Itapira

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Município de Itapira
"A linda"
Centro de Itapira em 2013

Centro de Itapira em 2013
Bandeira de Itapira
Brasão de Itapira
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 24 de outubro de 1820
Gentílico itapirense
Lema Pvlchra et decora
"Bela e Enfeitada"
Prefeito(a) José Natalino Paganini (PSDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Itapira
Localização de Itapira em São Paulo
Itapira está localizado em: Brasil
Itapira
Localização de Itapira no Brasil
22° 26' 09" S 46° 49' 19" O22° 26' 09" S 46° 49' 19" O
Unidade federativa  São Paulo
Mesorregião Campinas IBGE/2008[1]
Microrregião Moji Mirim IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Mogi-Mirim, Mogi-Guaçu, Espírito Santo do Pinhal, Águas de Lindoia, Serra Negra, Amparo, Santo Antônio da Posse, Lindoia, Monte Sião(MG) e Jacutinga(MG)
Distância até a capital 173 km
Características geográficas
Área 517 504 km² [2]
População 68 365 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 0,13 hab./km²
Altitude 643 m
Clima tropical de altitude Cwa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,794 alto PNUD/2000[4]
PIB R$ 1 738 168 mil IBGE/2010[5]
PIB per capita R$ 24 424 82 IBGE/2010[5]
Página oficial

Itapira é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 22º26'00" sul e a uma longitude 46º49'18" oeste, estando a uma altitude de 643 metros. Sua população estimada em 68.365 hab. Censo IBGE/2010[3]. De acordo com o PNUD, seu IDH é considerado médio, sendo 213º maior do Estado e 703º maior do país.

História[editar | editar código-fonte]

A partir do século XVIII, já existiam alguns moradores na região, cujos descendentes chegariam a se destacar no primeiro quartel do século XIX, através das figuras de dois cidadãos: João Gonçalves de Morais e Manuel Pereira da Silva, aclamados os fundadores da primitiva Itapira, cujo primeiro nome foi "Macuco”. João Gonçalves de Morais, possuindo vasta porção de terras na localidade, fez doação de uma parte delas para a igreja católica. Doou, também, uma imagem de Nossa Senhora da Penha, que recebera de herança de seus pais, para a população venerar como padroeira do lugar, a qual foi colocada em uma capelinha construída de pau a pique e inaugurada a 19 de março de 1821, quando o capelão padre Antônio de Araújo Ferraz celebrou a primeira missa. É registrado que, a 24 de outubro de 1820, teve início a derrubada de um capão de mato,,no alto do espigão das terras de Morais, para ali ser erguida a capelinha. João Gonçalves de Morais foi casado com Maria Alves Leme, que lhe deu quatro filhos: Pedro, Manuel, Antônio e Francisco. Não há registros certos das datas de seu nascimento e de sua morte.

Manuel Pereira, pessoa de confiança de João Gonçalves de Morais, foi o cofundador de Itapira. Sendo, ainda, o "primeiro protetor e procurador" da imagem da padroeira Nossa Senhora da Penha, conforme um documento deixado pelo próprio João Gonçalves de Morais. Também era proprietário de grande área de terras e deixou numerosa descendência. Seu pai (ou avô) parece ter se chamado Manuel Pereira Velho. Consta, ainda, que se casou duas vezes, a primeira com Maria Antônia Pereira da Silva e a segunda com Maria Isabel Pereira da Silva. Também não há dados concretos sobre as datas de seu nascimento e morte.

Logo, a evolução de Macuco teria um marco: a chegada do rico fazendeiro João Baptista de Araújo Cintra em 1840. A ele, membro de tradicional e abastada família de fazendeiros nas cidades de Atibaia, Bragança Paulista e Amparo, se deve a abertura de fazendas e início da cultura de café, além da construção da câmara, da cadeia e de uma igreja matriz de grande porte, templo que serviu à população durante um século, até 1955, quando foi demolida. Pelo seu pioneirismo, foi agraciado com o título de comendador da Imperial Ordem da Rosa. Recebeu o imperador D. Pedro II e a imperatriz Teresa Cristina, em sua residência, quando o monarca esteve na cidade em 27 de outubro de 1886. O comendador João Cintra, nascido em Atibaia em 1805, era filho do alferes Jacinto José de Araújo Cintra e de Maria Francisca Cardoso, tendo se casado em 1828 com sua sobrinha Maria Jacinta de Araújo Cintra. Morreu em Itapira com avançada idade, antes do fim do século, deixando numerosa descendência.

Outra data expressiva é a de 8 de fevereiro de 1847, quando, pela lei Provincial nº1, sancionada pelo presidente da província de São Paulo, Manuel da Fonseca Lima e Silva, foi elevada a freguesia a até então capela Curada de Nossa Senhora da Penha. Em 1858, foi assinada, pelo presidente da província de São Paulo, José Joaquim Torres, a lei nº 4, criando a vila de Nossa Senhora da Penha, cuja instalação solene se deu a 20 de setembro desse mesmo ano, juntamente com a posse dos primeiros vereadores, os quais haviam sido eleitos a 7 de setembro, sendo o primeiro presidente da câmara o tenente-coronel Francisco Lourenço Cintra.

Em 20 de abril de 1871, a lei Provincial nº41 deu a denominação de Penha do Rio do Peixe à localidade, ainda vila de Nossa Senhora da Penha. Com essa lei, o governo da província atendeu a um pedido da câmara. Através da portaria assinada pelo presidente da província, conselheiro Laurindo Abelardo de Brito, datada de 17 de outubro de 1879, a vila da Penha do Rio do Peixe foi elevada a categoria de termo, sendo criado o foro civil e conselho de jurados, cuja instalação se deu a 8 de novembro. Mais tarde, em 1881, a 7 de abril daquele ano, tomou posse, na presidência da província de São Paulo, o senador do império Florêncio de Abreu, autoridade a quem coube dar aos habitantes da vila da Penha à categoria de cidade. O pedido feito pela câmara foi justificado sob a alegação de que a vila possuía uma boa matriz, uma excelente cadeia e casa de câmara e uma população de mais de 7 000 almas. A 27 de junho desse mesmo ano, o decreto elevando a vila da Penha do Rio do Peixe foi assinado por Florêncio de Abreu.

Em 11 de fevereiro de 1888, os fazendeiros escravocratas locais, irados com a atuação do delegado de polícia Joaquim Firmino de Araújo Cintra, que aderiu ao movimento abolicionista dando proteção aos escravos que fugiam dos seus senhores, culminaram com o assassinato da autoridade policial. Esse lamentável ocorrido teve grande repercussão em todo o Brasil, fazendo com que a intendência Municipal solicitasse ao governador do estado, Prudente de Morais, que mudasse o nome da cidade, a fim de que, com o passar do tempo, caísse no esquecimento o lastimável ocorrido. Assim, através do decreto nº 40, de 1 de abril de 1890, a cidade de Penha do Rio do Peixe passou a chamar-se Itapira. Um pouco mais tarde, foi criada a comarca de Itapira. O governo de São Paulo tinha à sua frente o doutor Bernardino de Campos quando se fez uma revisão judiciária do estado, criando-se 25 novas comarcas, incluindo-se, entre elas, a de Itapira, através da lei nº80, de 25 de agosto de 1892, sendo instalada a 8 de outubro do mesmo ano, pelo juiz de direito José Maria Bourrol.

O significado da palavra Itapira, segundo o dicionário geográfico da província de São Paulo, de João Mendes Caldeira, está assim explicado: Ita (pedra, morro) pira (ponta, penhasco, isto é, ponta de pedra ou pedra pontiaguda).

"Cidade dos loucos"[editar | editar código-fonte]

O município de Itapira é apelidado de "cidade dos loucos" porque nela se encontram três grandes hospitais psiquiátricos, sendo um deles um dos maiores em tamanho de todas as Américas e do mundo, o Instituto Bairral de Psiquiatria, com mais de setenta anos de tradição, indo desde o centro até o limite da cidade (por vezes chamam o instituto de "cidade psiquiátrica"), a Clínica de Repouso Santa Fé, mundialmente famosa pela introdução e utilização de conceitos inovadores na psiquiatria moderna, além da clínica Cristália, localizada na estrada Itapira - Lindoia. Devido a isso, a cidade de Itapira é conhecida como polo do tratamento psiquiátrico, reunindo os maiores profissionais da área nas duas instituições.

Futebol em Itapira[editar | editar código-fonte]

O município de Itapira investe bastante no seu futebol. O time da Sociedade Esportiva Itapirense disputa atualmente a série A-2 do Campeonato Paulista e a Copa FPF. As categorias de base não revelaram nenhum jogador de importância. O estádio municipal se chama Coronel Francisco Vieira, também conhecido como "Chico Vieira", com capacidade para 6.000 pessoas.

O capitão Bellini, campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1958 e 1962 foi revelado na Itapirense em 1946. Atuou em diversos times, como Vasco e São Paulo. O capitão eternizou o gesto de levantar a taça acima da cabeça, quando fez pela primeira vez na conquista da Copa do Mundo de 1958.

Bellini sofria de mal de Alzheimer há dez anos, vindo a falecer em 20/03/2014 em São Paulo, aos 83 anos. Foi enterrado em Itapira, onde foi recebido com homenagens de todos Itapirenses e demais autoridades presentes.

Igreja Católica[editar | editar código-fonte]

O município pertence à diocese de Amparo e tem, como padroeira, Nossa Senhora da Penha.


Igreja Protestante[editar | editar código-fonte]

IGREJA PRESBITERIANA A Igreja Presbiteriana de Itapira foi uma das primeiras igrejas a aparecer como fruto do trabalho presbiteriano na região de Campinas. Há uma grande divergência sobre a data de organização da Igreja, existem registros que apontam para o ano de 1874, outros para o ano de 1875 e aquilo que poderia ser chamado de “termo de abertura” do primeiro livro de Atas do Conselho aponta para o ano de 1876.

A data mais aceita é 1874 e para comprovar tal tese é necessário recorrer às informações do Reverendo Júlio Andrade Ferreira que diz o seguinte:

“A 13 de Janeiro de 1872, uma reunião se deu na cidade de Campinas, em atenção à ordem da Assembléia Geral dos Estados Unidos, e havia, presentes, os seguintes ministros: Rev. Senhores C. Nash Morton, E. Lane, James R. Baird, e W.C. Emerson, e bem assim os presbíteros regentes W. P. Mcfadden e J. Mc F. Gaston, os quais procederam à organização do Presbitério de São Paulo” “A primeira mesa ficou assim constituída: Rev. G. Nash Morton – moderador; Dr. J. M. Gaston – secretário temporário; Dr. Eduardo Lane – secretário permanente”. (FERREIRA, 1992, p.166-167).

Após a organização desse presbitério, que esteve vinculado por algum tempo ao sínodo da Virgínia, aconteceram 03 reuniões entre os anos de 1872 a 1874, na quarta reunião ocorrida em junho de 1874, na cidade de Santa Bárbara, a igreja de Itapira foi arrolada, como se observa pela citação abaixo:

“A reunião de 1874, em junho, ainda em Santa Bárbara, se dá de novo sem a presença de Morton, e desta vez também de Emerson. É arrolada a Igreja da Penha (= Itapira)...”(ibid.)

Conclui-se, portanto, que no primeiro semestre de 1874, a Igreja de Itapira já havia sido organizada, sendo arrolada somente no mês de Junho daquele ano. Examinado o primeiro livro de atas da Igreja percebe-se uma estruturação redacional diferente daquela que é convencional nos dias hodiernos. Nas primeiras páginas percebe-se o registro do rol de membros, com suas respectivas idades e nacionalidades, e aquilo que poder-se-ia chamar de ata propriamente dita é datada de 18 de Julho de 1875. Outras informações sobre Presbiterianos na Região: http://www.presbiteriodecampinas.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=34:o-presbiterianismo-na-regiao-de-campinas&catid=8&Itemid=104

ASSEMBLÉIA DE DEUS Conforme os relatos, em Itapira/SP, na década de 30 do século XX, havia esporadicamente cultos, em casas de fiéis que sentia o medo da opressão popular, onde a perseguição foi categórica com preconceitos de uma terra provinciana. Na época, a concentração urbana era maioria nos distritos de Barão e Eleutério. Entre esses personagens dos primeiros cultos dos crentes, estão: missionário Gustavo Bergiston; missionário Samuel e esposa; como pioneiros, figuram Manuel Henrique, João Henrique, Amélia Henrique e irmã Izaltina, que evangelizou o maior líder religioso de toda região, o pastor João Orcini.

Nesses tempos, até 1942, os cultos não eram oficiais, sendo realizados apenas entre famílias amigas, que não tinha condição de ir a uma igreja protestante mais próxima. Em 1950, deu-se a inauguração da primeira igreja protestante na cidade, a igreja evangélica Assembleia de Deus em Itapira, em Barão Ataliba Nogueira.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Clima[editar | editar código-fonte]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a temperatura mínima registrada em Itapira foi de 3,7 ºC, ocorrida no dia 16 de agosto de 2010. Já a máxima foi de 36,9 ºC, observada dia 16 de outubro de 2008. O maior acumulado de chuva registrado na cidade em 24 horas foi de 144,0 mm, em 12 de março de 1982.[6]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Dados do Censo - 2010

População total: 68.365 hab. Censo IBGE/2010[3] Densidade demográfica (hab./km²): 0,13

Dados do Censo - 2000

População total: 63 377

  • Urbana: 58 042
  • Rural: 5 335
  • Homens: 31 747
  • Mulheres: 31 630

Densidade demográfica (hab./km²): 122,47

Mortalidade infantil até um ano (por mil): 16,79

Expectativa de vida (anos): 70,74

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 1,90

Taxa de alfabetização: 90,22%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,794

  • IDH-M Renda: 0,755
  • IDH-M Longevidade: 0,762
  • IDH-M Educação: 0,864

(Fonte: IPEADATA)

Dados do IBGE - 2013

População total: 72.048

Dados da Firjan - 2014

IDH: 0,851 63º no ranking nacional

(Fonte: Firjan)

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Rodovias[editar | editar código-fonte]

  • SP-147 - Engenheiro João Tosello - Ligação entre Itapira e Curcuito das Águas e Mogi-Mirim
  • SP-352 - Comendador Virgolino de Oliveira - Ligação entre Itapira e Sul de Minas
  • Rodovia Vicinal "Antonio Joaquim de Moura Andrade" - Ligação entre Itapira e Mogi-Guaçu
  • Estrada Velha - Ligação entre Itapira e Mogi-Mirim (estrada antiga)

Turismo[editar | editar código-fonte]

Asa Delta

A 1 240 metros de altitude, a plataforma, no alto do morro do Cruzeiro, está situada em um dos mais belos locais da região. Tem acesso parcialmente pavimentado a partir da rodovia SP-352, no bairro de Barão Ataliba Nogueira. É a única plataforma de voo livre no estado de São Paulo homologada pelo Departamento de Aviação Civil (DAC) do Ministério da Aeronáutica. Sedia, regularmente, campeonatos de voo livre e encontros de radioamadoristas.

Barão - Eleutério

Igreja e praça da Vila Barão de Ataliba Nogueira. O coreto e a igreja da Vila de Eleutério são algumas das construções históricas do bairro.

Cachoeiras

Cachoeiras das Duas Pontes. Acesso pela estrada Virgolino de Oliveira. Corredeiras do Rio do Peixe no bairro da Ponte Nova. Próprias para a prática da canoagem, têm acesso pela rodovia Itapira-Lindoia.

Casa da Cultura

Casa da Cultura João Torrecillas Filho, no parque Juca Mulato. Abriga a biblioteca municipal Mário da Fonseca Filho, sala de pesquisas, um auditório e área para exposições

Casa Menotti Del Picchia

Inaugurada em 1987 em homenagem ao poeta, a casa Menotti Del Picchia, localizada no parque Juca Mulato, abriga significativo acervo literário, artístico e pessoal do escritor, assim como o mobiliário de seu escritório particular. Um de seus poemas mais famosos, Juca Mulato, foi escrito e publicado em Itapira em 1917.

Morro do Gravi - Revolução Constitucionalista de 1932

Localizado na estrada velha Itapira-Mogi Mirim, é um ponto histórico que foi palco de violenta e sangrenta batalha. Possui monumento onde homenagens são prestadas anualmente, no mês de julho, aos combatentes. A revolução Constitucionalista de 1932 foi o maior movimento armado em solo paulista e brasileiro no século XX. Em Itapira, parte da história da revolução de 1932 está presente no museu Municipal Histórico e Pedagógico '"Comendador Virgolino de Oliveira, no parque Juca Mulato, em exposições permanentes e em mostras especiais. Um dos mais marcantes momentos da revolução de 1932 aconteceu em Itapira, durante os combates entre as tropas paulistas e mineiras. Os soldados revolucionários, entre eles diversos itapirenses, resistiram ao avanço dos invasores.

Museu Municipal Histórico e Pedagógico "Comendador Virgolino de Oliveira"

Instalado desde 1972 no interior do parque Juca Mulato, possui acervo variado com peças, documentos, livros, pinacoteca e um acervo referente à revolução Constitucionalista de 1932. O museu, anteriormente pertencente ao governo do estado de São Paulo, foi municipalizado. Seu patrono, o comendador Virgolino de Oliveira, foi personalidade destacada na história de Itapira, como político e como um dos principais industriais do município.

Museu de História Natural - Hortêncio Pereira da Silva Júnior

Situado em frente ao parque Juca Mulato e inaugurado em 1999, o museu é pioneiro em Itapira e região. Desde o seu funcionamento, vem despertando grande interesse da população e, em especial, dos estudantes do município, que têm nele uma fonte viva de conhecimento e pesquisa. Seu acervo conta com uma coleção entomológica de mil espécies, coleção em via úmida (órgãos e fetos de animais), crânios e esqueletos. Conta, ainda, com animais taxidermizados, tais como peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos.

Parque Juca Mulato

Numa homenagem ao poema de Menotti Del Picchia, o parque Juca Mulato é uma das principais atrações turísticas da cidade e uma das maiores áreas verdes urbanas da região. Todo arborizado, o parque possui dois museus, um playground e aviário. Possui vista panorâmica de boa parte da cidade e para as montanhas do sul de Minas Gerais e do circuito das Águas. O parque abriga a casa de Menotti Del Picchia, o museu Municipal Histórico e Pedagógico Comendador Virgolino de Oliveira e as construções históricas do primeiro serviço de abastecimento de água do município.

Filhos Ilustres[editar | editar código-fonte]

Administração[editar | editar código-fonte]

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  6. Sistema de Monitoramento Agrometeorológico (Agritempo). Dados Meteorológicos - São Paulo. Página visitada em 21 de dezembro de 2012.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]