Inteligência animal

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O termo inteligência animal se refere às capacidades cognitivas dos animais não-humanos, tais como as capacidades de criar ferramentas, mapas mentais e o planejamento consciente, as quais, por tempos, foram consideradas faculdades exclusivas dos seres humanos.

Moral animal[editar | editar código-fonte]

Podem-se reconhecer em alguns primatas comportamentos que podem ser reconhecidos como uma espécie de moral entre tais animais. Em notícia publicada no jornal The New York Times, relata-se o caso de que alguns chimpanzés, que são animais que não sabem nadar, morreram afogados em piscinas de um zoológico tentando salvar os outros de sua espécie. Alguns macacos rhesus, por sua vez, passaram fome por vários dias, uma vez que só podiam obter comida puxando uma corrente que causava choque elétrico a um companheiro, o que mostra um padrão emocional de excepção e não necessariamente de regra e que também pouco tem a ver com pura cognição, mas sim com tipos de valores que mesmo nos bípedes nunca foi um consenso quando se compara as temporalidades e espacialidades em que estes seres tenham vivido e existido em grupos; também não existe na natureza nada que comprove que este padrão seja a regra ou mesmo que seja algo "superior" a outros padrões verificados. Ambos têm capacidades de raciocínio diferentes e muito particulares.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]