Internacionalização da floresta Amazônica

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A internacionalização da floresta Amazônica é um medo geopolítico de alguns brasileiros.

As atividades de muitas ONGs ambientalistas estrangeiras na região amazônica causaram questionamentos sobre a soberania do governo brasileiro sobre a floresta.

Em 2001, apareceu na internet uma montagem de uma página de um livro escolar fictício "sobre um plano para transformar a Amazônia em uma reserva internacional". Apesar das evidências de fraude, a imagem se disseminou a tal ponto que chegou a ser reproduzido em um clipping distribuído pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, "o que obrigou a Embaixada do Brasil nos EUA a apontar a fraude. Apesar disso, o spam circula até hoje."[1]

Sobre o assunto, Cristovam Buarque publicou em 2000 no jornal O Globo o artigo "A internacionalização do mundo" que foi traduzido para vários idiomas.[2]

Citações[3] [editar | editar código-fonte]

  • Al Gore (1989): "Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós".
  • François Mitterrand (1989): "O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia".
  • Mikhail Gorbachev (1992): "O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes".
  • John Major (1992): "As nações desenvolvidas devem estender o domínio da lei ao que é comum de todos no mundo. As campanhas ecológicas internacionais que visam à limitação das soberanias nacionais sobre a região amazônica estão deixando a fase propagandística para dar início a uma fase operativa, que pode, definitivamente, ensejar intervenções militares diretas sobre a região".
  • Henry Kissinger (1994): "Os países industrializados não poderão viver da maneira como existiram até hoje se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não renováveis do planeta. Terão que montar um sistema de pressões e constrangimentos garantidores da consecução de seus intentos".

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]