Igreja de Nossa Senhora das Mercês (Belém)

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Igreja de Nossa Senhora da Candelária
Belem-Merces2.jpg

Fachada em perfil convexo da igreja.
Estilo dominante Barroco e Rococó
Arquiteto Antônio José Landi
Construção 1748-1763[1]
Diocese Arquidiocese de Belém
Padre Sebastião Fialho
Local Belém, Pará Pará

A Igreja de Nossa Senhora das Mercês localiza-se na praça Visconde do Rio Branco, popularmente conhecida como Praça das Mercês, na cidade de Belém, no estado brasileiro do Pará.

História[editar | editar código-fonte]

Quando do regresso da expedição de Pedro Teixeira, vieram dois religiosos da Ordem Calçada de Nossa Senhora das Mercês: Frei Pedro de La Rua Cirne e Frei João da Mercês. Esses religiosos permaneceram em Belém, iniciando em 1640 a construção da Igreja e do Convento das Mercês, originalmente de taipa.

Mais tarde, em 1753, foi reconstruído em alvenaria de pedra, com traça do arquiteto italiano Antônio José Landi em estilo barroco primitivo.[2]

A Ordem dos Mercedários permaneceu no Pará até 1777, quando foi expulsa pela Coroa Portuguesa.

No século XIX o conjunto esteve abandonado e o templo fechado ao culto, tendo servido como depósito. Nesse período, muitas das suas obras perderam-se. Destaca-se, no contexto da Cabanagem, a chamada "batalha do Trem de Guerra" (1835), quando os revoltosos tentaram tomar de assalto o "Trem de Guerra", armazém militar então instalado nas dependências do antigo convento. Os atiradores legalistas, postados no alto dos casarões circundantes, repeliram os cabanos, tombando 800 destes. Entre eles contava-se o líder, Antônio Vinagre, que, aos vinte anos de idade, caiu com um tiro na testa, na esquina da rua João Alfredo com Frutuoso Guimarães.

No início do século XX, ao assumir a Arquidiocese, D. Santino garantiu as obras de recuperação que permitiram a reabertura do templo em 1913.

Em 1978 um incêndio destruiu grande parte das dependências do convento, mas a igreja foi pouco afetada.

Referências