No entanto, a aquisição de Jerusalém Oriental recebeu duras com críticas internacionais. Na sequência da aprovação da Lei de Jerusalém, que declarou Jerusalém "completa e unida", a capital de Israel,[67] o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou uma resolução que declarava a lei "uma violação do direito internacional" e solicitou que todas as os Estados-membros retirarassem suas embaixadas da cidade.[68]

O status da cidade, e especialmente os seus lugares sagrados, continuam a ser uma questão central no conflito palestino-israelense. Colonos judaicos ocuparam lugares históricos e construíram suas casas em terras confiscadas de palestinos,[69] a fim de expandir a presença judaica na parte oriental de Jerusalém,[70] enquanto líderes islâmicos têm insistido que os judeus não têm qualquer laço histórico com Jerusalém.[71] Os palestinos encaram Jerusalém Oriental como a capital do futuro Estado palestino,[72] [73] e as fronteiras da cidade têm sido assunto de conversas bilaterais.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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