Interior de São Paulo

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Panorama do centro-oeste paulista, próximo ao município de Bauru

O interior do estado de São Paulo ou interior paulista é uma designação informal para se referir a região que abrange todo o estado de São Paulo, exceto a Região Metropolitana de São Paulo. O interior tem destaque por possuir um conjunto cultural muito rico, inclusive com vários sotaques próprios e diferentes daquele da região metropolitana da capital e do litoral paulista.

Essa área é fortemente industrializada e caracteriza-se por sua economia de grande porte e bastante diversificada, sendo uma das regiões mais ricas da América Latina.[1] Cerca de 1/4 do PIB do interior se concentra na Região Metropolitana de Campinas, que se consolida cada vez mais, como o cinturão do setor automobilístico brasileiro.[2] [3] [4] O interior paulista destaca-se por apresentar uma boa infraestrutura, tornando-se um polo de atração de investimentos.

História[editar | editar código-fonte]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Economia[editar | editar código-fonte]

Vista panorâmica da Usina Costa Pinto em Piracicaba, fábrica que produz açúcar e etanol combustível além de outros tipos de álcool.

Com uma força econômica superior a de países como o Chile, o interior paulista tem atraído cada vez mais empresas da capital e de outros estados que buscam custos menores, espaço para crescer e um sistema logístico que favoreça o escoamento da produção, sem os congestionamentos crônicos da cidade de São Paulo. Fortalecido com essa migração de empresas, o interior viu sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) paulista crescer 3,7 pontos porcentuais no curto período de quatro anos. Hoje, a região já responde por praticamente metade da soma de todas as riquezas produzidas no estado de São Paulo.[6] [7] [8]

O interior paulista (descontando os 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo) é um "país" com um PIB de US$ 135,9 bilhões no ano de 2005, segundo projeção feita pela consultoria MB Associados. O valor é 12% maior que o PIB chileno, de US$ 121 bilhões em 2006, além de superior ao de países como Peru e Nova Zelândia.

No território brasileiro, o interior paulista não tem rivais em poder econômico, com exceção da Região Metropolitana de São Paulo. Sua participação no PIB do País é de 15,3%, praticamente metade da contribuição do estado, de 33,1%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes a 2008.

Esses fatores tornam a região um polo de investimentos,[9] que tem atraído muitas empresas, principalmente para o espaço produtivo formado por municípios das regiões de Campinas, Piracicaba, Jundiaí, Taubaté , São José dos Campos,[10] Sorocaba, Itu e Ribeirão Preto , que se concentram num raio de 150 a 250 quilômetros, com foco na região metropolitana. Além das regiões próximas à Grande São Paulo, outras partes do interior paulista também são focos de investimentos como as regiões de Araçatuba, Araraquara,[11] Bauru, Catanduva, Franca, Presidente Prudente, São Carlos, Marília e São José do Rio Preto.[12] [13] [14]

O interior de São Paulo está ajudando o estado a retomar espaço como principal parque automobilístico brasileiro, chegando novamente a ter metade da produção nacional de automóveis no seu território.[15] [16] [17] [18] [19] A economia da região supera diversos países, como Nova Zelândia, Peru e equivale a do Chile, as cidades do interior paulista também respondem por 44% da riqueza produzida em São Paulo. No ranking dos 30 maiores municípios do Brasil, em 2008, 11 pertenciam a São Paulo. Os municípios do interior correspondem a cerca de 15% do PIB nacional, de acordo com dados da Fundação Seade.[20]

Parque Hopi Hari às margens da Rodovia dos Bandeirantes em Vinhedo.

O interior paulista sustentado pela renda do agronegócio e da cana-de-açúcar foi a região que mais ampliou gastos com alimentos, bebidas, produtos de higiene e limpeza no primeiro semestre de 2011 em relação a igual período de 2010, à frente até dos mercados "queridinhos" do consumo, como o Nordeste e o Centro-Oeste. O desembolso com esses itens cresceu 14,8% no interior do Estado de São Paulo.[21]

Cidades menores do interior estão recebendo investimentos pesados em shoppings centers, Sertãozinho com pouco mais de 117 mil habitantes, é um exemplo claro desta corrida, pois terá nos próximos anos dois shoppings.[22]

O interior do Estado de São Paulo ultrapassou neste ano de 2012 a Região Metropolitana de São Paulo e conquistou o posto de maior mercado consumidor do País. Esse resultado consolida a tendência de desconcentração do crescimento econômico observada nos últimos cinco anos, com a perda de participação das capitais dos Estados no consumo total das famílias brasileiras.

O consumo dos domicílios das cidades do interior paulista neste ano deve somar R$ 382,3 bilhões, ou 50,2% do total do Estado de São Paulo. Já a Região Metropolitana de São Paulo, que inclui a capital e 38 municípios, vai movimentar R$ 379,1 bilhões ou 49,8% do total gasto com alimentação, habitação, transporte, saúde, vestuário e educação, revela estudo da IPC Marketing.[23] [24]

Tecnologia[editar | editar código-fonte]

UFScar, em São Carlos (esquerda), e Unicamp, em Campinas(direita).

O interior paulista é um dos principais polos high tech do Brasil, com cerca de 1/4 de toda produção científica nacional sendo produzida por essa região.

A Região Metropolitana de Campinas é conhecida por Vale do Silício brasileiro, em comparação ao Vale do Silício na Califórnia, Estados Unidos, onde diversas indústrias de tecnologia eletrônica e de informática se instalaram. Nesta região estão presentes unidades de 32 das 500 maiores empresas do mundo desse ramo, como a Lucent Technologies, IBM, Compaq, Dell e Hewlett-Packard (HP).[25] [26]

Outras cidades do estado também são reconhecidas nesse quesito, como São Carlos, Ribeirão Preto e a região do Vale do Paraíba.

Aeroespacial - Aviação[editar | editar código-fonte]

O interior de São Paulo é o grande indutor do desenvolvimento espacial e da aviação no Brasil, através de polos espalhados pelo estado, como São José dos Campos (que possui um Parque Tecnológico voltado exclusivo para o setor),[27] Taubaté, Botucatu e Gavião Peixoto, todas estas cidades possuem unidades da Embraer, que em breve começará a construir na cidade de Gavião Peixoto, o cargueiro KC-390, o maior avião já fabricado no Brasil, com 12,15 metros de altura, 35,20 metros de comprimento, capacidade de transportar 20 toneladas e com velocidade máxima de 870 km/h.[28] [29]

Outros municípios relevantes que estão despontando são Bauru, que possui uma fábrica da Volare,[30] além de São Carlos que possui um dos maiores centros tecnológicos de aviação do mundo, da empresa TAM Linhas Aéreas[31] e Ribeirão Preto que é sede da Passaredo Linhas Aéreas e onde se localiza o centro operacional e de engenharia da empresa.

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Aeroportos do Interior de SP
Movimento de Passageiros 2012
Município Quantidade
Campinas Aumento8.824.074
Ribeirão Preto Baixa1.077.010
São José do Rio Preto Aumento770.569
Presidente Prudente Aumento289.124
São José dos Campos Baixa212.536
Bauru Aumento177.516
Araçatuba Aumento160.571
Marília Aumento92.437
Sorocaba Aumento77.776
Bragança Paulista Aumento43.856
Campinas Aumento28.194
Araraquara Aumento21.709
Jundiaí Aumento21.031
Fonte: DAESP e INFRAERO

Transportes[editar | editar código-fonte]

Aeroportos[editar | editar código-fonte]

Construção do Terminal de Cargas no Aeroporto de Ribeirão Preto, que será operado pela TEAD Brasil.

A região conta com o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, um dos maiores aeroportos de carga da América Latina[32] e um dos principais do Brasil. São Paulo conta também com o Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto, que está em processo de se tornar internacional de cargas,[33] além de contar com outros aeroportos regionais espalhados pelo interior do estado.

A demanda nos aeroportos do interior de São Paulo esta crescendo de forma acentuada, tendo expandido em 40% no ano de 2010.[34] [35] O Aeroporto Internacional de Viracopos foi o segundo que mais cresceu no mundo em 2010,[36] já o Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto foi o que mais cresceu no Brasil no primeiro semestre de 2011.[37]

Hidrovias[editar | editar código-fonte]

Além de transporte rodoviário e aéreo, o interior conta com a hidrovia Paraná-Tietê, que contribui no escoamento de cargas e pessoas do estado de São Paulo e das regiões centro-oeste e norte do Brasil. A Hidrovia compreende os rios Tietê, Paraná e Piracicaba

Ferrovia[editar | editar código-fonte]

As grandes ferrovias em São Paulo espalharam pelo interior do estado, devido a política de valorização do café no início do século XX. Para se ter noção dessa expansão, podemos constatar que em 1901, havia no Estado de São Paulo um total de 3.471 quilômetros de linhas férreas, chegando-se em 1940 a atingir um total de 8.622 quilômetros, estagnando-se no período posterior ou mesmo reduzindo-se até os dias atuais.

Com projetos ambiciosos como a implantação do Trem de Alta Velocidade (Trem Bala) ligando Campinas ao Rio de Janeiro (cidade), passando por São Paulo (cidade) e São José dos Campos, e possivelmente no futuro ligando Campinas a Brasília, passando por Ribeirão Preto. Existe também o projeto do Trem Expresso de Jundiaí para São Paulo (cidade), o primeiro dos chamados trens regionais que o governo de São Paulo que espalhar pelo estado.[38]

O estado de São Paulo terá um Ferroanel, o projeto de engenharia do trecho de 60 km, sob responsabilidade da MRS Logística. A obra, orçada inicialmente em aproximadamente R$ 1,2 bilhão, deve ser entregue até 2014. O traçado previsto para a linha deve sair de Itaquaquecetuba, na zona leste da Grande São Paulo, passar por Guarulhos, beirando a Serra da Cantareira, chegar em Perus, na zona norte paulistana, e seguir até Jundiaí. Esse trajeto facilitaria principalmente o transporte de cargas entre o Vale do Paraíba e as regiões de Sorocaba, Campinas e Ribeirão Preto.[39]

O Governo do Estado de São Paulo estuda a criação de linhas de trens rápidos de passageiros ligando a capital ao interior, iniciando a partir das cidades com raio de 100 quilômetros da capital. Projetos estão sendo 'pensados' para levar os trens de passageiros a uma velocidade média de 120 km/h, a Piracicaba, cidade que dista 164 quilômetros da capital, e a Ribeirão Preto, a 336 quilômetros de São Paulo. Nos dois casos, as linhas sairão de Campinas, interior paulista. O modelo definido para as novas linhas é de composições compactas e modernas com velocidade máxima de 180 km/h, o que assegura uma média de 120 km/h.[40]

Rodovias[editar | editar código-fonte]


O sistema rodoviário do estado de São Paulo é o maior sistema estadual de transporte rodoviário do Brasil, com 34.650 km.[42] [43] Trata-se de uma enorme rede interligada, divida em três níveis, municipal (11.600 km), estadual (22.000 km) e federal (1.050 km). Mais de 90% da população paulista está a cerca de 5 km de uma estrada pavimentada.[44] São Paulo possui o maior número de estradas duplicadas da América Latina e, de acordo com uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte, o sistema rodoviário do estado é o melhor do Brasil, com 59,4% de suas estradas classificadas na categoria "excelente".[45] A pesquisa também apontou que das 10 melhores rodovias brasileiras, nove são paulistas.[45]

O estado de São Paulo possui uma malha rodoviária com mais de 32.000 km de vias asfaltadas, representando cerca de 17% do total da malha asfaltada do Brasil.[46] [47] As rodovias paulistas são consideradas as mais modernas e melhor conservadas do Brasil. A Confederação Nacional do Transporte, em uma pesquisa realizada em 2006, divulgou um ranking que coloca as rodovias de São Paulo, em comparação com as outras rodovias brasileiras, no topo em termos de estado geral de conservação.[48] [49] A administração de algumas rodovias paulistas foi transferida à iniciativa privada a partir do final da década de 90, dentro de um programa mais amplo de privatização. As empresas vencedoras do processo licitatório foram obrigadas a realizar uma série de investimentos e a cumprir metas de qualidade mas, apesar da melhoria nas estatísticas de acidentes,[50] a cobrança de um valor de pedágio considerado alto para os padrões brasileiros provoca críticas ao modelo de privatização.[51]

O interior de São Paulo conta com uma complexa rede de transporte, tendo com eixos principais as rodovias Anhanguera, Castelo Branco, Raposo Tavares, Dutra, Bandeirantes, Washington Luís, Marechal Rondon, Carvalho Pinto, Dom Pedro I e Faria Lima.

O governo do estado de São Paulo está construindo uma das maiores obras viárias do interior do Brasil, que é o corredor Sumaré-Campinas, que irá interligar diversas cidades da Região Metropolitana de Campinas, este mega projeto está recebendo investimentos da ordem de R$ 150 milhões.[52] A Rodovia Euclides da Cunha (SP-320) está passando por 164,8 quilômetros de duplicação, com investimentos de R$ 775 milhões pelo Governo do Estado.[53]

O governo do estado de São Paulo está construindo o maior complexo viário do Brasil, que é a remodelação do trevo Waldo Adalberto da Silveira, um dos principais acessos a Ribeirão Preto, localizado numa área estratégica e que interliga as rodovias Anhanguera, Abrão Assed, Antônio Machado Sant’Anna com a Avenida Castelo Branco, passará por total remodelação num investimento que vai totalizar aproximadamente R$ 120 milhões. Vale ressaltar que mais de 1,5 milhão de pessoas serão beneficiadas pela obra. Serão construídos oito viadutos e 20 alças de acesso em um complexo viário com mais de 11,8 quilômetros de extensão (quase o tamanho da ponte Rio-Niterói), que possui cerca de 13 quilômetros de comprimento. Também engloba o projeto uma passarela para pedestres. O novo dispositivo foi projetado para suportar o tráfego de veículos nos próximos 30 anos.[54] [55]

Rodovia Anhanguera na região de Ribeirão Preto, cercada por canaviais.

Educação[editar | editar código-fonte]

Administração e Biblioteca do Instituto de Química da UNICAMP

O interior de São Paulo é responsável por cerca de 1 quarto de toda a produção científica nacional.[56] A região conta com importantes instituições de ensino superior brasileiras, como a USP em São Carlos, Ribeirão Preto, Piracicaba e Bauru, a UNICAMP, a UNESP, o ITA, a UFSCar, a UNIFESP, a PUC Campinas, e a FATEC – esta, presente em quase todo o estado –, dentre outras.

No ranking das melhores universidades do mundo, o Webometrics Ranking of World Universities classificou em 2012:

Estando a Universidade de São Paulo colocada na frente de universidades renomadas a exemplos da Universidade de Oxford e a Universidade de Princeton, destaca o Brasil entre os países com universidades dentre as melhores do mundo – sendo que as 3 universidades brasileiras que foram citadas no ranking são universidades estaduais públicas e situadas no interior paulista, sendo a UNICAMP a única universidade dentre as 3 que se situa totalmente no interior.

Entre as escolas técnicas estaduais, que se destacam pelo altíssimo padrão de ensino, tem-se:

Cultura[editar | editar código-fonte]

Esportes[editar | editar código-fonte]

O interior paulista é propulsor para o esporte brasileiro, tendo em diversas modalidades representantes que conquistaram títulos, medalhas, e muitas glórias para o Brasil. Podemos citar alguns esportistas que enobrecem o estado de São Paulo e o Brasil, tais como Gustavo Borges, Felipe Massa, Hélio Castroneves, Hortência Marcari, Magic Paula, Abílio Couto, Laís Souza, Emerson Leão, Raí, Antônio de Oliveira Filho "Careca", Roberto Carlos da Silva, Fabíola Molina, Fernanda Venturini, Maurício Camargo Lima, Luís Fabiano Clemente, Marcos Roberto Silveira Reis, Nicholas Santos, Maria Zeferina Baldaia, Claudinei Quirino da Silva, isto sem contar, que nas Olimpíadas de Pequim somente César Cielo e Maurren Maggi os dois únicos atletas que ganharam medalhas de ouro individualmente, são do interior paulista. O time de futsal da cidade de Orlândia, a Intelli é um dos times mais de futebol de salão mais importante do Brasil.

Futebol[editar | editar código-fonte]

O interior paulista possui o primeiro e único campeão brasileiro de futebol do interior do Brasil o Guarani, sendo que a Ponte Preta é o clube de futebol mais antigo do estado.

Inter de Limeira, Bragantino e Ituano venceram o Campeonato Paulista.[57] Santo André e Paulista de Jundiaí foram campeões da Copa do Brasil.[58]

Tendo ainda diversos clubes de grande história e tradição, tais como o América, Batatais, Botafogo, Capivariano, Comercial, Ferroviária, Francana, Marília, Mogi Mirim, Noroeste, Novorizontino, Oeste, Rio Branco, Rio Claro, Santacruzense, São Bento, São José, Penapolense, União Barbarense, União São João, XV de Jaú, XV de Piracicaba, etc.

No interior existem alguns clássicos tradicionais, tanto locais como regionais, tais como:

  • Guarani x Ponte Preta
  • Taubaté x São José
  • Comercial x Botafogo
  • Comercial x Ferroviária
  • Botafogo x Ferroviária
  • América x Rio Preto
  • Independente x Internacional
  • Guaçuano x Mogi Mirim
  • São Bento x Atlético Sorocaba
  • Rio Claro x Velo Clube
  • Ferroviária x São Carlos
  • Matonense X Oeste
  • União Barbarense x Rio Branco
  • Noroeste x Marília
  • Internacional de Bebedouro x Barretos

Os principais estádios do interior paulista são:

Geografia[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Referências

  1. [1].
  2. Investe SP (08/10/2013). Região consolida cinturão do setor automobilístico. Página visitada em 08/10/2013.
  3. Investe SP (15/07/2011). Coreana Dabo terá unidade em Americana. Página visitada em 15/07/2011.
  4. Investe SP (15/07/2011). Um olhar sobre o futuro promissor de Campinas. Página visitada em 15/07/2011.
  5. Estimativa Populacional 2013 - Dados: São Paulo. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (01 de julho de 2013). Página visitada em 31 de agosto de 2013.
  6. Investe SP (06/07/2011). Rumo Logística anuncia investimento de R$ 1,3 bilhão. Página visitada em 06/07/2011.
  7. Investe SP (06/07/2011). Duratex investe R$ 482 milhões com apoio da Investe São Paulo. Página visitada em 06/07/2011.
  8. Investe SP (06/07/2011). S. José abrigará sede da nova agência espacial do governo. Página visitada em 06/07/2011.
  9. ISTOÉ (31/08/2012). A força do interior (em pt). Página visitada em 02/12/2012.
  10. Investe SP (15/07/2011). Chery e Sany Heavy Industries se instalam em Jacareí e comprovam aquecimento no Vale do Paraíba. Página visitada em 15/07/2011.
  11. EPTV (25/11/2011). Indústrias anunciam investimentos de R$ 65 milhões e 300 empregos em Araraquara. Página visitada em 26/11/2011.
  12. Folha de S. Paulo (20/03/2011). Interior de São Paulo gera mais empregos. Página visitada em 20/03/2011.
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  14. G1 (13/04/2011). Fábrica de iPad no Brasil deve ser instalada no interior de São Paulo. Página visitada em 15/04/2011.
  15. Montadora sul-coreana aquece o mercado de Piracicaba. Página visitada em 11/02/2011.
  16. Folha de São Paulo. Volks vai investir R$ 360 mi para ampliar fábrica de Taubaté. Página visitada em 19/02/2011.
  17. SP deve voltar a produzir metade dos carros no País. Página visitada em 09/01/2011.
  18. Montadoras modificam o cotidiano do interior de SP. Página visitada em 12/03/2011.
  19. Honda investirá R$ 1 bilhão em nova fábrica de automóveis no interior de São Paulo. Página visitada em 09/08/2013.
  20. Investe SP (16/11/2011). Economia do interior supera a de muitos países. Página visitada em 26/11/2011.
  21. Jornal Estado de São Paulo (02/12/2011). [agronegocio-e-classe-c-levam-interior-de-sao-paulo-a-liderar-consumo-no-pais Agronegócio e classe C levam interior de São Paulo a liderar consumo no País]. Página visitada em 03/12/2011.
  22. Folha de São Paulo (22/09/2013). Shopping centers apostam em cidades menores na região de Ribeirão. Página visitada em 22/09/2013.
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  31. Centro Tecnológico da TAM ultrapassa a marca de mil checks. Página visitada em 15/07/2011.
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  55. Governo de São Paulo. GOVERNADOR ALCKMIN DÁ INÍCIO ÀS OBRAS DO MAIOR TREVO RODOVIÁRIO DO BRASIL. Página visitada em 07 de maio de 2013.
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]