Instituto Federal Baiano

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IFBAIANO
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano
Fundação 29 de dezembro de 2008
Tipo de instituição pública federal
Campi Salvador (Reitoria)
Bom Jesus da Lapa
Catu
Governador Mangabeira
Guanambi
Itapetinga
Santa Inês
Senhor do Bonfim
Teixeira de Freitas
Uruçuca
Valença
Estado Bahia
Página oficial http://www.ifbaiano.edu.br/
Instituições de ensino superior do Brasil Brasil

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano, cujo acrônimo é IF-Baiano, foi criado mediante a aprovação da lei 11.892 de 2008 sancionada pelo Presidente Lula.[1] [2] O IF-Baiano surgiu através da integração das Escolas Agrotécnicas Federais de Catu, de Guanambi (Antonio José Teixeira), de Santa Inês e de Senhor do Bonfim. Sua reitoria está instalada em Salvador.

Unidades formadoras[editar | editar código-fonte]

Mediante a aprovação da lei 11.892 de 2008 sancionada pelo Presidente Lula, as Escolas Agrotécnicas Federais de Catu, de Guanambi (Antonio José Teixeira), de Santa Inês e de Senhor do Bonfim foram fundidas a fim de criar o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF-Baiano), cuja reitoria está instalada em Salvador.[1] [2]

Escola Agrotécnica Federal de Catu[editar | editar código-fonte]

Campus Catu era uma Escola Agrotécnica Federal (EAF), criada em 1895, através da Lei 75, que originou a Fazenda Modelo de Criação. Em 03 de fevereiro de 1897, Ambrósio Baptista dos Santos vendeu a denominada Fazenda Sant’Anna ao Governo da Bahia para implantá-la. Essas fazendas deveriam promover a criação de gado, através do ensino de técnicas.

Em 1918, iniciou-se o processo de federalização da Fazenda Modelo, adotando-se uma política que consistiria em fornecer técnicas pastoris para a comunidade agrícola local. Foram desenvolvidas atividades de criação até o início de 1964. Em 05 de março, através do Decreto n° 53.666, passou a chamar-se Colégio Agrícola de Catu, tendo sido este subordinado à Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário do Ministério da Agricultura.

A designação Colégio Agrícola Álvaro Navarro Ramos foi estabelecida pelo Decreto N°58.340, de 03 de maio de 1966, que tinha como finalidade ministrar o ensino de segundo grau, formando Técnicos em Agropecuária, fundamentado na filosofia do Sistema Escola-Fazenda: aprender a fazer e fazer para aprender. Em 19 de maio de 1967, através do Decreto N°60.731, o Colégio foi transferido para o Ministério da Educação e Cultura (MEC), passando a funcionar como escola em 1969.

Em 1971, formou-se a primeira turma de alunos: Técnicos em Agropecuária. Em 4 de setembro de 1979, por meio do Decreto N° 83.935, passou a ser denominada Escola Agrotécnica Federal de Catu – Bahia Álvaro Navarro Ramos. De 1981 até 1982, a escola passou por uma intervenção ministerial, sob o comando de Armando Rodrigues de Oliveira. Após a saída desse interventor, assume o comando o professor João Batista Alves Novaes, que dirigiu de 1982 até 1996.

Em 17 de novembro de 1993, de acordo com a Lei n°8.731, de 16/11/1993, a Escola Agrotécnica Federal de Catu – Bahia passou a ser uma autarquia, passando a dispor de orçamento e quadro de pessoal próprio. Em meados da década de noventa, o modelo de ensino busca adequar-se às novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional (Lei nº 9.394/96, Decreto nº 2.208/97 e Decreto 5154/05). O projeto elaborado pela EAF-Catu apresentava a proposta de funcionamento dos Cursos Técnicos com habilitações em Agricultura, Zootecnia e Agroindústria.

Em 2005, houve a implantação do Curso Técnico em Operação e Produção de Petróleo, em parceria com a Petrobras, visando o atendimento da demanda da região, na área de produção petrolífera.

Em 2006, o professor Sebastião Edson Moura assumiu a direção geral, através de eleição na comunidade escolar.

Em 29 de dezembro de 2008, a Lei 11.892 instituiu os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, criando o IF Baiano, resultante da integração das antigas Escolas Agrotécnicas Federais da Bahia.

Escola Agrotécnica Federal de Santa Inês[editar | editar código-fonte]

A Escola Agrotécnica Federal de Santa Inês foi uma autarquia federal vinculada à Secretaria de Educação Média e Tecnológica e esta ao Ministério da Educação do Brasil. Localizada na cidade baiana de Santa Inês, a aproximadamente 300 quilómetros da capital, Salvador, hoje é um campus do Instituto Federal Baiano.

A escola oferecia o ensino médio concomitantemente com o curso profissionalizante/técnico, com habilitação técnica em agricultura, agropecuária ou zootecnia. O regime de aulas era de tempo integral, manhã e tarde.

Na escola, os alunos podiam frequentar em regime de internato, através do qual eles residiam nos alojamentos do colégio, tendo direito de sair do colégio dentro dos horários específicos, ou em regime externo, no qual eles chegavam ao colégio pela manhã, assistiam às aulas e voltavam para casa ao final da tarde, tendo almoçado no próprio colégio.

Foi criada em 30 de junho de 1993, pela Lei n.º 8.670, sancionada pelo então Presidente da República Itamar Franco e publicada no Diário Oficial da União em 1 de julho de 1993. Foi transformada em Autarquia pela lei 8.731, de 16 de novembro de 1993, e publicada no Diário Oficial da União em 17 de novembro de 1993, tendo iniciado suas atividades didático-pedagógicas no dia 17 de junho de 1996.

Campi[editar | editar código-fonte]

Bom Jesus da Lapa, Catu, Governador Mangabeira, Guanambi, Itapetinga, Santa Inês, Senhor do Bonfim, Teixeira de Freitas, Uruçuca, Valença. (Alagoinhas, Itaberaba, Serrinha, e Xique-Xique em 2014)

Expansão[editar | editar código-fonte]

Alagoinhas[editar | editar código-fonte]

Um Campus do Instituto Federal de Tecnologia e Ciência Baiano está sendo construído e a previsão é de que deverá ser concluído até o final de 2014. Quando concluído, o IF BAIANO será a primeira unidade de ensino federal no município.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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