House progressivo

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House progressivo
Origens estilísticas House, breakbeat, techno, tech house, hard house, Hi-NRG
Contexto cultural Início da década de 1990, no Reino Unido, Europa
Instrumentos típicos Sintetizador, caixa de ritmos, sequenciador, sampler, teclado eletrônico, computador pessoal

House progressivo é um estilo de house caracterizado pela progressão musical nas melodias e linhas e baixo. Possui elementos similares ao trance.

História[editar | editar código-fonte]

O termo foi criado Dom Phillips, editor Mixmag, e as origens do estilo estão no começo da década de 1990, no Reino Unido. O primeiro trabalho a levar este nome é o "Not Forgotten", o primeiro single do Leftfield (que posteriormente passou a fazer um som mais voltado ao electro, dub e techno).

Logo em seguida, apareceram na Inglaterra vários discos com a mesma proposta: pegar o house estado-unidense e torná-lo mais diversificado, abusando de efeitos de estúdio, de acordes agressivos e arranjos sofisticados. As principais inspirações eram o dub e o trance, que estava nascendo na Europa. O progressivo surgiu como oposição ao breakbeat hardcore do The Prodigy e Altern 8, que dominavam as festas naquele tempo, virando mania nos clubes ingleses.

Por volta de 1994, ele deu uma saturada, pois parte dele ficou andando em círculos enquanto a outra havia sido comercializado demais e podia-se ouvir seus timbres em várias composições da parada pop inglesa. Artistas como Leftfield, Underworld e Slam, que no começo alavancaram o house progressivo, estavam buscando outro rumos.

Em 1998, é lançado Scared, do Slacker, e com isso o termo "progressivo" volta à cena. Sasha, com seus remixes e long sets, abandonava de vez o trance, que caracterizou seus sets entre 1994 e 1998, e investia num som mais trabalhado, de evoluções harmônicas mais discretas. E, em Londres, Digweed alavanca seu projeto "Bedrock", que era o nome do seu clube semanal, selo e o projeto de estúdio. Esse último teve Heaven Scent como um dos melhores singles do ano. Na seqüência, Lee Burridge, Craig Richards e Danny Howels vêem suas carreiras decolar, os dois primeiros graças a Tyrant, festa de Sasha, onde eram residentes; e o último graças a Bedrock, clube onde era residente. Enquanto isso o selo de Digweed lançava singles de primeira, como os de Jimmy Van M, Austin Leeds, Moonface e Steve Lawler, além do seu Bedrock, com "Voices".

Outro responsável pela volta do house progressivo foi o alemão Timo Maas, como sua versão de Dooms Night para Azzido da Bass, além de seus próprios singles como "Ubik", "Riding on a Storm", "The Dance" e "Der Scheiber". Outros nomes são Chab, Lemon8, Lexicon Avenue, Saeed and Palash, Nick Warren, Anthony Pappa, Peace Division, Cass & Slide, Tilt, FC Kahuna, Medway, James Holden, Schiller, DJ Remy e Sander Kleinenberg.

Nesse tempo todo em que se competia com o breakbeat ingles, O Hardcore se evolui ao Jungle que por sua vez evolui ao drumnbass e o uk garage se funde ao drumnbass e se torna o dubstep. Dae cançado de sofrer, o house progressivo e suas festinhas cheias das sombras dos trance se muda pra alemanha onde ainda segue patinando.

Artistas[editar | editar código-fonte]