Jardim Romano

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Jardim Romano
Estação Jardim Romano, da CPTM.
Bairro de São Paulo Bandeira da cidade de São Paulo.svg
Distrito: Jardim Helena
Subprefeitura: São Miguel Paulista
Região Administrativa: Leste

Jardim Romano é um bairro que fica no distrito de Jardim Helena, no município de São Paulo.

O bairro fica no extremo leste do município e faz divisa com os municípios de Guarulhos ao norte, Itaquaquecetuba ao leste, e ao distrito de Itaim Paulista ao sul. Esse bairro fica próximo ao rio Tietê e o Córrego Três Pontes. Também fica próximo da linha 12 da CPTM, foi inaugurado no dia 16 de julho de 2008 uma estação ferroviária no local, o que facilitará o deslocamento da população para outros bairros e municípios para trabalhar, já que esse é considerado um "bairro dormitório".[1]

Senso comum[editar | editar código-fonte]

No senso comum da população, o Jardim Romano é pertencente ao distrito do Itaim Paulista, pela proximidade maior com o centro desse distrito do que com o centro do distrito de Jardim Helena e pelo fato desse bairro já ter pertencido ao distrito de Itaim Paulista. Mas, os mapas oficiais da prefeitura indicam que esse bairro é pertencente ao distrito de Jardim Helena e consequentemente administrado pela subprefeitura de São Miguel Paulista.

CEU Três Pontes[editar | editar código-fonte]

O bairro abriga um CEU (Centro Educacional Unificado) próximo ao Córrego Três Pontes, esta escola tem 11205 metros quadrados de área construída em um terreno de 21000 metros quadrados. Este tipo de escola tem ensino infantil e ensino fundamental. Além disso, conta com um telecentro para propiciar acesso a internet para aqueles que não possuem computador, e conta com teatro de alto padrão, considerado um dos melhores da América Latina (o primeiro do distrito de Jardim Helena) com 250 lugares, quadras poliesportivas e um parque aquático para as crianças do Bairro com uma piscina olímpica.[2] [3]

Alagamento[editar | editar código-fonte]

No dia 8 de dezembro de 2009, algumas ruas e casas do Jardim Romano ficaram alagadas depois de forte chuva. O mês de dezembro de 2009 apresentou um índice de chuvas historicamente acima do normal para cidades do sudeste do Brasil[4] . O alagamento chegou a durar um mês, até janeiro de 2010[5] , não apenas por causa da chuva, mas também por ser a região atingida uma várzea de rio[6] . Dentre as medidas tomadas pelos órgãos de governo para os moradores das regiões mais atingidas estavam a transferência de cerca de 6 mil famílias das doze áreas alagadas na várzea do Rio Tietê. Um parque linear será construído no lugar[7] .

Referências

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