Instituto federal de educação, ciência e tecnologia

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Os institutos federais de educação, ciência e tecnologia são instituições de educação superior, básica e profissional, pluricurriculares e multicampi, especializados na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino, com base na conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos às suas práticas pedagógicas. Os Institutos Federais compõem a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados, pelo Senado Federal e sancionado pela presidência da República em 29 de dezembro de 2008, sendo publicada no Diário Oficial da União em 30 de dezembro de 2008.

Criação[editar | editar código-fonte]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou dia 16 de julho de 2008 o Projeto de Lei 3775/2008 que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. A matéria seguiu para aprovação no Congresso Nacional e em 29 de dezembro de 2008 foi sancionada pelo presidente.[1] Os institutos deverão ter forte inserção na área de pesquisa e extensão, visando estimular o desenvolvimento de soluções técnicas e tecnológicas e estendendo seus benefícios à comunidade. Metade das vagas será destinada à oferta de cursos técnicos de nível médio, em especial cursos de currículo integrado.

Na educação superior, o destaque fica para os cursos superiores de tecnologia de engenharias e de licenciaturas em ciências física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.

Os institutos federais terão autonomia, nos limites de sua área de atuação territorial, para criar e extinguir cursos, bem como para registrar diplomas dos cursos por ele oferecidos, mediante autorização do seu Conselho Superior. Ainda exercerão o papel de instituições acreditadoras e certificadoras de competências profissionais. Cada instituto federal é organizado em estrutura com vários campi, com proposta orçamentária anual identificada para cada campus e reitoria, equiparando-se com as universidades federais.

Institutos federais[editar | editar código-fonte]

Acre[editar | editar código-fonte]

Alagoas[editar | editar código-fonte]

Amapá[editar | editar código-fonte]

Amazonas[editar | editar código-fonte]

Bahia[editar | editar código-fonte]

Distrito Federal[editar | editar código-fonte]

Ceará[editar | editar código-fonte]

Espírito Santo[editar | editar código-fonte]

Goiás[editar | editar código-fonte]

Maranhão[editar | editar código-fonte]

Minas Gerais[editar | editar código-fonte]

Mato Grosso[editar | editar código-fonte]

Mato Grosso do Sul[editar | editar código-fonte]

Pará[editar | editar código-fonte]

Paraíba[editar | editar código-fonte]

Pernambuco[editar | editar código-fonte]

Piauí[editar | editar código-fonte]

Paraná[editar | editar código-fonte]

Rio de Janeiro[editar | editar código-fonte]

Rio Grande do Norte[editar | editar código-fonte]

Rio Grande do Sul[editar | editar código-fonte]

Rondônia[editar | editar código-fonte]

Roraima[editar | editar código-fonte]

Santa Catarina[editar | editar código-fonte]

São Paulo[editar | editar código-fonte]

Sergipe[editar | editar código-fonte]

Tocantins[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]