Ipê-amarelo-cascudo
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Tabebuia chrysotricha
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| Classificação científica | ||||||||||||||||
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| Tabebuia chrysotricha (Mart. ex A.DC.) Standl. 1936 |
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| Sinónimos | ||||||||||||||||
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Gelseminum chrysotrichum (Mart. ex A. DC.) Kuntze Tecoma pedicellata Bureau & K. Schum. ex Mart. |
O ipê-amarelo-cascudo (Tabebuia chrysotricha) é uma árvore brasileira, descrita originalmente em 1845 por von Martius como Tecoma chrysotricha.
Outros nomes populares: aipê, ipê, ipê-amarelo, ipê-amarelo-da-mata, ipê-amarelo-paulista, ipê-do-campo, ipê-do-morro, ipê-tabaco, pau-mulato.
Está na lista de espécies de plantas ameaçadas do estado de São Paulo.[1]
Índice |
[editar] Caraterísticas
Árvore pequena, com 2 a 10 m de altura.
Folhas palmadas penta-folíoladas, com folíolos elíptico-oblongos ásperos, coriáceos, pubescentes em ambas as faces, sendo o terminal maior, com até 11 cm de comprimento.
As flores, sésseis, se formam com a planta despida de folhas, entre agosto e setembro. Os frutos, vagens finas e longas, amadurecem entre setembro e outubro.
A planta se desenvolve rapidamente no campo.
[editar] Ocorrência
Nas florestas ombrófila densa e estacional semidecidual da Mata Atlântica, nos estados brasileiros do sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo) e nordeste (Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Maranhão e Piauí).[2]
Nativa também da Argentina.
[editar] Usos
A madeira é usada em tacos, rodapés, assoalhos e também externamente, como em postes. Sua casca cozida é adstringente e também usada contra inflamações bucais.
A árvore é a espécie de ipê-amarelo mais usada em paisagismo, inclusive em ruas estreitas e sob fiação elétrica.
Referências
[editar] Fontes
- Lorenzi, Harri: Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil, vol. 1. Instituto Plantarum, Nova Odessa, SP, 2002, 4a. edição. ISBN 85-86174-16-X.