Ivan Serpa
Ivan Serpa )Rio de Janeiro (1923]], — Rio de Janeiro (1973), foi um pintor e desenhista brasileiro.
Como aluno de Axl von Leskoschek, expôs trabalhos figurativos. Em 1947, aderiu ao não-figurativismo adotado por Mário Pedrosa. Foi membro do Grupo Frente, professor de arte no Museu de Arte Moderna (MAM) e restaurador de papéis da Biblioteca Nacional.
Na primeira Bienal de São Paulo, foi celebrado como o melhor artista jovem, com uma pintura já concreta. Até a década de 1960, esteve ligado ao movimento concretista, sendo considerado o pioneiro no Brasil.
Depois, retornou ao expressionismo e ao não-figurativismo geométrico. O ano de 1963 foi considerado sua fase negra, de denso teor expressionista. No ano seguinte, retomou a fase erótica, que já desenvolvia em seus desenhos a bico de pena.
Mais tarde, com as obras de pesquisa óptico-espacial, à base de madeira, espelho e barbantes, voltou à disciplina construtiva anterior, atingindo o neoconcretismo e a nova objetividade em 1967.
Entre suas telas, destacam-se Formas, premiada na I Bienal de São Paulo, Composição e Corpo nu.
Ivan Ferreira Serpa (Rio de Janeiro, 1923 – Rio de Janeiro, 1973) foi pintor, desenhista, professor e gravador. Ainda jovem, foi convidado pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro para dar aulas livres de pintura para crianças.
Na década de 1940, estudou com o gravador Axl Leskoschek. Começou a participar de exposições realizadas na Divisão Moderna do Salão Nacional e da 1ª Bienal de São Paulo, onde ganhou seu primeiro prêmio. Realizou sua primeira individual no Instituto Cultural Brasil-Estados Unidos e expôs na XXVI Bienal de Veneza.
Entre 1947-51 participa da Divisão Moderna no LII, LIII, LIV, LV e LVI Salões Nacionais de Belas-Artes.
No ano de 1953, juntamente com Lygia Clark, Lygia Pape, Weissmann, Palatinik, Oiticica e Aluísio Carvão, articulou a criação de um núcleo de arte chamado Grupo Frente. Participou da I Exposição Nacional de Arte Concreta em São Paulo e no Rio e na exposição Concretos Brasileiros em Zurique, na Suíça, no qual foi premiado.
Fundou, com Bruno Tausz, o Centro de Pesquisa de Arte no Rio de Janeiro. Recebeu o Prêmio Viagem ao Estrangeiro no VI Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro, passando dois anos na Europa, principalmente na Itália e Espanha.
Mais conhecido como um dos primeiros abstrato-geométricos do Brasil, teve, em 1996, suas obras apresentadas na exposição Tendências Construtivas no Acervo do MAC – USP.
Obras:
- Faixas Ritmadas
- Abstrato
- Figura
- Formas formais
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