Impacto Profundo

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Deep Impact
Impacto Profundo (PT/BR)
 Estados Unidos
1998 • cor • 121 min 
Direção Mimi Leder
Roteiro Bruce Joel Rubin
Michael Tolkin
Elenco Robert Duvall
Téa Leoni
Elijah Wood
Morgan Freeman
Maximilian Schell
Género Drama, filme catástrofe e ficção científica
Idioma inglês
Orçamento US$80,000,000[1]
Receita US$349,464,664[2]
Página no IMDb (em inglês)

Impacto Profundo (em inglês: Deep Impact) é um filme catástrofe de ficção científica[3] estadunidense lançado em 1998. Foi dirigido por Mimi Leder e escrito por Bruce Joel Rubin e Michael Tolkin, e estrelado por Robert Duvall, Téa Leoni, Elijah Wood, Vanessa Redgrave, Maximilian Schell e Morgan Freeman. Steven Spielberg foi produtor executivo do filme. Foi lançado pela Paramount Pictures e DreamWorks nos Estados Unidos em 8 de maio de 1998. O enredo descreve as tentativas de um grupo que se prepara para destruir um grande cometa de 11 quilômetros, que esta a colidir com a Terra e causar uma extinção em massa.

Notavelmente, Deep Impact foi lançado no mesmo verão de seu rival Armageddon, com uma temática semelhante, que se saiu melhor nas bilheterias, enquanto astrônomos descreveram Deep Impact como sendo mais cientificamente preciso. Deep Impact arrecadou mais de 349 milhões dólares americanos em todo o mundo em um orçamento de produção de 80 milhões de dólares.

Este é o último filme do cineasta Dietrich Lohmann.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Um astrônomo-mirim (Elijah Wood) e seu professor acidentalmente descobrem que um cometa com 11 quilômetros está em rota de colisão com a Terra, mas, na tentativa de divulgar a descoberta, um dos descobridores morre em um desastre de automóvel. Após um ano, uma repórter (Téa Leoni) tentando investigar um possível escândalo sexual chega à conclusão de que a "amante" é o cometa, que está prestes a se chocar com nosso planeta. Se isto vier a acontecer os danos causados serão incalculáveis e a vida animal e vegetal em pouco tempo deixará de existir. No entanto, uma equipe formada por americanos e russos planeja colocar detonadores nucleares no interior do cometa, para fragmentá-lo e salvar a Terra. Mas o plano deu errado quando a missão é frustrada pelo nascer do Sol, em que um dos astronautas é arremessado para o espaço por uma explosão de gás decorrente do aquecimento solar. E agora dois cometas vêm em direção à Terra, um com 2 km e outro com 9 km. Como os mísseis nucleares também falham, não resta mais nada a fazer a não ser deixar que o fragmento menor colida com a terra. Os governos dos países de todo o mundo tinham criado abrigos subterrâneos para salvar 200 000 pessoas do choque do cometa que caíria próximo ao Cabo Hatteras ou próximo as Ilhas Bermudas. Por ser uma queda oceânica causaria uma terrível onda que podia chegar aos 1000 metros de altura com facilidade e iria inundar a América do Norte, América Central, Caribe, Europa e África, matando milhares de pessoas e exterminando toda a vida vegetal e animal. A repórter não foge e acaba por ser vitimada pela onda gigante.A equipe de astronautas que sobreviveu à explosão do cometa, heroicamente consegue detoná-lo por ativar as bombas restantes e levarem a nave para dentro de uma fenda no cometa, causando uma inofensiva chuva de meteoros. No final, a onda chega nas bandas dos estados americanos de Ohio e Tennessee. Algum tempo depois o presidente dos Estados Unidos profere um discurso de esperança em frente ao que parece ser a reconstrução do Capitólio.[4]

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Produção[editar | editar código-fonte]

Jenny Lerner, o personagem interpretado por Téa Leoni, foi originalmente concebido para trabalhar para a CNN. A CNN rejeitou, porque seria "inapropriado". A MSNBC concordou em ser destaque no filme em vez disso, vendo como uma forma de ganhar exposição para a rede então recém-criada.

O diretor Mimi Leder explicou mais tarde que ela teria gostado de viajar para outros países para incorporar perspectivas adicionais, mas que não acabou tendo nenhum tempo ou o orçamento não permitiu.[5] O supervisor de efeitos visuais Scott Farrar acreditava que a cobertura de eventos em todo o mundo teria distraído e prejudicaria as histórias dos personagens principais.[5]

Música[editar | editar código-fonte]

Deep Impact – Music from the Motion Picture
Banda sonora de James Horner
Lançamento 5 de maio de 1998 (1998-05-05)
Gravação 1997-1998
Gênero(s) Banda sonora
Duração 77:12
Gravadora(s) Sony
Cronologia de James Horner
Último
Último
Titanic
(1997)
The Mask of Zorro
(1998)
Próximo
Próximo

A música para o filme foi composta e conduzida por James Horner. Grande parte da pontuação utilizada para Deep Impact foi reciclada e reutilizada em O Homem Bicentenário, lançado no ano seguinte.

N.º Título Duração
1. "A Distant Discovery"   3:59
2. "Crucial Rendezvous"   3:58
3. "Our Best Hope"   13:24
4. "The Comet's Sunrise"   5:05
5. "A National Lottery"   8:25
6. "The Wedding"   4:00
7. "The Long Return Home"   4:43
8. "Sad News"   3:46
9. "Leo's Decision"   3:08
10. "The President's Speech"   4:29
11. "Drawing Straws"   10:41
12. "Goodbye and Godspeed"   11:34

Recepção[editar | editar código-fonte]

Deep Impact estreou nas bilheterias da América do Norte, com 41.000 mil dólares em vendas de ingressos. O filme arrecadou 140 milhões de dólares na América do Norte e 209 milhões de dólares adicionais em todo o mundo com um total bruto de 349 milhões dólares. Apesar de seu concorrente Armageddon (que custou quase o dobro para ser produzido) com uma temática semelhante, no verão de 1998, Deep Impact ainda era um sucesso de bilheteria e foi a maior abertura entre os dois.[6] Internamente, ele se tornou o filme de maior bilheteria dirigido por uma mulher e manteve esse registro durante uma década até Crepúsculo reivindicar o recorde em 2008.

O filme teve uma recepção crítica mista. Baseado em 51 comentários recolhidos pelo site Rotten Tomatoes, 47% dos críticos gostaram do filme, com uma classificação média de 5.7/10.[7] O Metacritic deu uma pontuação de 40 com base em 20 avaliações. Janet Maslin do The New York Times disse que o filme "tem um tom mais pensativo, mais pensativo do que esse gênero geralmente pede",[8] no entanto Rita Kempley e Michael O'Sullivan, do The Washington Post criticaram o que eles viam como performances sem emoções e falta de tensão para o cenário.[9] [10]

Referências

  1. Deep Impact (em inglês) The Numbers. Visitado em 30 de junho de 2014.
  2. Deep Impact (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 30 de junho de 2014.
  3. Olthuis, Andrew. Deep Impact (em inglês) All Media Guide Allmovie. Visitado em 30 de junho de 2014.
  4. http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-coincid%C3%AAncias-entre-o-filme-impacto-profundo-e-o-cometa-elenin
  5. a b Leder, Mimi and Farrar, Scott. Audio commentary. Deep Impact DVD. Universal Studios, 2004.
  6. Deep Impact (1998) (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 1º de julho de 2014.
  7. Deep Impact (1998) Rotten Tomatoes. Visitado em 1º de julho de 2014.
  8. Maslin, Janet (08 de maio de 1998). Movie Review — Deep Impact (em inglês) The New York Times. Visitado em 1° de julho de 2014.
  9. Kempley, Rita (08 de março de 2000). 'Deep Impact': C'mon Comet! (em inglês) The Washington Post. Visitado em 1° de julho de 2014.
  10. O'Sullivan, Michael (08 de março de 2000). High Profile, Low 'Impact' (em inglês) The Washington Post. Visitado em 1° de julho de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]