Houdini (filme)

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Houdini (filme)
Houdini, o homem miraculoso (BR)
 Estados Unidos
1953 • cor • 106 min 
Direção George Marshall
Roteiro Philip Yordan
Harold Kellock (livro)
Elenco Tony Curtis
Janet Leigh
Torin Thatcher
Género Biografia
Drama
Idioma inglês
Página no IMDb (em inglês)

Houdini (Houdini, o Homem Miraculoso, no Brasil) é um filme norte-americano de 1953 dirigido por George Marshall, baseado na vida do ilusionista Harry Houdini.

Elenco[editar | editar código-fonte]

  • Tony Curtis… Harry Houdini
  • Janet Leigh… Bess Houdini
  • Torin Thatcher… Otto
  • Angela Clarke… sra. Weiss
  • Stefan Schnabel… advogado alemão
  • Ian Wolfe… Malue
  • Sig Ruman… Schultz
  • Michael Pate… Dooley (London examiner)
  • Connie Gilchrist… sra. Shultz
  • Malcolm Lee Beggs… carcereiro inglês
  • Frank Orth… sr. Hunter
  • Barry Bernard… insp. Marlick
  • Douglas Spencer… Simms

Sinopse[editar | editar código-fonte]

O talentoso artista popular Harry Houdini deseja ser mágico, mas só consegue chances para exibir seus números aceitando trabalhos não muitos nobres, tais como o de se fazer passar por um selvagem de Bornéu. Em um desses shows, uma das pessoas do público, Bess, defende o "selvagem" da brutalidade do domador. E faz com que Harry se apaixone.

Os dois se casam, mas Bess também não quer que Harry continue com as mágicas. Ele vai trabalhar em uma fábrica de fechaduras, mas acaba despedido ao se prender em um cofre. Mas quando Harry ganha uma passagem para a Europa, ele percebe que essa será a sua grande chance de melhorar seus números e conhecer outros da profissão. E com isso Harry inicia a sua fama, tornando-se o Grande Houdini, o maior mágico do mundo.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Primeiro filme com Tony e Janet juntos, casados havia dois anos.[1]
  • Os fatos referentes à morte de Houdini foram ligeiramente modificados para este filme. Aqui, ele morre no palco, nos braços da mulher, após ser atingido acidentalmente por uma espada que fazia parte de um número. Na vida real, Houdini levara um soco de um fã que o acreditava invencível, suportou a dor e foi para o palco, onde morreu com o apêndice rompido.[2]

Referências

  1. EWALD FILHO, Rubens. Os Filmes de Hoje na TV. São Paulo: Global, 1975.
  2. IMDb.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]




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