Illuminati

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Símbolo da sociedade: Coruja de Minerva

Illuminati (plural do latim illuminatus, "aquele que é iluminado") é a denominação de diversos grupos, alguns históricos outros modernos, reais ou fictícios. Mas comumente, contudo, o termo "Illuminati" tem sido empregado especificamente para referir-se aos Illuminati da Baviera, uma sociedade secreta da era do Iluminismo fundada em 1º de maio de 1776. Nos tempos modernos, também é usado para se referir a uma suposta organização conspiratória que controlaria os assuntos dos vários Estados secretamente, normalmente como versão moderna ou como continuação dos referidos Illuminati bávaros, como sinónimo e cérebro por trás dos acontecimentos que levarão ao estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial, com os objetivos primários de unir o mundo sob uma espécie de tirania global.

Origem do termo[editar | editar código-fonte]

Dado que "Illuminati" significa literalmente os iluminados em latim, é natural que diversos grupos históricos, não relacionados entre si, se tenham autodenominados de Illuminati. Frequentemente, faziam isso alegando possuir textos gnósticos ou outras informações arcanas (secretas) não disponíveis ao grande público.[1]

A designação "Illuminati" esteve em uso também desde o século XIV pelos Irmãos do Livre Espírito, e no século XV,[2] o título foi assumido por outros entusiastas que argumentavam que a luz da iluminação provinha, não de uma fonte autorizada, mas secreta, de dentro, como resultado de um estado alterado de consciência, ou “iluminismo”, que representaria o esclarecimento espiritual e psíquico.

Desta forma, durante os períodos moderno e contemporâneo, foi designado por "Illuminati" um número de grupos (alguns dos quais têm reivindicado o título), mais ou menos marginal e secreto, e muitas vezes em conflito com autoridades religiosas ou políticas; são eles: os Irmãos do Livre Espírito, os Rosacruzes, os Alumbrados, os Illuminés, os Martinistas, o Palladium... e, principalmente os Illuminati da Baviera. Embora as doutrinas desses grupos tenham sido variadas e por vezes contraditórias, a confusão entre eles tem sido muitas vezes mantida e levado às teorias de conspiração de uma sociedade secreta atuando através da história.

Os Illuminati da Baviera[editar | editar código-fonte]

Adam Weishaupt (1748-1830), fundador dos Illuminati da Baviera.

Um movimento de curta duração de autointitulados livre-pensadores, o ramo mais radical do Iluminismo – a cujos seguidores foi atribuído o nome de Illuminati (mas que a si mesmos chamavam de “perfectibilistas” ou "perfeccionistas") – foi fundado, a 1° de maio de 1776, pelo professor de lei canônica Adam Weishaupt (1748-1830), e pelo maçom barão Adolph von Knigge na cidade de Ingolstadt, Baviera, atual Alemanha. O grupo foi criado com o nome de "Antigos e Iluminados Profetas da Baviera (Ancient and Illuminated Seers of Bavaria, AISB)" ou "Ordem dos Perfeitos", mas tem sido chamado de "Ordem Illuminati", a "Ordem dos Illuminati" e os "Iluminados Bávaros".[3] [4] [5] [6]

Na Baviera, onde o Eleitor Maximiliano José III de Wittelsbach foi sucedido em 1777 pelo seu herdeiro Carl Theodor, a organização não durou muito até ser suprimida pela polícia sob acusações de conspiração. Em 1784, o governo bávaro baniu todas as sociedades secretas incluindo os Illuminati e os maçons. A estrutura dos Illuminati desmoronou logo, mas enquanto existiu, alguns intelectuais influentes se contaram entre os seus membros. Eles eram recrutados principalmente dentre os maçons e ex-maçons, juravam obediência a seus superiores e estavam divididos em três classes principais: a primeira, conhecida como Berçário, compreendia os graus ascendentes ou ofícios de Preparação, Noviciado, Minerval e Illuminatus Minor; a segunda, conhecida como a Maçonaria, consistia dos graus ascendentes de Illuminatus Major e Illuminatus dirigens, esse último algumas vezes chamado de Cavaleiro Escocês; a terceira, designada de Mistérios, estava subdividida nos graus de Mistérios Menores (Presbítero e Regente) e Mistérios Maiores (Magus e Rex). Relações com as lojas maçônicas foram estabelecidas em Munique e Frisinga, em 1780.

A ordem tinha ramos na maior parte dos países europeus, mas o número total de membros parece nunca ter sido superior a 2000 durante o período de dez anos.[4] O esquema teve a sua atração para os literatos, como Goethe e Herder, e mesmo para os duques reinantes de Gota e Weimar. Rupturas internas precederam o desmoronamento da organização, que foi efetivado por um édito do governo bávaro em 1785. A ordem foi encerrada em 1788..[4]

Origens[editar | editar código-fonte]

A Ordem dos Illuminati da Baviera foi fundada na noite de 30 de abril a 1 de Maio de 1776 (véspera da famosa Noite de Santa Valburga) em uma floresta perto de Ingolstadt (Baviera), no sul da Alemanha, onde um pequeno grupo de jovens criou e prometeu cumprir os fins da sociedade. Entre aqueles que estavam naquela noite, sabe-se apenas a identidade de três: Adam Weishaupt, Max Merz e Anton von Massenhausen. O fato de que não se sabe exatamente quem estava presente naquela noite foi a causa da especulação sobre o número de pessoas que criaram a ordem, alguns dizem que eram apenas quatro e outros argumentam que foram treze.

Após a fundação, Adam Weishaupt (que se proclamou a si mesmo o nome simbólico de Spartacus) atraiu seus primeiros seguidores, um estudante de Munique chamado Franz Xavier von Zwack e um barão protestante de Hanôver chamado Adolph von Knigge (Frater Philon) que já havia sido iniciado na Maçonaria e, posteriormente, desenvolveu o Rito dos Illuminati da Baviera, junto com Weishaupt, a quem foi introduzido na loja de Munique: Theodor zum guten Rath.

Graças às habilidades de von Knigge, os Illuminati rapidamente se espalham pela Alemanha, Áustria, Hungria, Suíça, França, Itália e outras partes da Europa e afiliando personalidades como Herder (Damasus), Goethe (Abaris), Cagliostro, o Conde de Mirabeau (Leonidas) e o lendário alquimista o Conde de St. Germain, entre outros. Alguns nobres como o duque de Saxe-Weimar e de Saxe-Gotha, os príncipes Ferdinando de Brunswick e Karl de Hesse, Conde de Stolberg e o Barão Karl Theodor von Dalberg, também figuraram dentro da iniciação iluminada.

Incentivado pelo seu sucesso em conseguir recrutar um grande número de pensadores, filósofos, artistas, políticos, banqueiros, analistas, etc; Adam Weishaupt tomou a decisão de juntar-se a Maçonaria por meio de Von Knigge, e ordenou a infiltração e dominação da mesma.

Em 16 de julho de 1782, numa reunião da maçonaria continental realizada no Convento de Wilhelmsbad, os Illuminati tentaram unificar e controlar sob a sua autoridade todos os ramos da Maçonaria. Embora tenham conseguido se infiltrar nas lojas em toda a Europa, a Grande Loja de Inglaterra, a Grande Oriente de França e os iluminados teósofos de Swedenborg decidiram não apoiar os planos de Weishaupt, contrariando assim algumas das ambições da Ordem.

Devido ao fracasso do movimento, Von Knigge renunciou pensando que seria inútil continuar com os planos e foi para Bremen, onde passou seus últimos anos. Entretanto, Weishaupt recebia a ofensiva dos Maçons da Inglaterra e dos Martinistas, a quem denunciou em seus escritos, argumentando que a Grande Loja de Londres em si foi criada em 1717 por pastores protestantes, que não foram iniciados na Maçonaria, isto é, que foi fundada por profanos sem documentos válidos ou provas.

Dissolução[editar | editar código-fonte]

Carlos Teodoro, duque da Baviera, aprovou o edito que levou os Illuminati a sua dissolução.

Em 22 de junho de 1784, o Eleitor da Baviera, duque Carl Theodor advertiu sobre o perigo representado pelos Illuminati, e aprovou um decreto contra a sociedade bávara.[7] Weishaupt foi demitido de sua cátedra indo para o exílio em Ratisbona, para liderar a Ordem no exterior sob a proteção do duque de Saxe. Em 1785, o edital foi confirmado e assim começou a perseguição e detenções aos membros da sociedade.[8]

Em seguida, o jornalista Johann Joachim Christoph Bode, se torna o líder de fato da Ordem. Em 1787, vai para a França, à Estrasburgo e depois a Paris,[9] onde se encontrou com membros da Loja de Filaleto.[10] De acordo com o seu "Travel Journal", alguns deles, então, constituem em segredo o núcleo dos "Philadelphes", uma sociedade semelhante aos Illuminati alemães.

Caçados, os Illuminati da Baviera desapareceram completamente do sul da Alemanha, em 1786, apenas algumas lojas resistiram na Saxônia até 1789.

Alguns dos planos dos Illuminati foram revelados por acaso na noite de 10 de julho de 1784, quando um mensageiro de Weishaupt, identificado como o abade Lanz, morreu inesperadamente devido a um raio. Seu corpo foi levado para a Capela de San Emmeran por habitantes do local e entre os seus hábitos foram encontrados documentos importantes que se tratavam de planos secretos para a conquista mundial. A polícia da Baviera investigou os detalhes da conspiração, dando a entender a Francisco I, Sacro Imperador Romano-Germânico, o complô contra todas as monarquias, sobretudo na França, onde mais tarde, em 1789, gestaría a chamada Revolução Francesa e a queda de Luís XVI e Maria Antonieta, seus últimos monarcas.

Os documentos foram divulgados pelo governo da Baviera, alertando a nobreza e o clero da Europa. No entanto, logo se convenceram de que a conspiração tinha sido destruída devido à dissolução formal dos Illuminati, juntamente com o banimento de Weishaupt e a detenção de muitos de seus adeptos.

Efeito Cultural[editar | editar código-fonte]

Símbolo da Skull and Bones (Caveira e Ossos). De acordo com a obra America's Secret Establishment de Antony Sutton, a fraternide da Universidade Yale Skull and Bones é o ramo americano dos Illuminati

Apesar de sua curta duração, os Illuminati da Baviera lançaram uma longa sombra na história popular, graças aos escritos de seus opositores. Em 1797, o Abade Augustin Barruel publicou o livro “Memórias ilustrativas da história do Jacobinismo”, delineando uma teoria envolvendo os Cavaleiros Templários, os Rosacruzes, os Jacobinos e os Illuminati. Simultânea e independentemente, um maçom escocês e professor de História Natural, chamado John Robison, começou a publicar “Provas de uma conspiração contra todas as religiões e governos da Europa”, em 1798. Robinson alegava apresentar evidências de que uma conspiração dos Illuminati estava dedicada a substituir todas as religiões e nações com o humanismo e um governo mundial único, respectivamente.

Mais recentemente, Antony Cyril Sutton sugeriu que a sociedade secreta Skull and Bones foi fundada como o ramo norte-americano dos Illuminati. Outros pensam que a Scroll and Key também tem origem nos Illuminati. Robert Gillete defende que esses Illuminati pretendem, em última instância, estabelecer um governo mundial por meio de assassinatos, corrupção, chantagem, controle dos bancos e outras entidades financeiras, infiltração nos governos, e causando guerras e revoluções, com a finalidade de colocar seus próprios membros em posições cada vez mais altas da hierarquia política. Thomas Jefferson reparou na infiltração da ordem na maçonaria, e atribuiu o caráter secreto dos Illuminati ao que chamou de “a tirania de um déspota e dos sacerdotes”.

Ambos parecem concordar que os oponentes dos Illuminati foram os monarcas da Europa e a Igreja. Barruel afirmou que a Revolução Francesa (1789) foi planejada e controlada pelos Illuminati através dos jacobinos, e mais tarde alguns também alegaram a responsabilidade deles na Revolução Russa (1917).

Illuminati Modernos[editar | editar código-fonte]

A pirâmide com o olho que tudo vê e o lema Novus ordo seclorum no Grande Selo dos Estados Unidos, é considerado um símbolo dos Illuminati.

Desde o final do século XVIII até meados do século XX, muitos pesquisadores têm especulado que os Illuminati sobreviveram à sua supressão, por causa de sua infiltração na Maçonaria, e se tornaram o cérebro por trás de grandes eventos históricos como a Revolução Americana,[11] a Revolução Francesa,[12] a Revolução Russa,[13] as Guerras Mundiais[13] e os ataques de 11 de setembro de 2001;[14] levando a cabo um plano secreto para subverter as monarquias da Europa e a religião Cristã visando a formação de uma Nova Ordem Mundial.

Escritores como Mark Dice,[15] David Icke, Ryan Burke, Jüri Lina e Morgan Gricar além de outros têm argumentado que os Illuminati da Baviera sobreviveram, possivelmente até hoje. Muitas destas teorias propõe que os eventos mundiais estão a ser controlados e manipulados por uma sociedade secreta que se autodenomina Illuminati.[16] [17] Os teóricos afirmam que muitas pessoas notáveis foram ou são membros dos Illuminati, incluindo Winston Churchill (que teria alertado a respeito da organização),[18] a família Bush,[19] Barack Obama,[20] a família Rothschild,[21] [19] a família Rockefeller (incluindo David Rockefeller) e Zbigniew Brzezinski, entre outros.[22] O termo "Illuminati" também é geralmente associado com os membros de instituições e sociedades secretas de inspiração ocultista e / ou globalista: os Skull & Bones, Grupo Mesa Redonda, a Sociedade Fabiana, o Royal Institute of International Affairs, o Council on Foreign Relations, o Bohemian Club, o Clube de Bilderberg, a Comissão Trilateral, o Clube de Roma, a Fundação Carnegie, a Fundação Rockefeller, etc.

Também sugerem que os fundadores dos Estados Unidos – sendo alguns deles franco-maçons – estavam influenciados pela corrupção dos Illuminati. Frequentemente o símbolo da pirâmide que tudo vê no Grande Selo dos Estados Unidos é citado como exemplo do olho sempre presente dos Illuminati sobre os americanos.

E também citam que usam nas notas a escrita Novus Ordo Seclorum que significa Nova Ordem Secular. Jordan Maxwell, pesquisador dos Iluminati, afirma que 'Novus Ordo Seclorum" pode ser traduzido para "Nova Ordem Mundial".

Pouca evidência pode ser encontrada para apoiar a hipótese de que o grupo de Weishaupt tenha sobrevivido até o século XIX. Contudo, diversos grupos têm usado a fama dos Illuminati desde então para criar seus próprios ritos, alegando serem os Illuminati, incluindo a Ordo Illuminatorum, Die Alten Erleuchteten Seher Bayerns, The Illuminati Order, e outros."[23] [24] [25]

Os Aquisitores[editar | editar código-fonte]

Os Aquisitores é o nome genérico dado a supostos grupos dissidentes que surgiram com a atuação dos Illuminati no Brasil. Sua origem está quase sempre relacionada à renuncia de Jânio Quadros, o presidente que renunciou por não aguentar o peso das "forças terríveis" ("forças ocultas") e a instauração do Regime Militar em 1964. O nome Aquisitores é uma referência a prosperidade financeira e a atuação de seus membros na economia do país, especialmente na região de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista durante a próspera fase pela qual passou a região na década de 1970, no movimento metalúrgico e na posterior eleição do Presidente Lula.

Durante a ditadura militar, até pouco depois de 1985, os membros brasileiros dos Illuminati supostamente se organizaram em dois grupos opostos e teoricamente independentes dos Illuminati da Baviera. Estes capítulos isolados passaram ambos a reivindicar o antigo nome do grupo como sendo os únicos e verdadeiros Aquisitores. Alguns pesquisadores se esforçam para ligar todos os escândalos políticos que ocorreram no país desde a ditadura militar a estes dois grupos e seus jogos de poder.

Entretanto, os Aquisitores não são reconhecidos como grupo por historiadores acadêmicos, e não existem trabalhos acadêmicos que confirmem sua existência. Um exemplo é a investigação nos anos 90 sobre a morte do presidente Juscelino Kubitschek ou a investigação iniciada em 2007 no Rio Grande do Sul sobre a morte de João Goulart, que oficialmente morreu de doença cardíaca, mas teria sido assassinado pela Operação Condor arquitetada pelos Aquisitores. Até o momento nenhuma dessas investigações apresentou provas palpáveis, mas a sucessão de eventos alimenta a curiosidade de alguns: Jango, JK e Lacerda, os três grandes nomes da oposição ao regime militar morreram todos em espaço de meses entre o fim de 1976 e início de 1977.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Encyclopaedia Britannica: A New Survey of Universal Knowledge, Volume 12. Encyclopædia Britannica, 1953. pp. 383.
  2. Delahunty, Andrew. From Bonbon to Cha-cha: Oxford Dictionary of Foreign Words and Phrases. Oxford University Press, 2008. pp. 163. ISBN 0199543690
  3. The Ultimate Book of Top Ten Lists. Ulysses Press, 2009. pp. 329. ISBN 1569757151
  4. a b c Patrick Farrell, Joseph. The SS Brotherhood of the Bell: NASA's Nazis, JFK, and Majic-12. Adventures Unlimited Press, 2006. pp. 416. ISBN 1931882614
  5. Hüsken, Ute. When Rituals Go Wrong: Mistakes, Failure and the Dynamics of Ritual. BRILL, 2007. pp. 113. ISBN 9004158111
  6. Streeter, Michael. Behind Closed Doors: The Power and Influence of Secret Societies. New Holland Publishers, 2008. pp. 101. ISBN 1845379373
  7. Ars Quatuor Coronatorum: Being the Transactions of the Quatuor Coronati Lodge No. 2076, London, Volume 8. W. J. Parre H, Limited, 1895. pp. 257.
  8. Payson, Seth. Proof of the Illuminati. The Invisible College Press, LLC, 2003. pp. 88. ISBN 1931468141
  9. Lina, Jüri. Under the sign of the scorpion: the rise and fall of the Soviet Empire. In: Adelskogh, Lars.Referent, 1998. pp. 36. ISBN 919728971X
  10. The Jesuits Driven Away from Masonry and Their Dagger Shattered by Freemasons. Tra: Eric Serejski. Lulu.com, 2011. pp. xii. ISBN 0979782430
  11. Hieronimus, Robert. Cortner, Laura. Founding Fathers, Secret Societies. 2ª edi. Inner Traditions / Bear & Co, 2005. pp. 26. ISBN 1594778655
  12. Epps, Henry. Consummation of the Ages vol I. Lulu.com. pp. 96. ISBN 1300140569
  13. a b Burnett, Thom. Conspiracy Encyclopedia. Franz Steiner Verlag, 2006. pp. 286. ISBN 1843403811
  14. Lee, Martha F.. Conspiracy Rising: Conspiracy Thinking and American Public Life. ABC-CLIO, 2011. pp. 104. ISBN 0313350140
  15. Angels & Demons Causing Serious Controversy - 5/17/09 - Fresno News — abc30.com Abclocal.go.com (2009-05-17). Visitado em 2009-07-08.
  16. Barkun, Michael. A Culture of Conspiracy: Apocalyptic Visions in Contemporary America, Comparative Studies in Religion and Society, University of California Press, 2003,
  17. Illuminati News website: The Secret Order of the Illuminati (A Brief History of the Shadow Government)
  18. J. C.. Mysteries of the Universe. Xulon Press, 2004. pp. 330. ISBN 1594679592
  19. a b D. King, Jawara. Transform Your World Through the Powers of Your Mind. AuthorHouse, 2009. pp. 408.
  20. The Barack Obama Illuminati Connection
  21. Makow Ph.D, H: Illuminati: The Cult that Hijacked the World, BookSurge Publishing, 2008, ISBN 1439211485
  22. Springmeier, F: Blood Lines of the Illuminati, Ambassador House, 1998, ISBN 0966353323
  23. The Illuminati Order Homepage
  24. Official website of The Illuminati Order
  25. *Orden Illuminati Consejo Central México

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Encyclopædia Britannica 1911: "Illuminati"
  • America's Secret Establishment: An Introduction to the Order of Skull & Bones — Antony C. Sutton (Trine Day, LLC, 2003)
  • Die Korrespondenz des Illuminatenordens. vol. 1, 1776-81, ed. Reinhard Markner, Monika Neugebauer-Wölk e Hermann Schüttler. - Tübingen, Max Niemeyer, 2005. - ISBN 3-484-10881-9
  • Proof of a Conspiracy Against all the Religions and Governments of Europe — Robinson, John A.M. (Nova Iorque, 1798)
  • Grand Acquisitors - John L. Hess - ISBN 0-395-18013-9
  • Illuminati FAQ
  • A Ditadura Derrotada - Elio Gaspari, Companhia das Letras, 576p.
  • René Chandelle, Au-delà des Anges et Démons, le secret des Illuminati et la grande conspiration mondiale, Éditions Exclusif, 2006. ISBN 2848910542
  • Marie-France Etchegoin, Frédéric Lenoir, Code Da Vinci : l’enquête, éd. Robert Laffont, coll. Points P1484, Paris, 2006.
  • René Le Forestier, Les illuminés de Bavière et la Franc-maçonnerie allemande, 1915 (reeditado em 2001 por Archè, Milão).
  • Monika Neugebauer-Wölk, Hermann Schüttler, Die Korrespondenz des Illuminatenordens vol. 1, 1776-81, ed. Reinhard Markner, Tübingen, Max Niemeyer, 2005. ISBN 3-484-10881-9
  • Jean Racine, Abrégé de l’histoire de Port Royal, 1767, reed. 1994, ed. de la Table Ronde, Petite Collection Vermillon, Paris. ISBN 2-7103-0604-2. Faz alusão aos acontecimentos da abadia de Maubuisson.
  • John Robison, Proofs of a Conspiracy. ISBN 0944379699
  • Pierre-André Taguieff, La foire aux Illuminés : Ésotérisme, théorie du complot, extrémisme. Éditions Mille et une Nuits, 2005. ISBN 2842059255
  • Werner Gerson, Le Nazisme société secrète, éd. J'ai lu / L'Aventure mystérieuse n°A267. O autor cita os "iluminados da Baviera".
  • Jean-Pierre-Louis de Luchet, Marquis de la Roche du Maine, Essai sur la Secte des Illuminés, Londres, 1789.
  • André Baron, Les Sociétés Secrètes, leur crime depuis les initiés d'Isis jusqu'aux Francs-Maçons modernes.
  • Santiago Camacho, La conspiración de los illuminati, La Esfera de los Libros, 2006, ISBN 84-9734-440-5.
  • Paul Koch, Illuminati. Barcelona (Espanha): Planeta, 2004, ISBN 84-08-05568-2.
  • Marquis de Luchet, Essay on the Sect of the Illuminati, janeiro de 1789.
  • Luis Miguel Martínez Otero, Los illuminati: la trama y el complot. Obelisco, 2005.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]