Invasão Aliada da Sicília

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Operação Husky
Frente do Mediterrâneo, Campanha da Itália, Segunda Guerra Mundial
SC180476.jpg
O USS Robert Rowan, da classe Liberty, explodindo após ser atingido por um bombardeiro alemão em Gela, na Sicília, 11 de julho de 1943
Data 9 de julho – 17 de agosto de 1943
Local Sicília, Itália
Desfecho Vitória dos Aliados
Combatentes
Aliados:

 Estados Unidos
 Reino Unido

Canadá Canadá
Eixo:

War flag of the Italian Social Republic.svg Itália

Alemanha Nazi Alemanha Nazista
Comandantes
Estados Unidos Dwight Eisenhower
Reino Unido Harold Alexander
Reino Unido Bernard Montgomery
Reino Unido Arthur Tedder
Estados Unidos George S. Patton
Canadá Guy Simonds
Alemanha Nazi Albert Kesselring
War flag of the Italian Social Republic.svg Alfredo Guzzoni
Alemanha Nazi Fridolin von Senger und Etterlin
Alemanha Nazi Hans-Valentin Hube
Forças
Forças iniciais:
160 000 combatentes
14 000 veículos
600 tanques
1 800 armas[1]
No auge:
467 000 combatentes[2]
230 000 soldados italianos
60 000 militares alemães[2]
260 tanques
1 400 aeronaves[3]
Baixas
24 820 baixas
(5 837 mortos, 15 683 feridos, 3 326 capturados)[4]
Alemanha Nazi Alemães:
~20 000 baixas[5]
War flag of the Italian Social Republic.svg Itália:
147 000 perdas (a maioria feitos prisioneiros)[5]

A Invasão da Sicília pelos Aliados, codinome Operação Husky, foi uma grande campanha durante a Segunda Guerra Mundial, quando as potências ocidentais tomaram a Sicília das forças do Eixo (Itália Fascista e Alemanha Nazista). A operação contou com um grande desembarque anfíbio e lançamento de tropas paraquedistas, seguido de seis semanas de intensos combates no solo. Esta foi a primeira etapa da invasão da Itália pelos Aliados.[6]

Esta invasão começou na madrugada do dia 9 para o dia 10 de julho de 1943, e só terminou em 17 de agosto. Estratégicamente, a operação conquistou seus objetivos dos Aliados naquele Teatro de Operações. Os Aliados expulsaram as forças terrestres, aéreas e navais do Eixo para longe da região. A subsequênte invasão do resto do país e a deterioração da resistência armada italiana seriam alguns dos motivos que levou o povo da Itália a se rebelar e eventualmente derrubar seu ditador, Benito Mussolini, do poder.[7]

Fotos da operação[editar | editar código-fonte]

Na ficção[editar | editar código-fonte]

No Jogo Medal of Honor: Vanguard, a primeira missão é baseada nesta operação, começando por dentro do avião que depois é derrubado, fazendo o jogador descer de paraquedas para combater na guerra. No jogo Call of Duty: Big Red One, também há uma missão baseada na operação, onde o jogador começa dentro de um blindado anfíbio à noite, e desembarca na praia.[carece de fontes?]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Mitcham & von Stauffenberg (2007), p. 63
  2. a b Mitcham & von Stauffenberg (2007), p. 307
  3. Dickson(2001) p. 201
  4. Mitcham & von Stauffenberg (2007), pp. 305-306
  5. a b Mitcham & von Stauffenberg (2007), p. 305
  6. Alexander, Harold. The Conquest of Sicily from 10 July 1943 to 17 August 1943. [S.l.: s.n.], 12 de fevereiro de 1948.
  7. Atkinson, Rick. Volume II: The Day of Battle, The War in Sicily and Italy, 1943–1944. New York: Henry Holt, 2007. 816 pages pp. ISBN 978-0805062892.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]