Incenso

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Incenso (do latim: Incendere, "queimar") é composto por materiais aromáticos chamados bióticos (originado por seres vivos - no caso, plantas) que liberam fumaça perfumada quando queimados. O "incenso" refere-se à substância em si, mais do que o cheiro que ela produz. Ele é usado em cerimônias religiosas, rituais de purificação, aromaterapias , meditação, para a criação de um estado de espírito, e para mascarar algum mau odor. O uso do incenso se originou no Antigo Egito, onde as resinas de goma e resinas oleosas de árvores aromáticas foram importadas das costas da Arábia e Somália para serem usadas em cerimônias religiosas.

O incenso é composto por materiais provenientes de plantas aromáticas, muitas vezes combinados com óleos essenciais. As formas do incenso tem mudado com os avanços da tecnologia, as diferenças de cultura subjacente, e com a diversidade nas razões para queimá-lo. Os dois principais tipos geralmente podem ser divididos em "queima indireta" e "queima direta". O incenso de queima indireta, também chamado de "incenso não-combustível", requer uma fonte separada de calor, uma vez que não é capaz de queimar-se. O incenso de queima direta, também chamado de "incenso combustível", é aceso diretamente por uma chama e depois se espalha, a brasa do incenso irá arder e liberar a fragrância. Exemplos de incenso de queima direta são as varas de incenso (incenso), cones ou pirâmides.

Igreja Católica[editar | editar código-fonte]

Incenso

Nos rituais da Igreja Católica, é empregado em missas solenes tendo-se em mente que é uma homenagem a Deus, quando o padre, que representa Cristo, e os fiéis são incensados. A idéia é que suba a Deus um aroma agradável de louvor. O uso do incenso é um símbolo de oração. O ritual mosaico empregava o incenso em muitos sacrifícios, só ou com outros perfumes; havia também o altar dos perfumes em que se queimava incenso de manhã e de tarde. Os cristãos adotaram cedo o uso do incenso. Em Jerusalém, no século IV, já se empregava em todos os grandes Ofícios.

O recipiente em que se queima o incenso é chamado incensário ou turíbulo.

História[editar | editar código-fonte]

Incensos em Po Lin Monastery, Hong Kong

Incenso foi usado por culturas chinesas desde os tempos neolíticos e seu uso tornou-se mais difundido durante as dinastias Xia, Shang e Zhou. O primeiro exemplo documentado formal de utilização de incensos vem de quando usaram incenso composto de ervas e produtos vegetais (como cássia, canela, styrax, sândalo, entre outros) como um componente de ritos cerimoniais. Eventualmente, os hindus adotam o uso do incenso, adaptando a formulação para abranger raízes aromáticas e outros componentes da flora indiana. Esta é a principal razão pela qual os incensos indianos sejam considerados mais perfumados que os chineses .

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Coelho, Dom António (O.S.B.). Curso de Liturgia Romana. Tomo II
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