Imagens animadas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Merge-arrow 2.svg
Este artigo ou secção deverá ser fundido com animação.
Editor, considere adicionar mês e ano na marcação. Isso pode ser feito automaticamente, com {{Fusão com|....|{{subst:DATA}}}}.

(por favor crie o espaço de discussão sobre essa fusão e justifique o motivo aqui; não é necessário criar o espaço em ambas as páginas, crie-o somente uma vez. Perceba que para casos antigos é provável que já haja uma discussão acontecendo na página de discussão de um dos artigos. Verifique ambas (1, 2) e não esqueça de levar toda a discussão quando levar o caso para a central.).

Esta designação representa um tipo de discurso criado a partir da ilusão de movimento aparente realizada pela passagem rápida de imagens organizadas em sequências perante um ou mais espectadores. Compreende tanto documentos apresentados em forma de filme (projectados num ecrã), em forma de memória magnética ou digital (emitidos por um ecrã), ou em forma de brinquedos ópticos.

A sequência de imagens animadas tanto pode ser obtida por registo automático através de uma câmara de filmar sob a forma de Plano (cinema), como por manipulação gráfica imagem por imagem (Animação).

O que é (inconscientemente) percebido pelo espectador é o entre-dois de uma relação de diferença/semelhança gráfica entre duas imagens contíguas na sequência. É essa relação que, na sucessão regular e rápida destas no tempo, produz a impressão de movimento no sistema de percepção visual do espectador.

Quando a sequência de imagens é criada imagem por imagem, na base da ilusão de movimento está o modo como o animador manipula a diferença entre as imagens que realiza e regista.

Fontes[editar | editar código-fonte]

Livros[editar | editar código-fonte]

AA.VV. (1996). A Magia da Imagem, A Arqueologia do Cinema através das colecções do Museu Nacional do Cinema de Turim. Catálogo da exposição com o mesmo nome, Lisboa: Centro Cultural de Belém, 15 de Fevereiro a 31 de Maio, Portugal. Comissão Portuguesa para as Comemorações do Centenário do Cinema.
Rudolf Arnheim (1958). Film as Art, Londres: Faber & Faber, 1983.

Rudolf Arnheim (1977). Film Essays and Criticism, Madison: The University of Wisconsin Press, 1997.

Alfio Bastiancich (1997). Norman McLaren, Précurseur des Nouvelles Images, trad. francesa de Marlène Di Stefano/Monte Lingua, Paris: Dreamland.

André Bazin (1958). O que é o Cinema?, Lisboa: Livros Horizonte, 1992.

Giannalberto Bendazzi (1994). Cartoons, One hundred years of cinema animation, Bloomington, London: Indiana Univ. Press/John Libbey & Comp.

Marina Estela Graça (2006). [http://books.google.pt/books?id=kcQOY7ho-kgC&dq=entreo+olhar+e+o+gesto&printsec=frontcover&source=bl&ots=aCj3FVTou2&sig=7f8j4fpx7xMB2rSfc8O8rXkUHlE&hl=pt-PT&ei=MlkwSrfTKuPOjAee e então kkk 4rPGVCw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=4 Entre o Olhar e o Gesto - Elementos para uma Poética da Imagem Animada], São Paulo: Editorial Senac. ISBN 8573594705.

Pierre Hébert (1999). L’Ange et l’automate, Québec: Les 400 coups.

Artigos[editar | editar código-fonte]

Norman McLaren (1948). “Animated Films”, Documentary Film News, Reino Unido, n.65, vol.7, Maio, pp. 52–53.

V. S. Ramachandran, S. M. Anstis (1986). "The Perception of Apparent Motion", in Science, 6 June, 232, pp. 10–29.

Documentários[editar | editar código-fonte]

Norman McLaren (1976/78). Animated Motion nº1 (1976), nº2 (1977), nº3 (1977), nº4 (1977) e nº5 (1978). National Film Board of Canada.

Manuais (online/CD-ROM)[editar | editar código-fonte]

H. Pedersen (CVU Midt-Vest), L. Gjedde (Danish University of Education), A. Feijó, M. E. Graça (Ciclope Filmes Lda), M. Rand (Kinobuss), A. Johnson (University of the West of England), M. Panades (9 Zeros-Centro de Estudios de Técnicas de Animación de Catalunya) (2007). Teaching with Animation.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

V. S. Ramachandran, Illusions - Apparent Motion