Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Houses of the Holy é o quinto álbum de estúdio da banda britânica Led Zeppelin, lançado pela Atlantic Records em 28 de março de 1973.1 O título do álbum é uma dedicação pela banda a seus fãs que apareceram em locais que eles batizaram de "Casa do sagrado". Ele representa um ponto de viragem musical para Led Zeppelin, como eles começaram a usar mais camadas e técnicas de produção em gravar suas canções.
Durante a turnê de divulgação dois shows foram filmados originando o álbum ao vivo e filme The Song Remains the Same. Foi o último álbum lançado pela gravadora Atlantic Records, desde seu lançamento o álbum foi certificado pela RIAA, nos Estados Unidos, com 11 Discos de Platina, por ter vendido uma quantidade superior a 11 milhões de cópias.2 House of the Holy foi classificado em em 148° lugar na lista dos 500 melhores álbuns da revista Rolling Stone.3
Secções de gravação [editar]
Muito desse álbum foi gravado em 1972 numa propriedade rural em Berkshire, na antiga propriedade de Mick Jagger, por meio do estúdio de gravação Rolling Stones Mobile Studio O álbum marca uma mudança no estilo do som da banda. Os riffs de guitarra se tornaram mais trabalhosos, com tecnicas e influências do blues. Apresenta estilos não vistos nos álbuns anteriores da banda, como por exemplo, "D'yer Mak'er", que possui uma influência do reggae (A pronúncia de D'yer Mak'er é a mesma de Jamaica em inglês)4 ; "No Quarter" apresenta uma introdução com sintetizadores e um solo de piano do baixista John Paul Jones, "The Crunge" é um tributo funk a James Brown; A música que encerra o álbum "The Ocean" é dedicada ao "o oceano" de fãs que assistiam ao shows do Led Zeppelin.1
Este é o último álbum do Led Zeppelin pela gravadora Atlantic Records, antes de criarem sua própria gravadora, a Swan Song Records, em 19741 . Este também é o unico álbum do Led Zeppelin que contem todas as letras impressas no encarte.
Em 2003, o álbum foi escolhido pela revista Rolling Stone como número 149 na lista dos "500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos"
"Houses of the Holy" é também o nome de uma música gravada durante as sessões deste álbum, mas não lançada até Physical Graffiti, álbum de 1975. Outras músicas gravadas, mas que não aparecem neste álbum são "Walter's Walk", "The Rover" e "Black Country Woman".
Alinhamento de faixas [editar]
| Lado 25 |
| # |
Título |
Compositor(es) |
Duração |
| 1. |
"Dancing Days" |
Page, Plant |
3:43 |
| 2. |
"D'yer Mak'er" |
Page, Plant, Jones, Bonham |
4:23 |
| 3. |
"No Quarter" |
Page, Plant, Jones |
7:00 |
| 4. |
"The Ocean" |
Page, Plant, Jones, Bonham |
4:31 |
|
Duração total:
|
40:58 |
| Ano |
Parada |
Posição |
| 1973 |
Billboard Pop Álbuns (Billboard 200) |
1 |
| Ano |
Single |
Parada |
Posição |
| 1973 |
"D'Yer Mak'er" |
Billboard Pop Singles (Billboard Hot 100) |
20 |
| 1973 |
"Over The Hills And Far Away" |
Billboard Pop Singles (Billboard Hot 100) |
51 |
| 1973 |
"Dancing Days" |
Billboard Pop Singles (Billboard Hot 100) |
51 |
A seguir estão listados os músicos e técnicos envolvidos na gravação e produção de Houses of the Holy:4
- Banda principal
- John Bonham – Baterias, Vocais
- John Paul Jones – Órgão, Baixo, Vocais, piano, Sintetizadores, instrumento
- Jimmy Page – Violões, Guitarras, pedal steel guitar(guitarra de aço com pedais) Vocais, e Produtor
- Robert Plant – Vocais, Gaita
- Produção
|
- Peter Grant – produtor executivo
- Eddie Kramer – engenheiro de som, mixagem
- Hipgnosis – arte
- Keith Harwood – mixagem
- Andy Johns – engenheiro, mixagem (em "No Quarter")
- Aubrey Powell – fotógrafo da capa
|
Referências