Imunocitoquímica

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Imunocitoquímica é o conjunto de técnicas que usam anticorpos para identificar células, que funcionam como antigénios, nos tecidos. Esta identificação ocorre devido a reacções específicas, interação anticorpo-antigénio, que confere cor aos compostos que se pretendem estudar, permitindo a sua visualização ao microscópio óptico composto.

Definição[editar | editar código-fonte]

O valor prático desta área tecnológica específica da Anatomia Patológica, resulta da possibilidade de conjugar um marcador com um anticorpo, outra proteína ou composto, sem provocar qualquer tipo de dano à ligação específica estabelecida entre o anticorpo e o antígeno. Este facto propicia a observação microscópica dos locais onde se encontra o anticorpo e, consequentemente, o antígeno.

Podemos dizer que a Imunocitoquímica se apresenta como um poderoso meio de identificação de várias estruturas celulares normais (através dos respectivos antigénios) e patogénicas (neoplásicas ou não), bem como das consequências, a nível funcional e morfológico, da ação desses mesmos elementos.

História[editar | editar código-fonte]

A primeira técnica de Imunocitoquímica foi introduzida por Coons et al em 1941, e consistiu na conjugação de um Anticorpo com um corante fluorescente e sua utilização para identificação de Antígenos em cortes histológicos, o que significou a entrada numa nova dimensão no diagnóstico Anatomopatológico. O primeiro composto a ser conjugado com um Anticorpo foi o isocianato de fluoresceína e mais tarde surgiu o isotiocianato de fluoresceína (mais fácil de conjugar), gradualmente passou a se utilizar novos compostos marcadores como outras moléculas fluorescentes: Isotiocianato de Rodamina (vermelho); ou enzimas: Peroxidase (1966), Fosfatase alcalina (1978), Glucose oxidase (1979). O produto final destas reações enzimáticas, pode ser tornado “electron-dense”, mas existem outros produtos que intrinsecamente já possuem esta capacidade, podendo ser utilizados em Imunocitoquímica para microscopia electrónica: Ferritina (1961) e Ouro Coloidal (1971). Também se tornou possível a marcação de Anticorpos com substâncias radioactivas, visualizando-se o resultado por Autoradiografia.

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