Jaguaribara

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Município de Jaguaribara
Bandeira desconhecida
Brasão de Jaguaribara
Bandeira desconhecida Brasão
Hino
Aniversário 9 de março
Fundação 9 de março de 1957
Gentílico jaguaribarense
Prefeito(a) Francisco Holanda Guedes (PSDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Jaguaribara
Localização de Jaguaribara no Ceará
Jaguaribara está localizado em: Brasil
Jaguaribara
Localização de Jaguaribara no Brasil
05° 39' 28" S 38° 37' 12" O05° 39' 28" S 38° 37' 12" O
Unidade federativa  Ceará
Mesorregião Jaguaribe IBGE/2008 [1]
Microrregião Médio Jaguaribe IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Norte: Morada Nova, Leste: Alto Santo e Iracema, Sul: Jaguaribe e Pereiro, Oeste: Jaguaretama
Distância até a capital 219 km
Características geográficas
Área 668,291 km² [2]
População 10 405 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 15,57 hab./km²
Altitude 92 m
Clima Semiarido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,653 médio PNUD/2000 [4]
PIB R$ 46 065,971 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 4 493,80 IBGE/2008[5]
Página oficial

Jaguaribara é um município do estado do Ceará, no Brasil. Localiza-se no vale Jaguaribe, mais precisamente na Região do médio Jaguaribe,a uma Latitude (sul): 5º 39’ 29” e a uma longitude (oeste): 38º 37’ 12”, estando a uma altitude de 150 metros. Sua população estimada em 2010 é de 10 399 habitantes. Possui uma área de 668 km² quilômetros quadrados. Seu principal acesso se dá através da BR-116.

História[editar | editar código-fonte]

A Origem do município de Jaguaribara remonta ao final do Século XVII quando foi estabelecida no local, uma fazenda destinada à criação de gado. As primeiras notícias vêm do Brasil Colônia, quando a província precisava de terras para a criação de gado, uma vez que a zona da mata estava destinada à monocultura da cana-de-açúcar.

Quando em terras de Sesmaria (lote de terra que o rei de Portugal cedia para o cultivo) o primeiro dono das terras foi Domingos Paes Botão, o precursor da família Diógenes de Jaguaribe e um dos primeiros povoadores da região, ao lado do Coronel João da Fonseca Ferreira. Este se fixou no Sítio Jaguaribe-Merim e aquele se fixou no sítio a que denominou de Santa Rosa.

Sua influência contribuiu para a transformação do sítio em povoado que ocorreu a partir do massacre de que foi vítima o protomártir republicano Tristão Gonçalves de Alencar Araripe (1824).

Em 1694 chegaram os invasores brancos no local onde moravam os índios das tribos Jaguaribaras, Tapuias Paiacus, para expulsar os ocupantes originais da área, seus "proprietários". Dada a forte resistência dos índios, foram obrigados a se retirarem para as proximidades de Fortaleza, voltando anos mais tarde, dando início à história de opressão e morte no solo jaguaribarense. Depois de vencida a resistência indígena foi fundada a fazenda Santa Rosa.

Segundo registros históricos o povoado de Santa Rosa constituiu-se de um desdobramento desta área, a qual foi transferida em 25 de novembro de 1786, pelo coronel Domingos Paes Botão e sua esposa Teresa de Jesus Maria, cem braças de terras com meia légua de fundos das três léguas, que tinham como herança do seu pai, para a construção da capela de São Gonçalo do Amarante, que pertencia à freguesia de Nossa Senhora da Conceição. A certidão dessa escritura foi requerida ao juiz ordinário de Icó, aos 22 de fevereiro de 1811, por seu genro, o Tenente Joaquim Pinheiro Maciel, e se encontra no livro 28, folhas 70, verso-Cartório de Icó, que hoje está no Arquivo Público do Ceará, conforme informação concedida pelo o historiador Plínio Diógenes Botão, descendente dos mesmos.

No Brasil império, o Nordeste, berço de heróis não se conforma com o regime monárquico e autoritário, se organiza num movimento conhecido como Confederação do Equador que sonhava com um Nordeste independente e antecipou a República no território brasileiro, e que teve como Presidente no Estado do Ceará Tristão Gonçalves de Alencar Araripe, cearense de Crato. Aos 31 de outubro de 1824, o povoado foi marcado pelo mais importante embate verificado no Ceará, entre as tropas imperiais e os componentes da Confederação do Equador. Deste embate, realizado as margens do Rio Jaguaribe, resultou na captura e assassinato de Tristão Gonçalves, quando empreendia a viagem Aracati - Cariri. Quem o matou foi Wenceslau Alves de Almeida, que após o crime requereu pagamento ao presidente da província, coronel José Félix de Azevedo Sá, não sendo atendido.

Em 1924, o Instituto Histórico do Ceará fez um registro histórico em seus anais sobre o centenário da Confederação do Equador e deixou-os em um monumento próximo a Igreja Matriz de Santa Rosa de Lima, onde foram sepultados os restos mortais de Tristão Gonçalves. Em homenagem ao herói um monumento foi erguido no local de sua morte, denominado Alto do Andrade, no Sítio Tapera, a três quilômetros da antiga sede de Jaguaribara, a margem esquerda do Rio Jaguaribe.

No período republicano, o povoado de Santa Rosa foi elevado à condição de Vila. A denominação atual de Jaguaribara oficializou-se com o Decreto Lei nº 1.114 de 30 de dezembro de 1943, sendo uma referência à tribo tupi que habitava a região.  Etimologicamente Jaguaribara significa Moradores do Rio das Onças. Jaguaribara foi inicialmente distrito de Jaguaretama, até que a Lei de nº 3.550 de 09 de março de 1957, promoveu-a a Município. Os líderes do movimento de emancipação política foram os vereadores Ananias Granja e Edgar Pinheiro Peixoto que representavam o distrito em Jaguaretama, juntamente com o deputado José Firmo de Aguiar. O Governador na época era Paulo Sarasate. Evolução Política: A elevação do povoado à categoria de Município, como Distrito desmembrado do território de Jaguaretama, ocorreu segundo Lei nº 3.550, de 9 de março de 1957.

Após um grande período de estiagem e com os novos rumos que o município começava a trilhar, a população foi as urnas no ano de 1958 e escolheu o primeiro prefeito para o mandato de 25 de março de 1959 a 25 de março de 1963.

Continuando sua história Jaguaribara cresce como cidade ao redor da Igreja de São Gonçalo e de Santa Rosa e da Praça Tristão Gonçalves.

Em 1985, o município vivia uma fase de organização e planejamento participativo com assessoria de Maria José Barbosa Costa e Claúdia Maria Sales Mendes sendo o prefeito Francisco Holanda Guedes, quando em agosto chegaram às primeiras notícias acerca da construção do Açude Castanhão que iria inundar a cidade. A partir de então iniciou todo um processo de lutas, inicialmente contra o Castanhão e posteriormente pelos interesses e direitos do povo através da Associação dos Moradores de Jaguaribara, fundada em 1989 e da paróquia local na pessoa da Irmã Maria Bernadete Neves, com assessoria e apoio do CETRA, MEB, IMOPEC, CPT, CÁRITAS  e Igreja Diocesana na pessoa de Dom Pompeu Bezerra Bessa que assumiu as dores do povo.

A grande obra, maior reservatório hídrico do Nordeste destinado para a irrigação, o qual comportará 6,7 bilhões de metros cúbicos de água (três vezes e meio maior que o Açude de Orós e duas vezes maior que a Baía de Guanabara), inundando 2/3 (dois terços) da área territorial do município, inclusive a antiga sede do município, que foi substituída pela primeira cidade planejada do Ceará.

Após 10 anos de luta, no dia 16 de novembro de 1995, teve início a construção da barragem. A ordem de serviço foi dada pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso. A partir daí equipes do governo se introduziram no dia a dia dos Jaguaribarenses que em “clima de exílio e de dor se organizavam para salvar sua identidade, sua fraternidade, sua história e seus símbolos rumo a Terra prometida”.

O Governo do Estado conduziu a implantação da Barragem do Castanhão de modo a assegurar a justa compensação a todos os atingidos e, adicionalmente, a criar as condições para a participação destes nas oportunidades de negócios e progresso decorrentes do empreendimento. Com esta finalidade foi criado em 1995 o Grupo de Trabalho Multi-Participativo para Acompanhamento das Obras da Barragem do Castanhão, principalmente a relocação da Cidade de Jaguaribara (onde foram deslocadas aproximadamente 3.600 pessoas da área urbana), além dos reassentamentos da população rural da área que foi inundada e da área atingida pelas obras civis, o que implica no deslocamento de cerca de 8.000 pessoas residentes nos municípios de Jaguaribara, Jaguaretama, Alto Santo e Jaguaribe.

O que parecia apenas um sonho, hoje é algo real. Em pleno sertão cearense, sob um sol de 40º graus, e cercada de Caatinga, nasce a primeira cidade totalmente projetada do estado do Ceará. Um trabalho intenso e amplamente ousado dar vida a um espaço que antes era simplesmente mata nativa. Enquanto a nova sede ia sendo construída, a antiga estava com os dias contatos para desaparecer. Vale ressaltar que a nova sede conta com réplicas da antiga sede, sendo elas: a Igreja Matriz e ainda a Igreja do Poço Comprido, antigo distrito do município.

Após 16 anos de sonhos e expectativas, em 31 julho de 2001, foi dada a partida e os moradores começavam a trilhar seu novo destino rumo a terra prometida.  Iniciado o processo de transferência para a nova sede, o espaço que antes abrigou sonhos, desafios e conquistas eram desocupados pela população e em breve viraria pó, retornando ao que fora anos atrás, com um aspecto nativo de solidão e abandono. A estrutura física, agora escombros, desapareceu debaixo das águas do Castanhão.

Enquanto isso, a nova sede ganhava o aspecto de cidade, com seus equipamentos projetados, acolhendo o povo para a qual estava destinada. Inaugurada em 25 de setembro de 2001, a cidade trilha os novos rumos de sua história contando com novas oportunidades de desenvolvimento. Neste caminho que se refaz, Jaguaribara é uma referência histórica que ultrapassa fronteias, onde o seu povo reescreve sua história, cultivando no coração a esperança de dias melhores.

AÇUDE DO CASTANHÃO[editar | editar código-fonte]

E o maior reservatório de água doce do Ceará. Foi instalado às margens do Rio Jaguaribe, próximo ao Centro de Jaguaribara. Muitos dizem que é o maior projeto hídrico do Ceará, por sua beleza e imponência. O Açude Castanhão compreende os limites geográficos de pelo menos quatro municípios cearenses: Jaguaribara (Nova Jaguaribara), Alto Santo, Jaguaretama e Jaguaribe, dadas as suas grandes dimensões.

IDEALIZAÇÃO[editar | editar código-fonte]

Desde o Brasil Império a construção de barragens era considerada um dos mecanismos para ajudar a conviver com a seca. Em 1910, iniciaram os primeiros estudos topográficos e geológicos para a construção do Açude. O engenheiro americano Roderic Crandal, consultor da então Inspetoria de Obras Contra as Secas - IOCS, hoje DNOCS, identificou o Boqueirão do Cunha, local apropriado para construir a barragem. No local onde hoje está construída a torre da tomada d água, existia uma caverna conhecida popularmente como “Caverna do Doutor”, que serviu de residência e escritório a RODERIC. Interessante registrar que, no início da construção do Castanhão, durante as escavações da obra, encontrou-se um bloco de pedra com a enigmática inscrição: “REGIÃO DE SÃO SALVADOR CAVERNA DO MISTÉRIO OBRA DO FIM DOS TEMPOS 1893”. Nas escavações de solo foi encontrado um dente de um filhote de MASTODONTE, animal da família dos elefantes, que viveu na região a milhões de anos atrás.

ASSINATURA[editar | editar código-fonte]

Em 1985, no governo do então presidente da República José Sarney, Paes de Andrade, cearense de Mombaça, assinou o projeto de construção do Castanhão quando assumiu interinamente a Presidência da República. LOCALIZAÇÃO Estado: Ceará – Brasil Municípios: Alto Santo, Jaguaribara, Jaguaribe e Jaguaretama. Distância de Fortaleza: 253 km pela rodovia BR 116 Bacia: Rio Jaguaribe Rio barrado: Jaguaribe Principais Rios: Jaguaribe, Salgado. PROJEÇÃO – BENEFÍCIOS Em operação, o açude do Castanhão propiciará benefícios de grande monta, como:

  • Irrigação de 43.000 há de terras férteis do Chapadão do Castanhão e da Chapada do Apodi;
  • Garantia d água para o abastecimento da Região Metropolitana de Fortaleza;
  • Controle de cheias do baixo vale do Jaguaribe
  • Produção de 3.800 ton/ano de pescado;
  • Instalações de uma usina hidroelétrica, com capacidades de uma de gerar 22,5 megawatts:
  • Criação de um polo turístico;
  • Reservatório Pulmão para Transposição de Águas.

IMPACTOS[editar | editar código-fonte]

  • Inundação de 2/3 do município de Jaguaribara;
  • Desestruturação econômica e produtiva;
  • Redução da atividade pecuária;
  • Impactos ambientais;

CONSTRUÇÃO[editar | editar código-fonte]

Em 16 de novembro de 1995, a Empresa Andrade Gutierrez iniciou a construção da barragem, com a fiscalização do DNOCS e acompanhada pelo consórcio Aguasolos e Hidroterra. Sua conclusão ocorreu no final de 2003, passando assim, oito anos de construção.

CUSTO[editar | editar código-fonte]

A construção da obra teve um investimento no valor de 407 milhões de reais. Deste valor 71% do Governo Federal e 29% do Governo Estadual.

DENOMINAÇÃO[editar | editar código-fonte]

Açude Público Padre Cícero, foi à denominação legal do Açude, numa referência toda especial à fé do povo nordestino, que popularmente ficou conhecido como Castanhão por conta da proximidade com o Distrito “CASTANHÃO”, no município de Alto Santo. Conta-se que o Distrito tem este nome em virtude de ter existido naquelas terras um cavalo de rara beleza, que por sua cor castanha o chamavam de castanhão, posteriormente denominado o lugarejo.

INAUGURAÇÃO[editar | editar código-fonte]

Em 23 de dezembro de 2002, o então Presidente da República – Fernando Henrique Cardoso inaugurou o Açude com 98% das obras concluídas, quando o então Governador do Estado Ceará era Beni Veras.

ABERTURA DAS COMPORTAS[editar | editar código-fonte]

Em 27 de fevereiro de 2004, surpreendendo as previsões técnicas, o Castanhão atingia a cota 97.7 quando foram acionadas as comportas do vertedouro, causando um espetáculo digno de ser admirado.

RESERVATÓRIO[editar | editar código-fonte]

CAPACIDADE MÁXIMA DE ACUMULAÇÃO: 6,7 bilhões de m³ d`água - cota 111 m VOLUME ÚTIL: 4,211 bilhões de m³ / cota 100m VOLUME MORTO: 250 milhões de m³ / cota 71 m ÁREA: 325 km² Cota 100 COMPRIMENTO MÁXIMO: 48 km de represa COMPRIMENTO TOTAL DA PAREDE: 10.620 m

BARRAGEM PRINCIPALTIPO: Terra homogênea/Concreto Compactado a Rolo - CCR COROAMENTO: cota 111 EXTENSÃO PELO COROAMENTO: 3,45 Km LARGURA: saia 50m / crista 7m COMPRIMENTO: 650 m ALTURA MÁXIMA: 60 m – acima da fundação TUNEL DE MANUTENÇÃO: 620 m VOLUME DE MACIÇO: CCR - 934.581,94,00 M³ SOLO - 3.957.782,00 m³ PAREDES DE SOLO ALTURA MÁXIMA: 60m LARGURA: maior saia 150m - Crista 10m COMPRIMENTO TOTAL: 10.620m TOMADA D`ÁGUA TIPO: Torre-Galeria ALTURA: 64,5 m COMPRIMENTO: 194 m TUBULAÇÕES: 2 – Com diâmetro de 3,70 cm COMPRIMENTO: 194m CASA DE VÁLVULAS Nº DE VÁLVULAS: 4 de 1.500mm de diâmetro VÁLVULAS DISPERORAS: 2 (instaladas) DESCARGA MÁXIMA: 100 m³/s CASA DE FORÇA POTENCIAL TOTAL INSTALÁVEL: 22,5 megawatts NÚMERO DE TURBINAS: 2 QUEDA BRUTA: 38,5 MCA VERTEDOURO TIPO: Superfície com perfil creager LARGURA: 153m ALTURA TOTAL: 55m / COTA 95 DESCARGA MÁXIMA: 12.345 m³/s de água TIPO DE COMPORTA: segmento QUANTIDADE: 12 unidades DIMENSÕES: 10m de largura x 11,55m de altura

DIQUE FUSÍVEL EXTENSÃO: 750m COTA DE COROAMENTO: 110 LARGURA DA CRISTA: 10m ALTURA MÁXIMA DO MACIÇO: 5m COMPLEXO CASTANHÃO

  • Desapropriação rural de 62.00 ha. e urbana de 1.030 prédios, sendo 800 em Jaguaribara e 230 em Jaguaretama;
  • Construção da nova Cidade de Jaguaribara;
  • Relocação da população rural estabelecida na bacia hidrográfica do Açude;
  • Desmatamento de 30.000ha. de terras inundáveis;
  • Execução de uma variante da BR 116, com 26 km de extensão;
  • Ligação asfáltica, com 7 km de extensão e dotada de uma ponte rodoviária de 461 m entre BR 116 e a nova Cidade de Jaguaribara;
  • Construção de três Estações Climatológicas, três Estações Sismológica e uma Estação Ecológica;
  • Implantação dos Projetos de Irrigação: Alagamar, Curupati e Mandacaru que juntos, perfazem um total de 1.785ha.


Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010 Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre municípios do estado do Ceará é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.