Isabel da Dinamarca (1524-1586)
| Isabel | |
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| Duquesa de Mecklenburg-Güstrow Princesa da Dinamarca e Noruega |
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Isabel por Jacob Cornelisz van Oostsanen |
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| Governo | |
| Consorte | Magnus III de Mecklenburg-Schwerin Ulrich III de Mecklenburg-Güstrow |
| Casa Real | Mecklenburg-Güstrow Oldemburgo |
| Vida | |
| Nascimento | 14 de Outubro de 1524 |
| Morte | 15 de Outubro de 1586 (62 anos) |
| Filhos | Sofia de Mecklenburg-Güstrow |
| Pai | Frederico I da Dinamarca |
| Mãe | Sofia da Pomerânia |
A princesa Isabel da Dinamarca (14 de Outubro de 1524 - 15 de Outubro de 1586) foi uma princesa dinamarquesa, duquesa de Mecklenburg-Schwerin e duquesa de Mecklenburg-Güstrow por casamento. Era a filha mais velha do rei Frederico I da Dinamarca e da sua segunda esposa, a princesa Sofia da Pomerânia.
Família [editar]
Isabel foi a segunda criança nascida da união entre o rei Frederico I da Dinamarca com a princesa Sofia da Pomerânia. Os seus avós paternos eram o rei Cristiano I da Dinamarca e a princesa Doroteia de Brandenburgo. Os seus avós maternos eram o duque Bogislaw X da Pomerânia e Anna Jagiellon.
Biografia [editar]
Isabel foi criada na corte real dinamarquesa do seu meio-irmão mais velho, o rei Cristiano III da Dinamarca, onde foi notada pela sua beleza. Em 1542 ficou noiva do duque Magnus III da Mecklenburg-Schwerin com quem se viria a casar no dia 26 de Agosto de 1543. Do casamento não nasceram filhos. Após a morte do marido em 1550, Isabel regressou à Dinamarca onde ficou até ao seu segundo casamento em 1556.
Isabel casou-se pela segunda vez no dia 14 de Fevereiro de 1556 com o duque Ulrich III de Mecklenburg-Güstrow, de quem teve apenas uma filha, Sofia, que se casou com o rei Frederico II da Dinamarca em 1572. A sua relação com Ulrich era descrita como muito feliz.
Isabel visitava frequentemente a corte dinamarquesa e também a sua antiga cunhada, a rainha-viúva Doroteia. Depois de a sua filha se tornar rainha da Dinamarca em 1572, as suas visitas tornaram-se mais prolongadas. Foi descrita como gentil, sensível, religiosa e prática. Também era muito activa em Mecklenburg-Güstrow: reconstruiu as igrejas de Güstrow e Dobberan e protegeu hospitais e conventos. Morreu na viagem de regresso de uma das suas visitas à Dinamarca.