Jaques Wagner

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Jaques Wagner
Wagner no aniversário na TV Itapoan em 2010.
50º Governador da Bahia Bahia
Mandato 1º de janeiro de 2007
a atualidade
Vice-governador Otto Alencar
Antecessor(a) Paulo Souto
Vida
Nascimento 16 de março de 1951 (63 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Nacionalidade  brasileiro
Dados pessoais
Primeira-dama Fátima Mendonça
Partido Partido dos Trabalhadores
Profissão Político, ex-sindicalista

Jaques Wagner (Rio de Janeiro, 16 de março de 1951) é um político brasileiro, governador da Bahia desde de 1 de janeiro de 2007.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nascido no Rio de Janeiro, é casado com Maria de Fátima Carneiro de Mendonça e tem três filhos.

É judeu, é também militante do movimento sionista desde a juventude.[1]

Sua atividade política se inicia a partir de 1968 no movimento estudantil, quando presidiu o diretório acadêmico da Faculdade de Engenharia da Pontifícia Universidade Católica (PUC). Entretanto, em 1973, Jaques Wagner passou a ser perseguido pela ditadura militar e teve que abandonar o curso de Engenharia, que nunca completou. Nesse mesmo ano mudou-se para Salvador e ingressou na indústria petroquímica no polo de Camaçari, no litoral da Bahia. Lá Wagner se tornou técnico em manutenção. Começou a atuar no Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Petroquímica (Sindiquímica), do qual foi diretor e presidente de 1987 a 1989. Conheceu Lula num congresso de petroleiros e, em 1980, ingressou no Partido dos Trabalhadores (PT). Nessa época, foi um dos fundadores do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) no estado.[carece de fontes?]

Filiado ao partido desde então, Jaques Wagner foi eleito deputado federal em 1990. Depois de três mandatos como deputado, concorreu ao governo da Bahia em 2002 e foi derrotado. Então, foi acomodado por Lula como Ministro do Trabalho e posteriormente, em 2005, tornou-se ministro das Relações Institucionais, assumindo a coordenação política do governo e suas relações com o Congresso Nacional.

Jaques Wagner foi eleito governador do estado, em outubro de 2006, apoiado por uma coligação formada pelo PT, PV, PPS, PCdoB, PTB, PMN e PMDB. Este último indicou o candidato a vice-governador, o ex-deputado estadual Edmundo Pereira. A coligação não teve candidato a senador, mas apoiou informalmente o ex-governador João Durval Carneiro, que também é pai do ex-prefeito da capital, Salvador, João Henrique Carneiro. Apesar de as pesquisas indicarem uma vitória do seu adversário e predecessor no cargo, Paulo Souto, Jaques venceu com 52,89% dos votos válidos, num total de 3.242.336 votos.

Em dezembro de 2006, seguindo o modelo do governo Lula, Wagner anunciou que pretende ter sob sua responsabilidade direta a administração dos recursos financeiros estaduais destinados a ações sociais.[carece de fontes?]

Em 2010, Jaques foi reeleito governador da Bahia, em primeiro turno, com 63,83% dos votos válidos[2] .

Em 2012, a população de Salvador lançou um manifesto com abaixo-assinado defendendo a adoção do Metrô ou do Veículo Leve sobre Trilhos na av. Paralela e Região Metropolitana de Salvador[3] . Contudo, são necessários investimentos em vários modais de transporte e não apenas no modal de trilho[4]

Em 2012 ocorreram greves da Polícia Militar e dos Professores do Estado, essa última com duração de 115 dias, as quais desgastaram a imagem de Wagner[5]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Jaques Wagner
Precedido por
Paulo Jobim Filho
Ministro do Trabalho e Emprego do Brasil
2003
Sucedido por
Fernando Roth Schmidt
Precedido por
Fernando Roth Schmidt
Ministro do Trabalho e Emprego do Brasil
20032004
Sucedido por
Ricardo Berzoini
Precedido por
Paulo Souto
Governador da Bahia
2007 — atualmente
Sucedido por