Protestantismo

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O protestantismo é um dos principais ramos (juntamente com a Igreja Romana e a Igreja Ortodoxa) do cristianismo. Este movimento iniciou-se na Europa Central no início do século XV como uma reação contra as doutrinas e práticas do catolicismo romano medieval.[1] Os protestantes também são conhecidos pelo nome de evangélicos juntamente com os pentecostais e neopentecostais oriundos de Igrejas Protestantes, [2] no contexto brasileiro, o termo "protestante" é usado para se referir às Igrejas oriundas diretamente e conteporaneamente na Reforma Protestante, como a Luterana, a Presbiteriana, a Anglicana, a Metodista, e Congregacional; e o termo "evangélico" é usado para se referir as mesmas, com exceção da Anglicana, e as indiretamente e/ou posteriormente oriundas da reforma que são as pentecostais e neopentecostais que também são referidos como protestantes, embora que no Brasil, por preferência de nomenclatura, ambos costumam se referir pouco como protestantes e muito como evangélicos. Todo Protestante é Evangélico, mas nem todos os Evangélicos são protestantes.[3]

As doutrinas das inúmeras denominações protestantes variam, mas muitas incluem a justificação por graça mediante a fé somente, conhecido como Sola fide, o sacerdócio de todos os crentes, e a Bíblia como única regra em matéria de fé e ordem, conhecido como Sola scriptura.

No século XVI, seguidores de Martinho Lutero fundaram Igrejas Luteranas ou em alemão "Evangelische Kirche" na Alemanha e Escandinávia. As igrejas reformadas (ou presbiterianas) na Suíça e França foram fundadas por João Calvino e também por reformadores como Ulrico Zuínglio. Thomas Cranmer reformou a Igreja da Inglaterra e depois John Knox fundou uma comunhão calvinista na Igreja da Escócia.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O termo protestante é derivado (via francês ou alemão Protestant[4] ) do latim protestari.[5] [6] Significa declaração pública/protesto, referindo-se à carta de protesto por príncipes luteranos contra a decisão da Dieta de Speyer de 1529, que reafirmou o Édito de Worms de 1521, banindo as 95 teses de Martinho Lutero do protesto contra algumas crenças e práticas da Igreja Católica do século XVI.

O termo protestante não foi inicialmente aplicado aos reformadores, mas foi usado posteriormente para descrever todos os grupos que protestavam contra a Igreja Católica.

Desde aquele tempo, o termo protestante tem sido usado com diversos sentidos, muitas vezes como um termo geral para significar apenas os cristãos que não pertencem à Igreja Católica, Ortodoxa ou Ortodoxa Oriental.

História[editar | editar código-fonte]

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Os "reformadores" foram pessoas de vasta cultura teológica e humanista: Calvino estudou em Sorbonne e seu pai era bispo; Lutero foi monge e professor universitário da Bíblia; Zuínglio era sacerdote e humanista. De acordo com o programa dos humanistas, eles buscaram nas fontes da antiguidade cristã as bases para uma renovação religiosa. Lendo a Bíblia e retornando aos Pais da Igreja, descobriram uma nova visão da fé e uma doutrina bíblica cristocêntrica.

Na Suíça de fala alemã, Ulrico Zuínglio, Johannes Oekolampad e outros começaram também uma tentativa de Reforma da Igreja Católica, de caráter mais urbano e enriquecida pelo humanismo de Erasmo de Roterdão.

A Igreja da Inglaterra não se deixou influenciar, no primeiro momento, pelo protestantismo, mas depois de sua quebra com a Igreja de Roma, começou uma aproximação com os ideais Reformados. Atualmente a maior parte das Igrejas da Comunhão Anglicana declaram-se Reformadas.

Iconoclastia protestante: o beeldenstorm durante a Reforma holandesa.
Destruição de ícones em Zurique (1524).

O protestantismo apresenta elementos em comum apesar de sua grande diversidade. A Bíblia é considerada a única fonte de autoridade doutrinal e deve ser interpretada de acordo com regras históricas e linguísticas, observando-se seu significado dentro de um contexto histórico. A salvação é entendida como um dom gratuito (presente, graça) de Deus alcançado mediante a . As boas obras não salvam, sendo resultados da fé e não causa de salvação. O culto sempre é no idioma vernáculo e em sua grande maioria é simples tendo como base as Escrituras Sagradas. O protestantismo histórico, conserva as crenças cristãs ortodoxas tais como a doutrina trinitária, a cristologia clássica, o credo niceno-constantinopolitano, entre outros. Os protestantes expressam suas posições doutrinais por meio de Confissões de Fé e breves documentos apologéticos. A Confissão de Augsburgo expressa a doutrina Luterana. As confissões reformadas incluem a Confissão Escocesa (1560), a segunda Confissão Helvética (1531), a Confissão de Fé de Westminster (1647), os 39 Artigos de Religião da Igreja da Inglaterra (1562), etc. As Declarações de Barmen contra o regime Nazista e a Breve Declaração de Fé da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos são exemplos de declarações de fé recentes.

O ensino religioso, tem como base o estudo de catecismos. No luteranismo faz-se uso dos Catecismo Maior e Menor de Lutero. O Catecismo de Heidelberg e o Catecismo Maior e Menor de Westminster são utilizados pelas Igrejas Reformadas, como a presbiteriana. O protestantismo rejeita parte das doutrinas que caracterizam o catolicismo tais como: o purgatório, a supremacia papal, as orações pelos mortos, a intercessão dos santos, a Assunção de Maria e sua virgindade perpétua, a veneração dos santos, a transubstanciação, o sacrifício da missa, o culto às imagens etc.

O protestantismo, em maior parte, segue a doutrina Agostiniana da eleição. Estabelece que a salvação é pela graça (favor imerecido) de Deus. Para os protestantes a autoridade da Igreja está vinculada à obediência da palavra de Deus e não à sucessão apostólica. Assim sendo, a Igreja cristã existe onde se escuta e obedece a palavra de Deus.

O protestantismo se disseminou principalmente nos meios urbanos e por meio da nobreza. A difusão das ideias protestantes foi facilitada pela invenção da imprensa, que tornou possível a divulgação e a tradução da Bíblia nas línguas vernáculas. Desde então, as doutrinas cristãs passaram a necessitar do aval bíblico.

No Concílio de Trento, os bispos católicos partidários de Roma optaram por limitar o aceso laico as escrituras, proibindo a tradução da Bíblia para o vernáculo e impondo a Vulgata em latim como a única Bíblia autorizada e aumentando o índice de livros proibidos aos fiéis (Index Librorum Prohibitorum).

A "Reforma" Protestante alcançou êxito em muitas áreas da Europa. Em sua forma Luterana é predominante no norte da Alemanha e em toda a península Escandinava. Na Escócia surgiu a Igreja Presbiteriana. As Igrejas Reformadas também frutificaram nos Países Baixos, na Suíça e no oriente da Hungria. Com o desenvolvimento dos impérios europeus , principalmente o Império Britânico, nos séculos XIX e XX o protestantismo continuou a se expandir, se tornando uma fé de escala mundial. Atualmente mais de 600 milhões de pessoas professam alguma das diferentes manifestações do protestantismo no mundo.[carece de fontes?]

O protestantismo assumiu três formas básicas: a luterana, a Reformada (calvinista e Zwinglianos) e a anglicana. O protestantismo não possui organização centralizadora, porém suas igrejas estão organizadas em igrejas nacionais e em concílios internacionais tais como a Federação Luterana Mundial, a Aliança Mundial de Igrejas Reformadas e a Comunhão Anglicana.

O trabalho missionário do século XIX levou a cooperação interdenominacional e consequentemente ao movimento ecumênico do qual surgiu o Conselho Mundial de Igrejas. [carece de fontes?] Fora desse protestantismo, que muitos estudiosos denominam "protestantismo magisterial", surgiu outro ramo que se distinguiu tanto do catolicismo como das igrejas protestantes de caráter histórico-nacional. Este ramo recebe o nome de Reforma Radical. O historiador George Williams distingue as seguintes correntes dentro desta reforma: espiritualistas, racionalistas e anabatistas. Os anabatistas rechaçaram a união da igreja e estado e repudiaram o batismo infantil, constituindo-se em igrejas independentes ou segregadas. A maior aportação à modernidade descansaria em sua persistente promoção da separação entre a igreja e o estado, a liberdade religiosa pessoal e o exercício de um governo plenamente democrático em suas congregações.

Princípios fundamentais[editar | editar código-fonte]

É o principio no qual a Bíblia tem primazia em relação a Tradição legada pelo magistério da Igreja, quando, os princípios doutrinários entre esta e aquela forem conflitantes. Como Martinho Lutero afirmou quando a ele foi pedido para que voltasse atrás em seus ensinamentos: "portanto, a menos que eu seja convencido pelo testemunho das Escrituras ou pelo mais claro raciocínio; a menos que eu seja persuadido por meio das passagens que citei; a menos que assim submetam minha consciência pela Palavra de Deus, não posso retratar-me e não me retratarei, pois é perigoso a um cristão falar contra a consciência. Aqui permaneço, não posso fazer outra coisa; Deus queira ajudar-me. Amém." O protestantismo também defende a interpretação privada ou juízo privado dos textos bíblicos,[7] conceito exposto por Lutero em outubro de 1520, quando enviou seu escrito "A Liberdade de um Cristão" ao Papa, acrescentando a frase significativa "eu não me submeto a leis ao interpretar a palavra de Deus". Disse Lutero também em outra ocasião que é "sempre melhor ver com nossos próprios olhos do que com os olhos de outras pessoas".[8] O historiador William Sweet sugeriu que isso posteriormente originou o direito fundamental de liberdade religiosa, bem como a própria ideia de democracia.[9]
Afirma que a salvação é pela graça de Deus apenas, e que nós somos resgatados de Sua ira apenas por Sua graça. A graça de Deus em Cristo não é meramente necessária, mas é a única causa eficiente da salvação. Esta graça é a obra sobrenatural do Espírito Santo que nos traz a Cristo por nos soltar da servidão do pecado e nos levantar da morte espiritual para a vida espiritual.
Afirma que a justificação é pela graça somente, através da fé somente, por causa somente de Cristo. É pela fé em Cristo que Sua justiça é imputada a nós como a única satisfação possível da perfeita justiça de Deus.
Afirma que a salvação é encontrada somente em Cristo e que unicamente Sua vida sem pecado e expiação substitutiva são suficientes para nossa justificação e reconciliação com Deus o Pai. O evangelho não foi pregado se a obra substitutiva de Cristo não é declarada, e a fé em Cristo e Sua obra não é proposta.
Afirma que a salvação é de Deus, e foi alcançada por Deus apenas para Sua glória.

Catolicismo e protestantismo[editar | editar código-fonte]

As diferenças entre a doutrina católica e a doutrina da maioria dos grupos protestantes é grande. Genericamente, as suas divergências mais significativas dizem respeito ao papel da oração e das indulgências;[10] à comunhão dos santos; à doutrina do pecado original e da graça; à predestinação; à necessidade e natureza da penitência; e ao modo de obter a salvação, com os protestantes a defenderem que a salvação só se atinge apenas através da fé (sola fide), em detrimento da crença católica de que a fé deve ser expressa também através das boas obras (essa grande divergência levou a um conflito sobre a doutrina da justificação).[10] [11]

Há também diferenças importantes na doutrina da Eucaristia e dos outros sacramentos (os protestantes só professam o Batismo e a Eucaristia, além do rito sacramental da confirmação, também conhecido como catecumenato [11] ); na existência do Purgatório; no culto de veneração à Virgem Maria e aos santos; na forma de interpretação (com os protestantes a defenderem a interpretação pessoal [12] ou livre-exame das Sagradas Escrituras) e na composição do Cânone das Escrituras; no papel da Tradição oral; na própria natureza, autoridade, administração, hierarquia e função da Igreja (incluindo o papel da Igreja na salvação); no sacerdócio; e também na autoridade e missão do Papa.[10] [11]

Contudo, visto que entre as denominações protestantes há diferenças consideráveis,[12] de alguns setores do Anglicanismo, aproximam-se do catolicismo, autointitulando-se como anglo-católicos. Recentemente, o diálogo ecuménico moderno levou finalmente a alguns consensos sobre a doutrina da justificação entre os católicos e os luteranos, através da Declaração Conjunta Sobre a Doutrina da Justificação (1999).[13] Além disso, esse diálogo trouxe também vários consensos sobre outras questões doutrinárias importantes, nomeadamente entre os católicos e os anglicanos.[14]

Movimentos e ramos[editar | editar código-fonte]

Ramificações do protestantismo (legendas em inglês).
Non-denominational Christian-centered genealogy

Demografia[editar | editar código-fonte]

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Protestantismo no mundo (incluindo anglicanismo)
  Religião dominante (mais de 50%)
  Uma grande facção religiosa (mais de 10%)

Há quase 970 milhões de protestantes no mundo,[15] entre cerca de 2,6 bilhões de cristãos.[16] [17] Isto inclui 170 milhões na América do Norte, 160 milhões na África, 120 milhões na Europa, 70 milhões na América Latina, 60 milhões na Ásia, e 10 milhões na Oceania.

O país com maior número de protestantes são os Estados Unidos, de onde apesar da diminuição do "WASP", tradicionalmente contra a outros grupos (especialmente os hispânicos, de maioria católica), a maior parte dos estadunidenses pertence a alguma confissão protestante. Em segundo lugar se encontra o Brasil, que nos últimos anos ultrapassou o Reino Unido,[carece de fontes?] de clara maioria protestante, divididos entre anglicanos (maioria na Inglaterra) e a Igreja da Escócia, de confissão presbiteriana (maioria na Escócia).

Lugar País População Protestante  % de Protestantes
1 Estados Unidos 162.653.774 55,0%
2 Brasil 54.983.173 27,0%[18]
3 Reino Unido 44.726.687 74,0%
4 Nigéria 34.100.000 23,0%
5 Alemanha 31.300.000 38,0%
6 África do Sul 30.000.000 62,0%
7 China 15.675.766 1,7%
8 Indonésia 14.460.000 6.0%
9 Quênia 12.855.244 36,5%
10 República Democrática do Congo 12.017.001 20,0%

América Latina[editar | editar código-fonte]

Os principais grupos protestantes começaram a se estabelecer na América do Sul no século XIX. Os luteranos estabeleceram a primeira congregação no Brasil em 1824. Os presbiterianos se instalaram “na Argentina em 1836, no Brasil em 1859, no México em 1872, e na Guatemala em 1882. Os metodistas seguem um itinerário parecido: México 1871, Brasil 1886, Antilhas 1890, Costa Rica, Panamá e Bolívia nos últimos anos do século”; porém no Equador, Colômbia e Peru se estabeleceram os batistas e os pentecostais, assim como uma parte dos metodistas.

Atualmente as comunidades protestantes vêm ganhando terreno na América Latina e ampliando sua penetração em diversos países, em especial na América Central.

Lugar País População Protestante  % de Protestantes
1 Brasil 54.983.173 27,0%
2 Venezuela 7.888.000 29,0%
3 México 5.350.000 5,0%
4 Guatemala 5.080.000 40,0%
5 Argentina 3.330.000 9,0%
6 Peru 2.992.000 11,0%
7 Chile 2.650.000 15,4%
8 Honduras 1.750.000 25,0%
9 Nicarágua 1.650.000 30,0%
10 Bolívia 1.440.000 16,0%

Críticas[editar | editar código-fonte]

Existem controvérsias e críticas nas posições e atitudes do protestantismo e das igrejas que adotam esta doutrina (Protestantes e Evangélicas), em suas ações, ensinamentos, estrutura ou natureza, bem como em suas divergências e interpretações teológicas.[19]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Encyclopædia Britannica. 2010.. Visitado em 15 Nov. 2010..
  2. "Qual é a diferença entre protestantes e evangélicos?". Visitado em 17 Nov. 2011.
  3. "A Reforma Protestante dos nossos dias!". Visitado em 06 Jan. 2012.
  4. Online Etymology Dictionary. Visitado em 19-11-2010.
  5. Concise Oxford English Dictionary, 11ª edição, artigo 52364.(http://www.diclib.com/[1])
  6. dictionary.reference.com(http://dictionary.reference.com/browse/protestant)
  7. Christ Church (Reformed Presbyterian Church of North America). Private Interpretation (em inglês). Visitado em 16 de outubro de 2009.
  8. Hugh T. Kerr, A Compend of Luther's Theology, p. 16.
  9. SWEET, William Warren. American Culture and Religion. Six Essays. Dallas: Southern Methodist University Press, 1951, p. 36.
  10. a b c O que é o Protestantismo, suas incoerências e o falso conceito de ecumenismo Frente Universitária Lepanto. Visitado em 4 de Junho de 2009. Nota: ver as frases a bolde (destacadas)
  11. a b c Princípios gerais (protestantes) Hieros. Visitado em 4 de Junho de 2009.
  12. a b Protestantismo Hieros. Visitado em 4 de Junho de 2009.
  13. CONSELHO PONTIFÍCIO PARA A PROMOÇÃO DA UNIDADE DOS CRISTÃOS e FEDERAÇÃO LUTERANA MUNDIAL (1999). Declaração Conjunta Sobre a Doutrina da Justificação Santa Sé. Visitado em 4 de Junho de 2009.
  14. CONSELHO PONTIFÍCIO PARA A PROMOÇÃO DA UNIDADE DOS CRISTÃOS (2007). Growing Together in Unity and Mission: Building on 40 years of Anglican – Roman Catholic Dialogue (em inglês) Santa Sé. Visitado em 4 de Junho de 2009.
  15. Jay Diamond, Larry. Plattner, Marc F. and Costopoulos, Philip J. World Religions and Democracy. 2005, page 119.( também em arquivo PDF, p49), diz "Os protestantes não só atualmente constituem 33 por cento da população mundial — cerca de 800 milhões de pessoas — mas desde 1900 o protestantismo tem crescido rapidamente na África, Ásia, e América Latina."
  16. "entre 1,250 e 1,750 milhões de aderentes, dependendo do critério empregado": McGrath, Alister E. Christianity: An Introduction. 2006, page xv1.
  17. "2.1 thousand million Christians": Hinnells, John R. The Routledge Companion to the Study of Religion. 2005, page 441.
  18. ftp://ftp.ibge.gov.br/Censos/Censo_Demografico_2010/Caracteristicas_Gerais_Religiao_Deficiencia/tab1_4.pdf
  19. O Futuro não será Protestante. Ricardo Mariano. Publicado pela Universidade de São Paulo em 1999.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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