Homologia (biologia)
Homologia (do grego ομοως, "igualmente" e λοlÄγος, "ciência", "razão")1 é o estudo biológico das semelhanças entre estruturas de diferentes organismos que possuem a mesma origem ontogenética e filogenética. Tais estruturas podem ou não ter a mesma função.
A homologia tem sido uma forte evidência em favor da Teoria da Evolução, pois ela sugere ancestralidade comum entre organismos diferentes possuindo estruturas frequentemente semelhantes com a mesma origem embriológica, lembrando que o desenvolvimento do embrião recapitula parcialmente as origens do organismo.
Por exemplo, as nadadeiras ventrais dos peixes e os membros dos mamíferos.
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Homogenética[editar]
Inicialmente, o termo "homologia" foi usado para definir estruturas que possuíam relação de semelhança de posição entre suas partes. O mais correto seria dizer que duas estruturas que possuem íntima relação evolutiva são homogenéticas. Devido ao uso, entretanto, o termo "homologia" se transformou num sinônimo de "homogenética".1 Um exemplo interessante de homologia é dos órgão genitais humanos. O clitóris, por exemplo, é homólogo ao pênis do homem, os grandes lábios também são homólogos, mas do escroto, os ovários são homólogos dos testículos e assim por diante. O importante é que todos os órgãos genitais não tiveram origens distintas.
Órgãos homólogos[editar]
Órgãos homólogos são órgãos de seres vivos que se diferem, mas se desenvolvem de modo semelhante, como os membros anteriores de grande parte dos animais vertebrados. Têm origem embrionária semelhante e podem desempenhar funções distintas, como a asa de morcego, adaptadas para o vôo; e a as nadadeiras do golfinho, adaptadas para a natação. Ambas têm a mesma estrutura óssea. Desempenham funções distintas por causa do habitat de cada ser, e da adaptação. Isso é denominado divergência evolutiva.