Imelda Marcos

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Imelda Marcos aos 79 anos de idade em 2008 em sua residência.

Imelda Remedios Visitación Romualdez (Manila, 2 de julho de 1929) é uma política das Filipinas, viúva do presidente Ferdinando Marcos[1] .

Biografia[editar | editar código-fonte]

Em 1954, quando se casou com o advogado e então deputado filipino Ferdinando Marcos, doze anos mais velho que ela, após apenas onze dias de noivado, trocou seus nomes de sua origem espanhola por Edralín Marcos de seu esposo. Ferdinando e Imelda enriqueceram e se tornaram poderosos e famosos, até que em 30 de dezembro de 1965 seu esposo se tornou presidente das Filipinas[1] . Desde então, Imelda passou a se aproximar da política e sua imagem política foi ganhando força devido ao seu marido, há vários relatos falando que Imelda era próxima da administração do país e que muitas vezes era ela quem tomava as decisões e Ferdinando apenas concordava, há também a suspeita de que Ferdinando era um boneco nas mãos de sua esposa.

Imelda Marcos ganhou fama quando houve o escândalo dos sapatos quando cerca de três mil pares de sapatos[2] de sua posse foram descobertos na casa dos Marcos, Imelda passava o tempo comprando e gastando fortunas em pares de sapatos que nunca viria a usar, e enquanto isto os filipinos morriam de fome na miséria total.Além de sapatos, foram achados jóias, vestidos, perfumes caros e outras futilidades na casa de Imelda, tudo comprado supostamente com dinheiro público desviado, segundo algumas fontes.

Em 25 de fevereiro de 1986 seu esposo saí da presidência após uma 'ditadura' de quase 21 anos de duração. Mesmo assim Ferdinando e Imelda ainda eram tratados como 'deuses' nas Filipinas, eram e são dois heróis nacionais por falsos feitos realizados a sua gente, tudo forjado para passar boa imagem.

Quando Ferdinando saiu do poder, o casal foi morar no Havaí, onde em 28 de setembro de 1989 Ferdinando veio a falecer dezessete dias após o seu 72º aniversário, na ocasião Imelda tinha 60 anos de idade.Imelda voltou em 1991, já viúva, as Filipinas e trouxe consigo o corpo embalsamado de seu marido que hoje é exposto ao público como um herói filipino. No ano seguinte ao seu retorno após 5 anos de exílio ela tentou se candidatar a política se usando do 'fantasma' de seu falecido marido, porém só em 1994 consegue assumir o cargo de deputada onde fica até 1998. Desde então ela continua presente na política e em 2010 voltou a se tornar deputada, sendo a mais votada do país.

Entre 2007-2008 enfrentou julgamento por corrupção, porém foi absolvida e hoje é uma cidadã 'limpa' das filipinas.

Ferdinando e Imelda Marcos em evento em 1979.

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

  • Imelda conheceu diversos papas, entre eles Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI e já foi várias vezes ao Vaticano para passear ou pagar promessas.
  • Imelda é mãe de Imeé Marcos (política filipina, *1955), Ferdinando Marcos Júnior (político filipino, *1957), Irene Marcos (*1959) e Aihmeé Marcos (*1962).
  • Ferdinando Marcos e Imelda foram noivos por apenas onze dias, e o prazo só não foi menor pois a igreja onde se casaram não tinha datas vagas antes, fazendo o casal ter de esperar a data maís próxima.

Referências

  1. a b Imelda Marcos Biography (em inglês). Página visitada em 7 de Maio de 2012.
  2. IMELDA REMÉDIOS VISITACIÓN ROMUALDEZ (em português). Página visitada em 7 de Maio de 2012.
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