Houthis

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Houthis
Ash-Shabab al-Muminin (الشباب المؤمن‎,)
Dhulfiqar.svg
Datas das operações 1994-Presente (armado desde 2004)
Líder Hussein Badreddin al-Houthi
Abdul-Malik al-Houthi
Abdul-Malik al-Houthi
Área de atividade Norte do Iêmen e região sul-ocidental da Arábia Saudita
Ataques célebres Atuação no Conflito de Sa'dah e Revolta no Iêmen em 2011-2012
Tamanho 100,000[1]
Áreas de atuação do grupo.

Os hutis[2] ou houthis (em árabe: الحوثيون al-Ḥūthiyyūn; alternativamente: (al-)Houthis) são um grupo rebelde xiita zaidita que opera no Iêmen. Eles também têm sido referidos como um "poderoso clã",[3] e com o título Ash-Shabab al-Mu'min (em árabe: الشباب المؤمن, traduzido como Crentes Juvenis (BY) [4] ou Jovens Crentes).[5] O grupo leva o nome de Hussein Badreddin al-Houthi, seu antigo comandante, que teria sido morto por forças do exército iemenita em setembro de 2004.[6] Vários outros comandantes, incluindo, Ali al-Qatwani, Abu Haider, Abbas Aidah e Yousuf al-Madani (um genro de Hussein al-Houthi) também foram mortos por forças iemenitas.[7] O pai dos irmãos Houthi, Hussein Badreddin al-Houthi é considerado o líder espiritual do grupo.[8]

Membros do grupo possuíam entre 1.000 e 3.000 combatentes até 2005 [9] e entre 2.000 e 10.000 combatentes a partir de 2009.[10] De acordo com Ahmed Al-Bahri, os houthis tiveram um total de 100.000-120.000 seguidores, incluindo combatentes armados e partidários desarmados.[11]

Os houthis afirmaram que suas ações são para a defesa de sua comunidade e contra a discriminação por parte do governo, embora o governo do Iêmen, por sua vez acusa-os de querer derrubá-lo e instituir uma lei religiosa xiita[12] , desestabilizar o governo e "fazer uma agitação com sentimento de antiamericano".[13]

O governo iemenita também acusou os houthis de ter ligações com patrocinadores externos, especialmente o governo iraniano (já que o Irã é um país de maioria xiita).[14] Por sua vez, os houthis reagiram com alegações de que o governo iemenita está sendo apoiado por agentes externos virulentamente antixiitas, incluindo a Al-Qaeda e o governo da Arábia Saudita[15] [16] [17]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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