Imaginação ativa

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Imaginação Ativa (IA) é uma técnica reinventada por Carl Gustav Jung, que a trouxe de volta dos alquimistas. Consiste em uma interação com os conteúdos do inconsciente através de sua personificação[1] . Diferencia-se de uma interpretação dos conteúdos do inconsciente na medida em que não envolve uma explanação de suas figuras, mas de um relacionamento com elas. Dessa forma não compreenderíamos o inconsciente a partir de um ponto de vista intelectual, mas a partir do sentimento, de um embate, de um confronto com os problemas que se nos deparam a partir de dentro. Segundo Jung, a IA é a melhor maneira de se ativar a função transcendente, que envolve uma espécie de síntese das funções da consciência, um encontro e grande interação com a totalidade da psique (Self ou Si-mesmo) e tudo o que ela representa[2] [3] .

Referências

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Hannah, Barbara. Encounters with the Soul: Active Imagination as Developed by C.G. Jung. Santa Monica: Sigo, 1981.
  • Johnson, Robert A. Inner Work (1986) Harper & Row
  • Jung, Carl. Jung on Active Imagination (1997) Princeton U. ISBN 0-691-01576-7

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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