Idade da loba

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Idade da loba é termo que se aplica a mulheres balzaquianas (entre 35 a 40) que, muitas vezes após a dissolução de um relacionamento e com seus filhos já criados, assumem uma postura mais ativa, buscando auto-afirmação e realização no plano profissional, social e — principalmente — amoroso.

Origem do Termo[editar | editar código-fonte]

Existem duas teorias que explicam a origem do termo:

  • a primeira diz que a expressão é uma referência e ao mesmo tempo uma resposta irônica a teoria de Freud que o homem quando chegava aos 40 estava na idade do lobo, se referindo a vitalidade sexual, passam a adotar atitudes de auto-afirmação de juventude e virilidade por não aceitar o próprio envelhecimento;
  • a segunda por sua vez diz que a origem do termo "idade da loba" é em razão do título de um livro "Quarenta: a idade da loba", de Regina Lemos. O livro retrata as mudanças no universo feminino ocorridas durante a década de 60, os "anos rebeldes", quando essas passaram a ir de frente aos padrões de comportamento da época. A autora se refere à essas mulheres como lobas, em alusão ao fato de elas se rebelaram contra a condição de chapeuzinho vermelho, para se equipararem aos homens, ou ao lobo mau. Assim, com a liberação sexual, as mulheres que se rebelaram com essa condição inferior também começaram a assumir a postura de loba má, mandando um recado bem direto: não são só os machos que podem fazer suas presas. Como na data da publicação do livro a geração de jovens dos anos sessenta estavam na casa dos quarenta, este termo passou a ser aplicado a todas as futuras gerações de balzaquianas.

Ver também[editar | editar código-fonte]