Jan Carstenszoon

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Jan Carstenszoon (ou Carstensz[1] ) foi um explorador neerlandês, de quem pouco se sabe com rigor.

Em 1623, esteve ao serviço da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais na liderança de uma expedição à costa sul da Nova Guiné e além, para investigar supostos avistamentos de terras a sul nas viagens de Willem Janszoon em 1606.

Partindo da ilha Ambon nas Índias Orientais Neerlandesas com dois navios, o Pera e o Arnhem, Carstenszoon navegou pelo Golfo de Carpentária. Indo a terra buscar água para reserva, encontrou um grupo de aborígenes australianos. Carstenszoon descreveu-os como "gente pobre e de aspecto miserável" e "sem conhecimento de metais preciosos ou especiarias".

Em 8 de Maio de 1623, Carstenszoon e a sua tripulação combateram numa escaramuça com 200 Aborígenes na foz de um pequeno rio perto do Cabo Duyfken. Chamou ao rio rio Carpentier, e ao golfo Golfo de Carpentária em homenagem a Pieter de Carpentier, à época governador-geral das Índias Orientais Neerlandesas.

A Pirâmide Carstensz, em Irian Jaya, Indonésia (oeste da Nova Guiné) recebe o nome em sua memória. Avistou glaciares no topo da montanha em 1623. Carstenszoon foi ridicularizado na Europa quando disse que tinha visto neve perto da linha do Equador.

Referências[editar | editar código-fonte]